Produção de cloro cai 6,7% de janeiro a agosto, diz Abiclor

São Paulo, 27 - A produção de cloro recuou 6,7% de janeiro a agosto na comparação anual, para 789,7 mil toneladas, e a de soda cáustica caiu 7% para 866,3 mil toneladas, segundo informou a Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor).

A taxa de utilização da capacidade instalada foi de 77,5% no período, com queda de 7,1% ante igual etapa do ano anterior.

As vendas internas de soda cáustica registraram queda de 8,1% nos oito primeiros meses deste ano e as de cloro foram 12,3% menores.

O consumo aparente (produção + importações - exportações) de soda cáustica no ano, até agosto, atingiu 1,408 milhão de toneladas, diminuição de 8,1% frente a igual período de 2015. Já o consumo aparente de cloro teve queda de 6,6% sobre o ano anterior, alcançando 793,3 mil toneladas.

A expectativa da associação é que o mercado ensaie uma retomada até o fim do ano e a taxa de utilização da capacidade instalada volte a mostrar recuperação. "Parece que o fundo do poço ficou para trás, mas está todo mundo cauteloso ainda", afirma, em nota, o presidente da Abiclor, Alexandre de Castro. "Há certo otimismo atualmente em relação a 2017, mas não sei se isso se converterá em números", afirma.

O cloro e a soda são produtos intermediários utilizados em 16 setores da atividade, como metalurgia e siderurgia, papel e celulose, alumínio, têxtil, sabões e detergentes, alimentos e bebidas, tratamento de água, entre outros.

Soja sobe com menor oferta da nova safra Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (27.09) alta de 7,25 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,525 por bushel. O contrato de Janeiro/17 também subiu 7,25 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 8,00 centavos de Dólar.

Em dia de alta volatilidade, o mercado norte-americano da soja acabou fechando a sessão com ganhos nas principais cotações dos futuros. Com preços poucos atrativos, os produtores estão segurando a oferta da nova safra, o que provoca efêmeras subidas como essa registrada no fechamento de ontem.

 

Fonte: Agrolink

 

 

Milho sobe em movimento de ajuste de preços Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (27.09) alta de 2,75 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,3175 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 2,75 e 3,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho voltou a entregar ganhos nas principais cotações dos futuros, após quatro sessões consecutivas de perdas. As altas são reflexo apenas de um movimento de correção e ajuste técnico de preços, pois os fundamentos permanecem baixistas pela previsão de tempo seco nas maiores regiões produtoras.

 

Fonte: Agrolink

Seca reduz estoques de café robusta do Brasil e provoca demissões

A indústria de café robusta do Brasil está demitindo pessoas que transportam, processam e que trabalham em armazéns, praticamente vazios por dois anos de seca que afetaram a produção, no pior problema climático em oito décadas, segundo operadores e executivos do setor.

Embora os preços nunca tenham estado tão altos, entre 427 e 434 reais por saca de conilon --a variedade de robusta produzida no Brasil--, produtores esperam outra safra fraca em 2017 à medida que arrancam pés arruinados pela seca.

Considerando os preços atuais, a safra 2016 de café robusta do Brasil está avaliada em 1,2 bilhão de dólares.

As exportações de robusta caíram 90 por cento ao longo dos últimos 12 meses em comparação com o ano anterior, disse a associação de exportadores Cecafe.

Apesar de uma forte recuperação na produção de arábica devido ao retorno das chuvas, a safra 2016 de robusta no Espírito Santo, principal Estado produtor, caiu 40 por cento para 5,95 milhões de sacas, ante seu pico em 2014.

"Armazéns e segmentos da indústria de café daqui estão colocando funcionários em licença e transferindo alguns para outras áreas", disse Luis Polese, presidente da associação de comércio de café Sindicafé. "Infelizmente, trabalhadores menos capacitados estão sendo demitidos". Ele não pôde dizer quantos funcionários foram dispensados.

O robusta costumava compor cerca de um quarto da safra de café do Brasil.

As exportações de café robusta do Brasil são quase insignificantes em comparação com as exportações de arábica. No entanto, após o declínio ao longo do último ano da safra de robusta do Vietnã, as exportações de robusta do Brasil se tornaram mais importante para a oferta global.

