| 6/5/2009: Notícias de Mercado - Unidade de Negócios Secativos | (Published by Administrador Aboissa) | 
Notícias de Mercado
Petrobras pode instalar esmagadora de mamona em Janaúba
JANAÚBA – A Petrobras planeja a aquisição de uma esmagadora de mamona visando o fornecimento de matéria-prima para a usina de biodiesel instalada na cidade de Montes Claros. Esse anúncio foi dito pelo gerente de Suprimento da Petrobrás, Onésimo de Faria Azevedo, durante o lançamento do programa regional de produção de oleaginosas, evento este ocorrido nessa terça-feira no parque de exposições de Janaúba, onde acontece a 28ª Exposição Agropecuária.
De acordo com Onésimo Azevedo, a esmagadora poderá ser implantada no município de Janaúba, a pedido do prefeito José Benedito Nunes Neto (PT) e da classe produtora. A escolha por Janaúba leva se em consideração o fato de que o município é tronco rodoviário da microrregião da Serra Geral de Minas de onde deverá ser originada a maior parte de mamona e outras oleaginosas a serem fornecidas para a usina.
Ele não informou quando haverá a aquisição do maquinário, mas acredita que deva ser em breve, ainda neste ano.
Na sexta-feira da semana passada a usina da Petrobras instalada em Montes Claros negociou, através de leilão, 11 milhões de litros de biodiesel e a próxima venda nesse sistema pode ocorrer em outubro deste ano. Onésimo Azevedo explicou que a produção está em torno de 150 mil litros por dia. – Essa usina é para produzir o petróleo verde – comentou o dirigente ao enfatizar que um dos pontos principais do programa é valorizar a agricultura familiar.
No mínimo 30% da aquisição de oleaginosa para a usina do Norte de Minas deverão ser originários da agricultura familiar. Isso, segundo José Aparecido Mendes dos Santos, vice-presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Janaúba,/ faz com que “o pequeno um dia seja grande”, desde que lhe seja concedida a devida ajuda para continuar a produzir. José Aparecido cita que desde 2007 a diretoria do Sindicato inclui a Agricultura Familiar na Exposição Agropecuária de Janaúba de maneira a ter a participação efetiva do homem do campo, do agricultor familiar, no agronegócio.
Fonte: Oliveira Júnior – Jornal O Norte de Minas

| | | 5/28/2009: Notícias de Mercado - Unidade de Negócios Secativos | (Published by Administrador Aboissa) | 
Notícias de Mercado
Plantio de mamona aumenta com produção de biodiesel
A produção mineira de mamona deve alcançar, na safra 2009/2010, um aumento superior a 9%. Serão colhidas quase 10 mil toneladas, na comparação com as 9 mil toneladas registradas no período anterior, de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esses números são motivados principalmente pela perspectiva de vendas cada vez maiores para a indústria de biodiesel, que já mistura o óleo ao combustível na proporção de 4% e deverá aumentar para 5%, dentro de quatro anos.
Segundo a Superintendência de Política e Economia Agrícola da Secretaria Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), enquanto Minas Gerais apresenta mais um período com números positivos para a produção de mamona, a colheita da oleaginosa no país aponta para retração superior a 20%. “O Brasil deve colher cerca de 92,8 mil toneladas de mamona em 2009, na comparação com as 120,5 mil toneladas do ano passado”, observa o superintendente João Ricardo Albanez, com base nos dados do IBGE. Está prevista também uma diminuição da área colhida no país enquanto o Estado deve registrar aumento.
O superintendente considera de fundamental importância para o crescimento da produção em Minas o estímulo aos agricultores do Norte de Minas, que responderam na safra passada por uma participação de 88,1% no total do Estado, ou quase 8,7 mil toneladas. “Há produção de mamona também nas regiões do Jequitinhonha/Mucuri, Noroeste e Zona da Mata, mas os melhores resultados são do Norte do Estado”, enfatiza Albanez. “Nos últimos quatro anos, segundo o IBGE, houve um salto na produção da oleaginosa em Minas, de 3,4 mil toneladas para as quase 10 mil toneladas da estimativa atual”, explica.
