Cresce abate de bovinos e frangos e caí o de suínos no 2º trimestre

Cresce abate de bovinos e frangos e caí o de suínos no 2° trimestre
Imagem: Adobe Stock

No segundo trimestre de 2023, ocorreu um aumento no abate de bovinos e frangos. O abate de bovinos cresceu 12,6%, enquanto o de frangos aumentou 4,7%. No entanto, o abate de suínos diminuiu 1,0%, segundo o IBGE, em comparação ao mesmo período de 2022. Frente ao 1º trimestre de 2023, o abate de frangos caiu 3,2%, o de bovinos cresceu 13,4% e o de suínos recuou 0,6%.

A aquisição de leite totalizou 5,72 bilhões de litros, aumentando 4,0% comparado ao 2º trimestre de 2022, mas caindo 3,9% em relação ao trimestre anterior. Os curtumes adquiriram 8,38 milhões de peças de couro. Isso representa um aumento de 9,5% em relação ao 2º trimestre de 2022 e 8,5% em relação ao 1º trimestre de 2023.

A produção de ovos de galinha no 2º trimestre deste ano atingiu 1,05 bilhão de dúzias. Isso representa um aumento de 2,9% em relação ao ano anterior e de 2,0% em relação ao 1º trimestre de 2023.

Abate de bovinos sobe 12,6% em relação ao 2º tri de 2022

Aquisição de leite totalizou 5,72 bilhões de litros, aumentando 4,0% em relação ao 2º trimestre de 2022 e caindo 3,9% em relação ao trimestre anterior.

Os curtumes adquiriram 8,38 milhões de peças de couro. Isso representou um aumento de 9,5% em relação ao 2º trimestre de 2022 e 8,5% em relação ao 1º trimestre de 2023.

No 2º trimestre, a produção de ovos atingiu 1,05 bilhão de dúzias, aumento de 2,9% em relação a 2022 e 2,0% em relação ao 1º trimestre de 2023.

A aquisição de leite totalizou 5,72 bilhões de litros. Houve um aumento de 4,0% em relação ao 2º trimestre de 2022, mas uma queda de 3,9% em relação ao trimestre anterior.

Em maio, houve um abate total de 298,87 mil cabeças, com um aumento de 14,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O abate de fêmeas aumentou 23,9% em relação ao 2º período de 2022, registrando um recorde para a categoria novilhas. Enquanto isso, o abate de machos subiu 5,1% na mesma comparação.

O aumento no abate de bovinos de 934,45 mil cabeças no 2º trimestre de 2023 foi impulsionado por 18 das 27 unidades da federação. Os maiores incrementos ocorreram em Mato Grosso (+310,74 mil cabeças), Rondônia (+243,27 mil cabeças), Goiás (+187,91 mil cabeças), Tocantins (+43,36 mil cabeças), Minas Gerais (+42,69 mil cabeças), Bahia (+38,25 mil cabeças), Pará (+37,19 mil cabeças) e Rio Grande do Sul (+37,15 mil cabeças).

Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, com 17,0% da participação nacional, seguido por Goiás (10,9%) e São Paulo (10,6%).

Abate de suínos cai e interrompe alta iniciada em 2014

No 2º trimestre de 2023, ocorreram 14,08 milhões de abates de suínos. Houve diminuição de 1,0% em comparação ao mesmo período de 2022 e de 0,6% comparado ao 1º trimestre de 2023. Tal resultado interrompeu uma série de comparações anuais positivas que vinham desde o segundo trimestre de 2014.

No segundo trimestre de 2023, houve um abate de 148,23 mil cabeças de suínos a menos em comparação com 2022. Essa redução ocorreu em 17 das 24 unidades da federação.

Registrou-se quedas em: Rio Grande do Sul (-108,59 mil cabeças), Minas Gerais (-85,43 mil cabeças), São Paulo (-60,87 mil cabeças), Mato Grosso (-53,36 mil cabeças) e Goiás (-53,30 mil cabeças). Por outro lado, ocorreram maiores altas em: Santa Catarina (+133,33 mil cabeças), Paraná (+81,78 mil cabeças) e Mato Grosso do Sul (+15,20 mil cabeças).

No ranking das UFs, Santa Catarina lidera o abate de suínos, com 29,7% de participação nacional. Em seguida, vêm Paraná (21,4%) e Rio Grande do Sul (16,5%).

Abate de frangos tem melhor segundo trimestre na série histórica iniciada em 1997

No 2º trimestre de 2023, foram abatidas 1,56 bilhão de cabeças de frangos. Isso representou um aumento de 4,7% em relação ao mesmo período de 2022. No entanto, houve uma queda de 3,2% na comparação com o 1° trimestre de 2023. Esse desempenho marcou o melhor segundo trimestre na série histórica da pesquisa, que teve início em 1997, com os maiores registros já computados nos meses de maio e junho.