 

Fonte: Reuters

Milho cai forte com melhora na previsão do tempo Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (26.09) baixa de 7,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,29 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 6,75 e 7,50 pontos.

O mercado norte-americano do milho abriu a semana com fortes perdas nas principais cotações dos futuros, pressionado pela previsão de trégua nas chuvas no Corn Belt. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) relatou ainda ontem que foi colhido 15% da área plantada nesta safra 2016/17, uma alta de seis pontos percentuais em relação à semana passada

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja segue em queda nos EUA Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (26.09) baixa de 9,75 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,4525 por bushel. O contrato de Janeiro/17 caiu 9,50 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 desvalorizou 9,25 centavos de Dólar.

O mercado norte-americano da soja registrou mais um dia de perdas nas principais cotações dos futuros, com movimentos de realização de lucro por parte dos investidores. Por outro lado, foram divulgadas novas previsões de clima mais seco e ameno, o que pode facilitar o trabalho a campo e segurar maiores desvalorizações.

 

Fonte: Agrolink

Falta de chuva preocupa produtores de laranja e café do SE

Um corredor de umidade sobre grande parte da região centro-norte do Brasil colaborou para a ocorrência de pancadas de chuvas sobre o Mato Grosso, norte de Goiás, Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Bahia e metade norte de Minas Gerais, bem como no Espírito Santo.

A chuva, principalmente nas regiões norte e noroeste do Mato Grosso possibilitarão que o plantio da soja avance, além de manter o solo com níveis razoáveis de umidade. Contudo, como serão chuvas irregulares, uma ou outra propriedade poderá não ser beneficiada com essas chuvas, alerta o agrometeorologista, Marco Antonio Santos.

A tendência é que durante a semana novas pancadas irregulares de chuva continuem a ocorrer sobre a faixa norte do Brasil. Porém, os modelos matemáticos de previsão continuam dando chuvas muito abaixo da média para o mês de outubro em grande parte da região Centro-oeste e Sudeste, bem como no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

No Sudeste, apesar da passagem de uma frente fria neste primeiro fim de semana de Primavera foi observado apenas pancada de chuvas isoladas, o que ocasionou apenas paralisações momentâneas na realização da colheita da cana de açúcar. Já o café e a laranja onde as plantas estão em fase de floração, a ausência de chuvas regulares vem preocupando os produtores. O motivo é que os solos não apresentam níveis de umidade suficientes para garantir um pleno pegamento da florada e, sobretudo, o desenvolvimento dos “chumbinhos”. De acordo com a Climatempo, uma nova frente fria deve avançar sobre a região no próximo final de semana (01/10 e 02/10), e com isso, novas pancadas de chuvas deverão ocorrer, porém, de forma irregular.

No Sul, bem como na região sul do Mato Grosso do Sul, a falta de chuvas regulares sobre a região vem preocupando os produtores, pois os plantios de arroz, milho, feijão e soja avançam a passos largos e os solos já não apresentam mais níveis elevados de umidade, para garantir condições confortáveis de desenvolvimento da planta.

A meteorologia prevê o retorno das chuvas no final de semana, por conta do avanço de uma nova frente fria. O volume de chuva não será muito alto, mas suficiente para permitir uma melhora nas condições hídricas do solo e consequentemente ao desenvolvimento das plantas e continuidade do plantio. Vale lembrar, que é importante o produtor ter cautela, já que uma ou outra localidade poderá não ser beneficiada pela chuva. O mesmo vale para as áreas produtoras de soja do Centro-oeste, onde as chuvas, devido ao resfriamento das águas do Oceano Pacífico, se manterão irregulares durante essas próximas quatro semanas, alerta Santos.

Com relação ao frio, a presença de uma massa de ar polar sobre o Sul do Brasil acarretou o declínio acentuado das temperaturas mínimas. Foi observado pontos de geada em alguns municípios da região, porém, não houve danos ou perdas significativas em lavouras de milho, trigo, feijão e arroz, que pudessem ser relatadas. Porém, algumas áreas de pastagens foram afetadas o que manterá as condições desfavoráveis à produção de leite. A tendência é o enfraquecimento da massa e a gradativa elevação da temperatura.

 Fonte: climatempo

Fry: Global palm oil output to recover in H1 2017

Fry: ‘The 2017 first half rebound will almost offset the 2016 first half collapse.’

