2 SINAIS DE ALERTA mexem no preço do milho


Imagem: Pixabay


O fim iminente do La Niña oferece esperança, mas é tudo especulação.

Os preços do milho só fazem cair no mercado internacional, após meses de super valorização e com a chegada da nova safra brasileira. No entanto, dois fatores estão no radar e devem ser monitorados, pois possuem alto potencial de modificar as cotações nos próximos dias.

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O primeiro fator, mais próximo ao Brasil, é a prolongada estiagem na Argentina, que atrasou a semeadura do milho 2022/2023 e gerou incerteza sobre o volume da produção futura. De acordo com a Consultoria AgResource, o clima argentino e o potencial de expansão da seca se tornam “uma história potencial para a determinação do preço do milho se a seca persistir em janeiro”.

“O principal problema nesta temporada é que a Argentina não tem umidade no subsolo nem estoques de milho para extrair e, portanto, os rebaixamentos da produção têm um impacto de um para um no potencial de exportação. O fim iminente do La Niña oferece esperança, mas além do final de dezembro e início de janeiro o mercado não poderá mais especular sobre as condições climáticas futuras”, afirmam os analistas de mercado.

A AgResource espera que a safra de milho da Argentina seja de “60% a 65% plantada em 31 de dezembro, e o clima começa a determinar o potencial da safra imediatamente depois disso. A previsão de 10 dias é seca. Melhores chances de chuva são previstas no período de 11 a 15 dias, mas a confiança em detalhes de alcance estendido é baixa”.

FATOR UCRÂNIA

A segunda incógnita vem da incerteza sobre o potencial da Ucrânia de despejar mais milho no mercado. De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, a UkrAgroConsult revisou a safra de milho para 26,5 milhões de toneladas. Por sua vez, o Centro de Coordenação Conjunta informou que os embarques ucranianos nos portos do Mar Negro caíram cerca de 21% na semana de 11 de Dezembro, mesmo com a continuidade do “Corredor Humanitário”. Desde o acordo negociado em julho, a Ucrânia embarcou 13,6 milhões de toneladas de grãos pelos portos.

Fonte: Leonardo Gottems | Agrolink 

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