Para o superintendente, o volume de produção aumentou com a perspectiva de implantação de projetos voltados para o biodiesel no Estado. “Isso se tornou realidade por meio da parceria da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) com a Petrobras Biocombustíveis, que implantou a Usina de Biodiesel Darcy Ribeiro, em Montes Claros”, acrescenta.
Os plantios para atender à usina, em 2008, foram da ordem de 6,4 mil hectares, sendo aproximadamente 80% de mamona e o restante de girassol, além de uma parcela de coco de macaúba. A duração de cada contrato é de cinco anos e inclui a garantia de preço mínimo negociado antecipadamente com as associações e cooperativas. Além disso, a usina se compromete a fornecer as sementes das oleaginosas e o transporte da safra.
De acordo com o coordenador do Programa de Biodiesel na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), Jader Murta, os trabalhos de acompanhamento direto aos produtores foram iniciados com uma equipe de 90 técnicos. Nesse grupo, há 72 extensionistas de campo, que fazem o cadastro dos agricultores e orientam a produção. A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado de Minas Gerais (Epamig), outra vinculada à Seapa, também é parceira no programa do biodiesel, fornecendo as pesquisas de oleaginosas específicas para o Norte de Minas e doando sementes aos produtores.
Murta informa que os produtores recebem, atualmente, cerca de R$ 0,96 por quilo de mamona colocada na usina. “A Petrobras compra o produto em bagas, faz a limpeza, descasca, esmaga e assim consegue o óleo bruto, que em seguida é vendido em leilão para as refinarias”, assinala. A etapa seguinte é a mistura do material com o óleo diesel. Segundo o coordenador, os resíduos de mamona também dão lucro para a usina, porque são vendidos como adubo de excelente qualidade. “O material pode ser utilizado nos cultivos em geral e tem a preferência dos produtores de banana”, informa.
Meta dobrada
A meta da Emater-MG, dentro da parceria com a usina da Petrobras, é integrar 10 mil agricultores familiares ao programa na safra 2009/2010. “Na safra passada, participaram aproximadamente 4 mil produtores”, explica Murta. Está prevista a produção de mamona em 19 mil hectares de oleaginosa para atender ao processamento. A Petrobrás necessita de um volume da ordem de 20 mil famílias para atender à usina de Montes Claros. Esse contingente deverá responder por 40 mil hectares na próxima safra. Para isso, a empresa conta com fornecimento complementar de outros grupos de produtores organizados.
Para o superintendente João Ricardo Albanez, a produção de biodiesel representa boas perspectivas também para os agricultores familiares que produzem algodão e amendoim, entre outras culturas que apresentam alto rendimento no semi-árido.
Fonte: Governo do Estado de Minas Gerais, Agrolink

| | | 3/11/2009: Secativos - Notícias de Mercado | (Published by Administrador Aboissa) |

Cresce importação e exportação no setor de tintas
Importações do setor de tintas e vernizes em 2008 registraram crescimento de 40% e atingiram mais de US$ 230 milhões. Já as exportações aumentaram 18% em relação a 2007.
O fechamento da balança comercial do mercado de tintas e vernizes em 2008 apontou índices de crescimento expressivos em relação ao ano anterior, tanto nas importações quanto nas exportações. De acordo com os dados apurados pelo Sitivesp (Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo), as importações do setor atingiram US$ 230 milhões, representando um crescimento de quase 40% diante dos resultados de 2007. Já as vendas para o mercado externo somaram um faturamento de US$ 167,36 milhões - um incremento de 18% sobre o período anterior.
Os números consolidados do setor demonstram que em 2008, para cada US$ 10,00 de importação foram exportados US$ 7,27 contra US$ 8,57 de 2007. Os dados completos da balança comercial do setor estão disponíveis no site www.sitivesp.org.br
O sindicato fundado em 1941, com o objetivo de representar legalmente as indústrias paulistas de tintas, apesar de estadual, possui hoje reconhecimento nacional, devido às ações desenvolvidas em prol não apenas de suas associadas, mas em defesa do mercado de tintas, como um todo.
Fonte: Rehagro
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| | | 3/10/2009: Secativos - Notícias de Mercado | (Published by Administrador Aboissa) |

Expansão da mamona
No Ceará, a mamona sustentou, há décadas, um ciclo bem-sucedido de agroindústria, com o aproveitamento do óleo extraído do caroço para uso industrial e para exportação. A queda na cotação de preços e o desmonte do parque industrial impuseram sua erradicação.