 

 

Palm oil analyst says this will happen as El Nino effects fade

KUALA LUMPUR: Global palm oil production will recover in 2017, increasing by four million tonnes in the first half of next year from the same time in 2016, said leading industry analyst James Fry, after the crop-damaging El Nino weather event reduced output this year.

Rising palm oil production could dampen benchmark palm oil prices, which hit a five-month high on tight market supplies in early trade on Wednesday.

Palm futures rose 0.2 % to RM2,683 (US$653) per tonne at the midday break yesterday, up 3.4% so far this week.

 
 

“The 2017 first half rebound will almost offset the 2016 first half collapse,” said Fry, chairman of commodities consultancy LMC International, in a speech at the industry conference Globoil India yesterday.

Fry also forecasts a rise in global palm production in the second half of 2017 by over two million tonnes from the corresponding period this year.

2016 palm oil production was impacted by the El Nino, a warming of the Eastern Pacific Ocean waters which brings dry weather across South-East Asia and lowers palm yields in top producers Indonesia and Malaysia.

Fry last forecast in March that global palm oil production could fall by over two million tonnes this year, and saw Southeast Asian output declining by 4 million tonnes.

For the last quarter of 2016, Fry estimates Malaysian inventories to climb to a range between 1.75 to 1.80 million tonnes.

“Crude palm oil output will resume year-on-year growth, but we have the seasonal slowdown after November,” he said.

“Malaysian Palm Oil Board (MPOB) stocks will settle at 1.75-1.80 million tonnes in October-December, and will then fall back until they soar from Q2 onwards.”

Palm oil end-stocks in Malaysia, the world’s No. 2 producer after Indonesia, fell to a near six-year low of 1.46 million tonnes in August, according to data from industry regulator MPOB.

Indonesian output may fall by 0.6 million tonnes in the third quarter this year, but could rise by 0.2 million tonnes from October to December, Fry said.

Fry also forecast that CPO prices would ease to $650 a tonne on a free-on-board basis in November and December, and “move up briefly in January to February” before falling to US$550 next year, based on a Brent crude oil forecast of US$45 per barrel.

CPO was trading at US$705 a tonne on a free-on-board basis yesterday.— Reuters

Universidade argentina cria biopesticida contra gorgulho do milho

Uma equipe multidisciplinar da Universidade Nacional de Córdoba (UNC) desenvolveu um biopesticida a base de compostos naturais para o controle do gorgulho (Sitophilus zeamais) no milho. Integrada por biólogos, químicos e microbiólogos, a iniciativa é dirigida por Julio Zygadlo e levou quatro anos de trabalho para chegar ao resultado apresentado agora.

As experiências começaram com a extração de azeites essenciais de plantas aromáticas, algumas nativas da Argentina como a menta peperina (Minthostachys verticillata) e o tomilho (Thymus vulgaris). O objetivo foi identificar os componentes dos óleos e seu nível de toxicidade contra as pragas, especialmente contra insetos.

“O gorgulho que ataca o milho é muito danoso, porque todo seu ciclo de vida se desenvolve dentro do grão, comendo todo o endosperma – que é a base dos nutrientes”, aponta uma das pesquisadoras da iniciativa, Jimena Herrera. Ela enfatiza que a formulação obtida com base em compostos naturais provenientes destes óleos essenciais produzem uma interação sinérgica capaz de combater o gorgulho sem efeito tóxico sobre o milho.

De acordo com a UNC, os biopesticidas devem ganhar cada vez mais espaço na agricultura argentina por não serem prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. Os inseticidas sintéticos mais utilizados para o controle do gorgulho naquele país – como a Fosfina (Hidreto de fósforo – PH3) e o Bromometano (Bromuro de metilo) estão proibidos e restringidos (respectivamente) pelo Ministério da Saúde da Argentina.

De acordo com a pesquisadora, o uso indiscriminado de alguns pesticidas tornou algumas pragas resistentes a essas substâncias, o que levou a aplicações de doses cada vez mais altas: “Frente a esse panorama, poderíamos dizer que há biopesticidas que são mais efetivos que os sintéticos, além de atuarem mais rápido, sem afetar a matéria prima”.