As 17 das 25 unidades da federação que participaram da pesquisa determinaram o abate de 70,03 milhões de cabeças de frangos a mais em relação ao segundo trimestre de 2022. Ocorreram aumentos em: Paraná (+29,01 milhões de cabeças), Goiás (+15,29 milhões de cabeças), São Paulo (+11,71 milhões de cabeças), Santa Catarina (+6,29 milhões de cabeças), Rio Grande do Sul (+3,88 milhões de cabeças), Minas Gerais (+3,72 milhões de cabeças) e Mato Grosso (+2,15 milhões de cabeças). Em contrapartida, ocorreram quedas em: Mato Grosso do Sul (-2,01 milhões de cabeças) e Bahia (-1,47 milhões de cabeças).

O Paraná lidera amplamente o abate de frangos, com 34,2% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,0%) e Rio Grande do Sul (12,9%).

Aquisição de leite cresce 4,0% na comparação anual

No 2º trimestre de 2023, a aquisição de leite cru pelos estabelecimentos sob inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal) totalizou 5,72 bilhões de litros, além disso, representando um aumento de 4,0% em relação ao 2° trimestre de 2022. Contudo, houve uma queda de 3,9% em comparação com o trimestre anterior.

O acréscimo de 217,77 milhões de litros de leite captados em nível nacional no comparativo do 2º trimestre de 2023 com o mesmo período de 2022 porquanto ocorreu em 22 das 26 UFs participantes da Pesquisa Trimestral do Leite. As variações positivas mais significativas por exemplo, ocorreram em Santa Catarina (+79,23 milhões de litros), Goiás (+35,97 milhões de litros), Rio Grande do Sul (+32,16 milhões de litros), entre outras. Em contrapartida, Minas Gerais e São Paulo tiveram decréscimos mais relevantes.

Minas Gerais liderou o ranking de aquisição de leite, com 23,0% da captação nacional, assim como, Paraná (14,3%), Santa Catarina (13,2%) e Rio Grande do Sul (12,6%).

Aquisição de couro cresce 9,5% em relação ao 2º tri de 2022

No 2º trimestre de 2023, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro declararam ter recebido 8,38 milhões de peças de couro. Ademais, esse total representa aumentos de 9,5% em relação ao mesmo trimestre de 2022 e de 8,5% em relação ao 1º trimestre de 2023.

O comparativo entre os 2º trimestres de 2022 e 2023 indica uma variação positiva de 728,68 mil peças no total adquirido pelos estabelecimentos. Em outras palavras, doze das 17 unidades da federação investigadas apresentaram aumentos. Igualmente, as variações positivas mais expressivas ocorreram em Rondônia (+216,10 mil peças), Goiás (+182,00 mil peças), Mato Grosso (+162,52 mil peças), Pará (+90,32 mil peças), São Paulo (+82,35 mil peças) e Paraná (+41,69 mil peças).

Mato Grosso continua a líder entre as Unidades da Federação que recebem peças de couro cru para processamento, com 16,2% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul e Goiás.

Produção de ovos de galinha atinge recorde de 1,05 bilhão de dúzias

No 2º trimestre de 2023, a produção de ovos de galinha atingiu 1,05 bilhão de dúzias. Essa quantidade, além disso, foi 2,9% maior que a do mesmo trimestre em 2022 e supera em 2,0% o trimestre imediatamente anterior. A produção alcançou o segundo maior registro, sendo a maior para um 2º trimestre desde o início da série histórica da pesquisa, em 1987.

As 29,03 milhões de dúzias adicionais de ovos produzidas nacionalmente, resultaram de aumentos em 20 das 26 UFs com granjas enquadradas na pesquisa. As maiores altas ocorreram no Paraná (+5,87 milhões de dúzias), Rio Grande do Sul (+4,76 milhões de dúzias), Ceará (+4,42 milhões de dúzias), São Paulo (+3,40 milhões de dúzias), Mato Grosso (+2,73 milhões de dúzias) e Goiás (+2,45 milhões de dúzias). Por outro lado, em contrapartida, a redução mais significativa foi no Espírito Santo (-2,28 milhões de dúzias).

Com 26,5% da produção nacional, São Paulo permaneceu o maior produtor de ovos no segundo trimestre de 2023. Isso foi seguido por Paraná (10,1%), Minas Gerais (8,9%) e Espírito Santo (8,0%).

Fonte: Datagro

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