Retrospectiva Cepea; hoje, acompanhe café, algodão, arroz e mandioca

CEPEA realiza retrospectiva do setor agricola em 2016

CAFÉ/CEPEA: Robusta é destaque em 2016; preço supera o do arábica pela 1ª vez na história

A forte alta nos preços do café robusta, tanto no mercado interno quanto no externo, marcou o ano de 2016, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Os aumentos foram tão intensos que, pela primeira vez na história, a cotação média desta variedade superou a do arábica. Na segunda quinzena de outubro, o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, chegou a ficar 13,17 reais/saca acima do Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista. Leia mais.

ALGODÃO/CEPEA: Quebra de safra 2015/16 e maior volume contratado elevam preço

Após acumular forte elevação de 35% em 2015, os preços do algodão seguiram em alta na maior parte de 2016, fechando o ano com aumento de 22,69%. Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o impulso veio da baixa disponibilidade de pluma no mercado doméstico, visto que boa parte da safra 2015/16 foi comprometida antecipadamente e houve uma inesperada quebra na colheita desta mesma temporada. Leia mais.

ARROZ/CEPEA: Quebra de safra e baixo estoque impulsionam cotação do casca em 2016

 

O preço da saca de arroz em casca no Rio Grande do Sul esteve em alta nos dois primeiros meses de 2016, assim como de abril a agosto, impulsionado pela baixa disponibilidade do produto. Porém, com o início da colheita da safra 2015/16, no final de fevereiro, mesmo com lento avanço em comparação com as safras anteriores, houve pressão sobre os valores. As informações são do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Leia mais.

MANDIOCA/CEPEA: Preços tiveram forte recuperação em 2016

O ano de 2016 foi marcado por preços recordes nominais de mandioca em alguns períodos, devido à menor oferta em boa parte do ano e ao crescimento da demanda industrial, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Apesar do cenário altista, a área plantada não teve avanço expressivo em 2016, por conta do endividamento de parte dos agricultores, pela menor disponibilidade de crédito para custeio e até de manivas. Leia mais.

Confira também a página Opinião Cepea

 Fonte: Agrolink