Até agora os ensaios e testes da UNC foram realizados ‘in vitro’, sob condições controladas. O objetivo dos pesquisadores agora é passar a maiores escalas para provar que o produto não se deteriora em ambientes externos. “No laboratório obtivemos muito bons resultados, mas é necessário ampliar os testes a campo. Mas para isso precisamos políticas de Estado e apoio financeiro, mas sobretudo uma mudança de concepção nas práticas agrícolas”, defende Jimena.

 

Fonte: Agrolink

Brasil vai dobrar disponibilidade de trigo para consumo humano

O Brasil deverá dobrar sua disponibilidade de trigo para consumo humano em 2016 na comparação com a temporada do ano passado. A projeção é do analista sênior da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco.

O volume previsto de colheita de trigo bom para moagem no Paraná nesta temporada (3,32 milhões de toneladas) é equivalente ao volume total de trigo para moagem que o Brasil colheu na safra anterior. No ciclo 2015/16, foram obtidas 5,5 milhões de toneladas, das quais 2,3 milhões de toneladas de trigo forrageiro, impróprio para consumo humano. 

“Então, se o Brasil de fato colher 6,2 milhões de toneladas de trigo para moagem na atual temporada, teremos o dobro da disponibilidade interna do que tivemos na safra passada, com as devidas repercussões sobre os preços (para mais baixo). Isto terá reflexos nas importações e nos preços (ambos menores)”, aponta Pacheco.

Fonte: Agrolink

 

PGR questiona legalidade da pulverização aérea contra Aedes aegypti

A Procuradoria-Geral da República (PGR) questiona no Supremo Tribunal Federal a constitucionalidade da pulverização aérea contra Aedes aegypti em áreas urbanas. A Lei 13.301/2016 foi sancionada pelo presidente Michel Temer no último mês de junho, mas a PGR acusa a liberação de atender a “interesse das empresas de aviação agrícola”.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5.592) proposta pelo procurador-geral Rodrigo Janot sustenta que a lei “subverte o modelo constitucional e altera o regime jurídico de proteção ao ambiente e à saúde, com potencial para causação imediata de danos aos ecossistemas e intoxicação de pessoas”.

Para pedir a suspensão da medida, a PGR se baseia em pareceres de instituições como a Fiocruz, o Conselho Nacional da Saúde e o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde. Essas recomendações técnicas são todas contrárias à pulverização aérea em áreas urbanas contra o mosquito vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Entre os argumentos, essas instituições apontam problemas como a deriva e a necessidade de doses maiores de insecticida nas aplicações aéreas em relação aos tratamentos terrestres. A Nota Informativa 128/2016 do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis chega a afirmar que a dispersão aérea “é uma estratégia que hoje não tem sua eficácia comprovada”.

Em conclusão, Janot sustenta que “a dispersão de produtos químicos por aeronaves é atividade de interesse das empresas de aviação agrícola, que, por meio do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), pressionam o Ministério da Saúde nesse sentido”.

O presidente do Sindag, Júlio Augusto Kämpf, garante que “não existe risco à saúde e ao meio ambiente”, e reclama que o assunto é tratado “preconceituosamente”. “Essa tecnologia é usada em vários países do mundo, como Cuba e EUA, e é reconhecida pela OMS. Os produtos recomendados são fitossanitários de uso em áreas urbanas”, pontua.

“A aviação agrícola está colocando mais uma ferramenta para o País, que está vivendo uma epidemia desse vetor. Isso não invalida os outros métodos. Simplesmente se agrega mais tecnologia pra gente sair dessa situação”, conclui Kämpf.

 

Fonte: Agrolink

Biotina e sua importância na Alimentação de Vacas Leiteiras

Para a John Deere, a tendência é de que os resultados sejam semelhantes aos registrados em 2015. Tratores e colheitadeiras são os produtos mais procurado.
“Este ano percebe-se a retomada dos negócios e acreditamos que nos dois próximos anos teremos resultados ainda melhores”, comenta o gerente regional de vendas da John Deere, Tangleder Lambrecht.

O incremento da dieta de vacas leiteiras deve ser uma preocupação constante do produtor. Estudos demonstram melhora na saúde e na produção dos animais quando sua alimentação passa por um “ajuste fino”, com o emprego de novas tecnologias, entre elas: minerais orgânicos, aminoácidos protegidos e vitaminas específicas. O seu uso fornece ao rúmen um ambiente mais equilibrado e favorável ao desenvolvimento da microbiota ruminal, permitindo que animais de boa genética expressem todo seu potencial.
 