Novas condições surgem para o revigoramento da mamona, especialmente com o início da produção da unidade industrial de refino da Petrobras, instalada em Quixadá, absorvendo a produção do Nordeste. A própria empresa petrolífera e o governo do Estado se associaram para nivelar em R$ 1,00 a cotação do quilo da carrapateira, estimulando o seu plantio.
A Emater foi a empresa de desenvolvimento rural escolhida para executar, com o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Agrário, o Programa de Biodiesel no Ceará, priorizando as orientações prestadas aos agricultores em todos os níveis da cadeia produtiva. Os primeiros resultados apontam o cadastramento de 177 mil unidades de produção em 120 municípios do Estado.
O pequeno produtor rural, especialmente, não alimentava muita expectativa nos programas governamentais de grande monta, especialmente um como o Biodiesel, destinado a promover uma verdadeira revolução verde na produção primária regional. A falta de informação e o próprio distanciamento dos executores desses empreendimentos provocam esse clima de desconfiança.
No ano passado, entretanto, as próprias atividades de assistência técnica e extensão rural se incumbiram de realçar as vantagens da retomada do plantio da mamona, possibilitando um incremento de 901,74% no número de produtores assistidos quando comparado com o desempenho de 2007. A área física, objeto dos tratos culturais inovadores, alcançou 12.302 hectares, com aumento de 547,13% em relação ao ano anterior.
Os primeiros efeitos práticos dessa política moderna se registraram na geração de 3.144 empregos no campo, onde os postos de trabalho há muito não surgiam. A vantagem do Biodiesel é oferecer oportunidade de absorção tanto da produção da agricultura familiar, ainda sujeita ao trabalho de motivação dos serviços de extensão rural, como da grande plantação.
Os projetos de extensão rural no Ceará estão bastante diversificados, englobando o incremento do plantio do cajueiro-anão precoce, do cultivo do milho híbrido, da expansão da bovinocultura de leite , o crédito fundiário e o combate à pobreza. As conseqüências decorrerão dos investimentos realizados, no valor de R$ 22,7 milhões, previstos no monitoramento de ações e projetos prioritários, representando 87% das dotações de fontes federais e do Estado.
Voltada prioritariamente para a agricultura de base familiar, a extensão rural poderá ser o instrumento essencial na mudança do perfil econômico da economia primária do Ceará, onde a mamona poderá ter papel relevante.
Fonte: Diário do Nordeste
Cultivo de oleaginosas recebe maior incentivoFormatação
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Quixadá. Mais benefícios na hora de plantar. Com o início da estação chuvosa, os pequenos produtores rurais de Quixadá passam a contar com mais um importante suporte no campo. Além da assistência técnica, sementes selecionadas e incentivos financeiros, terão 4,5 mil horas de trator, gratuitas, no preparo da terra. O benefício é um incentivo a mais para quem decidir cultivar oleaginosas, como a mamona e o girassol.
Não bastasse esses incentivos, o subsídio da Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Estado pode chegar a até R$ 300,00 por hectare plantado. O coordenador do Programa de Biodiesel em Quixadá, Paulo Pinto, explica que o ganho extra pode ser obtido com a utilização das técnicas corretas de conservação de solo. Além da utilização de curvas de nível, a escarificação do solo e terraços de base são algumas técnicas adequadas. A adubação com esterco também é recomendada pelos técnicos.
Ampliação da demanda
A iniciativa é tomada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural de Quixadá. O objetivo é ampliar a demanda de matéria-prima para a produção de biodiesel. Mais de 1.500 famílias já estão inscritas no programa. Para atender à procura, o secretário municipal de Agricultura, Erenir Lima Tavares, alugou mais de 30 tratores. Com a mobilização, a equipe de técnicos do município pretende duplicar a produção de grãos na safra programada para 2009.
