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Notícias de Mercado


Amo Alimentos quer mais espaço nas gôndolas. – (25/6/2010)

Até julho, a empresa lançará quatro novos produtos: leite condensado, azeitona, azeite de oliva extra virgem e massas com ovos.

Mais 20 devem chegar às prateleiras até o final de 2010. Entre os produtos já distribuídos pela Amo Alimentos estão refrescos, macarrão, mistura para bolo, gelatina, pipoca de micro-ondas, pêssego em calda, farofa pronta e coco ralado, todos produzidos sob o regime de terceirização.

Hoje, esses itens são comercializados apenas no varejo de Minas Gerais. Mas, segundo Marcus Flávio Carvalho Cury, consultor de Desenvolvimento da marca, o objetivo é que nos próximos anos ocorra expansão para outros estados. "Antes disso, a meta é fazer com que nove entre 10 mineiros escolham a Amo até o começo de 2011. Após a consolidação no Estado é que vamos nos voltar para outros mercados", disse Cury.

Para conquistar o "bolso" e o "gosto" do consumidor, já que a marca é nova no mercado, as estratégias vão desde propagandas de televisão e rádio a estandes de degustação dentro dos supermercados. Com o objetivo de ampliar, ainda mais, a linha de produtos comercializados pela Amo, a empresa prevê para o segundo semestre de 2010 fechar contratos de terceirização com três indústrias. "Queremos estar presente em, pelo menos, 75% dos pontos de vendas de Minas Gerais," acrescenta o executivo.

Antes de lançar a marca no mercado, Cury explicou que foi feita uma pesquisa sobre o setor alimentício e as perspectivas de crescimento para os próximos anos, na qual se constatou o mercado potencial. O departamento de marketing estudou ações de desenvolvimento e visibilidade da marca, enquanto outra equipe prospectou indústrias para produzirem as mercadorias.

Fonte: Diário do Comércio


Consumo de lámen deve crescer 10,5% durante outono e inverno – (25/6/2010)

Pouco mais de 34% da produção de macarrão instantâneo é consumida durante essas estações do ano.

Mesmo considerando a sazonalidade do produto, pode-se observar que a demanda progrediu nos últimos anos, passando de 3% em 2006 e 2007, para 6% em 2008 e 2009. A Apas estima que neste ano o incremento do consumo atinja 10,5% sobre igual período do ano passado. As vendas totais da categoria saltaram de R$ 759 milhões em 2008 para R$ 822 milhões no ano passado. Ou seja, alta de 8,4%. Os dados são da Nielsen e mostram que, entre todos os produtos alimentícios, os pacotinhos de macarrão instantâneo foram um dos itens que tiveram maior crescimento de vendas em 2009.

O sucesso da categoria é tanto que nos últimos anos a concorrência tem aumentado. Hoje, a Parati e a Panco, que eram da área de biscoitos, também fazem parte do segmento de macarrão instantâneo, um dos mais rentáveis do setor de massas. Apesar de representar apenas 11% do volume de vendas, a categoria responde por 23% do faturamento do setor.

Fontes: DCI e Valor Econômico


Selmi investirá R$ 15 milhões no Nordeste – (25/6/2010)

Para driblar a dificuldade do alto custo do transporte para a região, a empresa adquiriu um terreno em Ipojuca (PE), ao lado do Porto de Suape, para construir uma fábrica de 72 mil metros quadrados.

"Embora tenhamos boa presença no varejo do Norte e do Nordeste, nosso produto não consegue ser competitivo", admite Ricardo Selmi, presidente da companhia. Hoje, a região não chega a 3% de participação no faturamento da Selmi. O valor não é revelado, mas a companhia garante que essa fatia supera R$ 300 milhões/ano. A meta, com a nova unidade, é alcançar 10% da receita.

A Selmi focará no desenvolvimento de novos sabores para o público nordestino, por meio de temperos diferenciados que acompanharão, por exemplo, o macarrão instantâneo. A fabricante também avalia fabricar embalagens de tamanhos diferentes. Outra alternativa considerada é destinar parte da produção da unidade para exportar a países da América Latina e da África. O projeto começou a ser estudado há dois anos. A capacidade de produção será de 3 mil toneladas. A previsão é de iniciar as operações em janeiro de 2012.

Não será tão fácil

A Abima (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias) aconselha a Selmi a apostar em experimentação no ponto de venda para apresentar seus produtos. Uma vez que produtos regionais são fortes pelos consumidores locais. "Ter a fábrica em Pernambuco é importante e vai ajudar a Selmi a ganhar competitividade na região, mas este é apenas um dos detalhes", afirma Cláudio Zanão, presidente da Abima.

Fonte: Brasil Econômico