A biotina é uma vitamina hidrossolúvel do complexo B, também denominada de vitamina H. Ela atua como cofator enzimático em diversas reações do metabolismo como: respiração celular, lipogênese, gliconeogênese, metabolismo de aminoácidos e também está ligada, por suas enzimas dependentes, ao metabolismo de propionato, que é a fonte de energia para a produção de leite.
 
Dietas com alta inclusão de concentrados diminuem proporcionalmente a suplementação de biotina, já que grãos têm baixa concentração dessa vitamina e o meio ruminal mais ácido também dificulta sua síntese. Dessa forma torna-se fundamental suplementação de animais de alta produção com biotina.
Um dos estudos de avaliação da suplementação de biotina foi realizado por Zimmerly e Weiss em 2011. Dentre os resultados obtidos o que mais chamou a atenção, num grupo testado de 45 animais, foi o incremento de até 7% na produção de leite.
 
Sua suplementação também é muito importante para síntese de queratina, proteína estrutural da epiderme do casco, ou seja, ela é um fator essencial para a substância cimentante intracelular, fazendo a ligação entre os folhetos de queratina do casco (Muling et al 1999).
 
Com esses resultados e a evidência de seus benefícios, a biotina vem sendo amplamente utilizada na suplementação de dietas de vacas leiteiras, conferindo maior saúde aos cascos dos animais, proporcionando longevidade e aumento na produção.
 
Para atender essa necessidade, a QUIMTIA S/A lançou o NUVILEITE PREMIUM MB. Núcleo vitamínico mineral, formulado como ingredientes de alta tecnologia para atender as demandas e constantes desafios de vacas leiteiras de alta produção. Dentre os principais ingredientes podemos citar: biotina, zinco orgânico, tamponante ruminal e ionóforo.

 

Fonte: Agrolink

Estudo aponta que o agronegócio brasileiro ainda se comunica com voz muito baixa

Como o Agro Brasil compete com seus concorrentes? Essa pergunta despertou um inédito estudo que compara a atuação digital do Brasil com 12 países. “Descobrimos que o agronegócio brasileiro se comunica com uma voz ainda muito baixa”, informa Flavio Azevedo, diretor da GIG. A conclusão foi apresentada no evento ‘Estratégias de Comunicação para Mídias Digitais’, iniciativa da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), realizado em São Paulo.
 
“O objetivo da pesquisa é juntar um grande volume de informações para nos ajudar a trabalhar um projeto de imagem do agronegócio tanto interna quando internacionalmente. Vamos trilhar um caminho para definir uma estratégia eficaz e aproveitar os bons exemplos já existentes no mundo”, destacou Flávio na palestra ‘Mundo Digital: Como o Agro Brasil compete com seus concorrentes?’.
 
Para o especialista, que também é diretor da ABMRA, no mundo atual não existe meio de comunicação mais acessível do que a internet e esse canal precisa ser utilizado para fortalecer o agronegócio nacional. “A pesquisa foi iniciada na Associação. Fizemos a investigação no momento certo e nos surpreendemos com os resultados. O próximo passo é ser efetivo e criar um grande projeto de valorização do setor produtivo brasileiro”, ressaltou.
 
Mais de 60 profissionais de mídia, comunicação e marketing e empresários do agronegócio acompanharam também a palestra ‘O Mundo digital como safra agrícola’, proferida por João Wady Cury, da Punch Interativa. Na apresentação, o jornalista e escritor abordou a construção da comunicação com os internautas e suas formas de manifestação, além de compartilhar sua experiência, contando um pouco da concepção de campanhas digitais de grandes empresas.
 
A forma como as informações são semeadas nas redes sociais e a colheita das opiniões dos internautas foram destacados pelo jornalista. “Se você planta sementes boas no momento certo, colherá coisas boas. Temos de deixar de ser ingênuos. Nada vem de graça. É preciso muito suor e trabalho a longo prazo. Comunicação se faz de dois, três anos pra mais, analisando o mercado e entendendo as suas tendências”, explicou João Cury.