Pelos cálculos dos especialistas de campo da secretaria municipal, haverá plantio consorciado com milho e feijão em pelo menos 2.500 hectares. Esses números significam 1,8 tonelada de insumos oleaginosos. Representam produção 70% superior a do ano passado. Dessa forma, superam a meta estabelecida pela Petrobras, prevista em 1,2 tonelada. O objetivo é chegar em 2010 com a participação de 2.500 pequenos produtores e atingir 3 toneladas de sementes cultivadas.
Sementes selecionadas
Segundo o engenheiro agrônomo Antônio Pinheiro dos Santos, um dos coordenadores do Hora de Trator, a Petrobras está distribuindo gratuitamente 12 toneladas de sementes selecionadas de mamona para os pequenos produtores de Quixadá. A Secretaria de Agricultura entra com mais 3 toneladas de girassol.
Ele acredita que, além de triplicar o número de participantes do programa e ampliar a produção local, os municípios vizinhos na região vão se interessar mais pelo cultivo da matéria-prima utilizada no preparo do biocombustível.
Garantia de compra
A usina de produção comercial de biodiesel da Petrobras, instalada em Quixadá, garante a compra de toda produção de mamona da região. A oferta é de R$ 0,92 para o quilo do grão com casca e R$ 1,02 sem casca. Os produtores já sabem que as oleaginosas podem ser plantadas de forma consorciadas com o feijão e outras culturas.
A unidade de processamento tem capacidade para produzir 57 milhões de litros por ano. Precisa de 425 toneladas de sementes por dia.
O cultivo da mamona voltado para a produção de biodiesel foi lançado pelo Governo Federal como uma alternativa de garantir melhores oportunidades de renda no campo.
Fonte: Diário do Nordeste
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| | | 2/9/2009: Secativos - Notícias de Mercado | (Published by Administrador Aboissa) |

Torta de mamona poderá ser usada como ração animal
Projeto desenvolvido pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, localizada no Rio de Janeiro, quer mostrar que resíduos da fabricação do biodiesel, a partir da mamona, podem ser aproveitados, em vez de irem para o lixo.
Um desses co-produtos é a torta de mamona. Usada atualmente no Brasil apenas como adubo orgânico em hortas e jardins, a torta de mamona, devido ao seu valor protéico, pode substituir a torta de soja como alimento animal, significando barateamento de custos para o produtor rural e os fabricantes de rações.
A torta de mamona tem 40% de proteínas, o que corresponde ao valor da torta de soja usada na alimentação de animais e na preparação de rações.
Para isso, porém, ela precisa ser desintoxicada, isto é, necessita ter retiradas as substâncias tóxicas e alergênicas presentes nas sementes da mamona. Essas substâncias podem gerar quadros de conjuntivite, dermatite, faringite e bronquite em pessoas não protegidas. Além disso, elevados teores em rações podem causar a morte dos animais.
A Embrapa Agroindústria de Alimentos já conseguiu desativar os agentes da torta da mamona considerados como tóxicos. Em paralelo, a Embrapa Caprinos, situada em Sobral (CE), está realizando os testes no campo, utilizando esse ingrediente já desintoxicado na alimentação animal.
Segundo informou Agência Brasil o coordenador da pesquisa na Embrapa Agroindústria de Alimentos, José Luis Ascheri, a expectativa é que no segundo semestre deste ano o co-produto do biodiesel possa entrar em fase de industrialização, visando sua comercialização no mercado de rações animais.
A indústria que trabalha com a exploração da mamona vai ter sempre torta sobrando a preço baixíssimo. E, a partir da pesquisa, os empresários vão investir em um sistema de extrusão que resultará em um produto com valor agregado, disse.
Outro co-produto do biodiesel que está sendo estudado é o glicerol, ou glicerina, para se encontrar formas de purificar e, depois, ser colocado no mercado a preços mais competitivos, já que é um ingrediente que está sendo descartado do processo de extração do biodiesel, revelou o pesquisador. O glicerol pode ser usado na indústria farmacêutica e na fabricação de sabonetes
O projeto de utilização da torta de mamona na alimentação animal será apresentado pela Embrapa Agroindústria de Alimentos no Show Rural Coopavel, que será aberto amanhã (9), em Cascavel (PR). O evento reunirá, até o dia 13 deste mês, produtores e técnicos para discutir inovações na agricultura familiar.
Fonte: Diário de Canoas - RS
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