 Fonte: Agrolink

Mercado de fertilizantes leva PGG Chemical Corp a investir em expansão

A expansão observada do mercado internacional de fertilizantes levou a empresa PGG Chemical Corp, com sede em Passo Fundo, a projetar uma ampliação de suas instalações. Com foco nesse cenário positivo, a empresa informou à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do RS que projeta realizar um investimento de R$ 1,5 milhão na ampliação de sua área administrativa naquela cidade. Atuando no mercado do comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo a empresa assinala que o crescimento das lavouras de alto potencial produtivo depende da atenção à nutrição das plantas e na aplicação de soluções sustentáveis.

Na reunião, coordenada pela Sala do Investidor da SDECT, e que teve a presença do secretário Fábio Branco, o diretor da empresa, Magno Rodrigo Moreira, detalhou o projeto de expansão que irá gerar cerca de mais 75 empregos diretos. Assinalou que ao comercializar produtos oriundos de uma rede global de fornecedores homologados e certificados internacionalmente, garante a qualidade das tecnologias que são levados aos clientes, cada um com suas especificidades. Destacou, ainda, a parceria que mantém com a empresa CJ do Brasil, de origem sul-coreana, que desenvolve produtos biotécnicos e fornece suplementos nutricionais para agricultura.

Os executivos da empresa receberam informações detalhadas sobre licenciamento ambiental por parte da FEPAM e os relacionados com as linhas de financiamento operadas pelo BRDE, Badesul e Banrisul, que integram o Sistema de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul. A reunião contou com a participação do gestor financeiro da PGG, Clever Ronaldo Bressan e do secretário de Desenvolvimento Econômico de Passo Fundo, Carlos Eduardo Lopes da Silva.

 

Fonte: Agrolink

Citros/Cepea: Laranja pera é negociada acima dos R$ 30,00/cx

As lavouras de laranja do estado de São Paulo estão em “pico de safra” e os preços da fruta são negociados pelo dobro do valor verificado no mesmo período do ano passado. Segundo dados do Cepea, na parcial de setembro (até o dia 22), a média da pera de mesa é de R$ 25,92/cx de 40,8 kg, 97% acima do valor setembro/15, em termos nominais.

Alguns negócios são fechados acima dos R$ 30,00/cx de 40,8 kg. O impulso aos valores na roça vem da oferta limitada no estado paulista, da demanda aquecida no mercado de mesa, da forte absorção de laranja pera pelas indústrias paulistas e dos volumes já comprometidos em contratos de curto e médio prazos. A expectativa é que os valores avancem ainda mais até o fim desta safra, já que boa parte dos produtores aposta em escassez da variedade.

 

Fonte: Cepea

Fertilizantes de fórmula diferenciada aumentam produtividade na soja

Fertilizantes de fórmula diferenciada, que possuem altas concentrações de nitrogênio, fósforo e enxofre, aumentam significativamente a produtividade da soja. Essa foi a conclusão de estudo da Universidade Federal de Santa Maria, em parceria com a Mosaic Fertilizantes, desde a safra 2012/13 até a temporada 2015/16 no Rio Grande do Sul. 

No estudo, que também envolveu a Cooperativa Central Gaúcha Leiteira (CCGL), foram comparadas plantações de soja com fertilizantes convencionais e fertilizantes premium. Para a realização da pesquisa, todos os nutrientes foram balanceados e todos os nutrientes faltantes no plantio foram aplicados a lanço em cobertura.

“A produtividade da soja onde foi aplicado o fertilizante com nitrogênio, fósforo e enxofre em sua fórmula teve, nos 4 anos de estudo, uma média 57 sacas por hectare, 4 sacas a mais do que a média obtida com MAP e 3 sacas a mais do que obtido com os fertilizantes formulados 00.20.20 e 05.25.25”, aponta a Comunicação da Mosaic. Também foi analisado o peso de 100 grãos de soja de cada safra. O fertilizante fosfatado com enxofre elementar e sulfato resultou em média 16.31g, enquanto o MAP, 00.20.20 e 05.25.25 resultaram em 16.07g, 16.25g e 16.02g, respectivamente. 

“Sempre reforçamos o dado de que a fertilidade do solo pode ser responsável por até 60% da produtividade da lavoura e, ao observarmos os resultados deste estudo, fica evidente as vantagens do uso de fertilizantes com fórmula diferenciada”, afirma Silvano Abreu, especialista agronômico na Mosaic.

 

Fonte: Agrolink