Estudo aponta que o agronegócio brasileiro ainda se comunica com voz muito baixa

Como o Agro Brasil compete com seus concorrentes? Essa pergunta despertou um inédito estudo que compara a atuação digital do Brasil com 12 países. “Descobrimos que o agronegócio brasileiro se comunica com uma voz ainda muito baixa”, informa Flavio Azevedo, diretor da GIG. A conclusão foi apresentada no evento ‘Estratégias de Comunicação para Mídias Digitais’, iniciativa da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), realizado em São Paulo.
 
“O objetivo da pesquisa é juntar um grande volume de informações para nos ajudar a trabalhar um projeto de imagem do agronegócio tanto interna quando internacionalmente. Vamos trilhar um caminho para definir uma estratégia eficaz e aproveitar os bons exemplos já existentes no mundo”, destacou Flávio na palestra ‘Mundo Digital: Como o Agro Brasil compete com seus concorrentes?’.
 
Para o especialista, que também é diretor da ABMRA, no mundo atual não existe meio de comunicação mais acessível do que a internet e esse canal precisa ser utilizado para fortalecer o agronegócio nacional. “A pesquisa foi iniciada na Associação. Fizemos a investigação no momento certo e nos surpreendemos com os resultados. O próximo passo é ser efetivo e criar um grande projeto de valorização do setor produtivo brasileiro”, ressaltou.
 
Mais de 60 profissionais de mídia, comunicação e marketing e empresários do agronegócio acompanharam também a palestra ‘O Mundo digital como safra agrícola’, proferida por João Wady Cury, da Punch Interativa. Na apresentação, o jornalista e escritor abordou a construção da comunicação com os internautas e suas formas de manifestação, além de compartilhar sua experiência, contando um pouco da concepção de campanhas digitais de grandes empresas.
 
A forma como as informações são semeadas nas redes sociais e a colheita das opiniões dos internautas foram destacados pelo jornalista. “Se você planta sementes boas no momento certo, colherá coisas boas. Temos de deixar de ser ingênuos. Nada vem de graça. É preciso muito suor e trabalho a longo prazo. Comunicação se faz de dois, três anos pra mais, analisando o mercado e entendendo as suas tendências”, explicou João Cury.

 Fonte: Agrolink

Mercado de fertilizantes leva PGG Chemical Corp a investir em expansão

A expansão observada do mercado internacional de fertilizantes levou a empresa PGG Chemical Corp, com sede em Passo Fundo, a projetar uma ampliação de suas instalações. Com foco nesse cenário positivo, a empresa informou à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do RS que projeta realizar um investimento de R$ 1,5 milhão na ampliação de sua área administrativa naquela cidade. Atuando no mercado do comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo a empresa assinala que o crescimento das lavouras de alto potencial produtivo depende da atenção à nutrição das plantas e na aplicação de soluções sustentáveis.

Na reunião, coordenada pela Sala do Investidor da SDECT, e que teve a presença do secretário Fábio Branco, o diretor da empresa, Magno Rodrigo Moreira, detalhou o projeto de expansão que irá gerar cerca de mais 75 empregos diretos. Assinalou que ao comercializar produtos oriundos de uma rede global de fornecedores homologados e certificados internacionalmente, garante a qualidade das tecnologias que são levados aos clientes, cada um com suas especificidades. Destacou, ainda, a parceria que mantém com a empresa CJ do Brasil, de origem sul-coreana, que desenvolve produtos biotécnicos e fornece suplementos nutricionais para agricultura.

Os executivos da empresa receberam informações detalhadas sobre licenciamento ambiental por parte da FEPAM e os relacionados com as linhas de financiamento operadas pelo BRDE, Badesul e Banrisul, que integram o Sistema de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul. A reunião contou com a participação do gestor financeiro da PGG, Clever Ronaldo Bressan e do secretário de Desenvolvimento Econômico de Passo Fundo, Carlos Eduardo Lopes da Silva.

 

Fonte: Agrolink

Citros/Cepea: Laranja pera é negociada acima dos R$ 30,00/cx

As lavouras de laranja do estado de São Paulo estão em “pico de safra” e os preços da fruta são negociados pelo dobro do valor verificado no mesmo período do ano passado. Segundo dados do Cepea, na parcial de setembro (até o dia 22), a média da pera de mesa é de R$ 25,92/cx de 40,8 kg, 97% acima do valor setembro/15, em termos nominais.

Alguns negócios são fechados acima dos R$ 30,00/cx de 40,8 kg. O impulso aos valores na roça vem da oferta limitada no estado paulista, da demanda aquecida no mercado de mesa, da forte absorção de laranja pera pelas indústrias paulistas e dos volumes já comprometidos em contratos de curto e médio prazos. A expectativa é que os valores avancem ainda mais até o fim desta safra, já que boa parte dos produtores aposta em escassez da variedade.

 

Fonte: Cepea

Fertilizantes de fórmula diferenciada aumentam produtividade na soja

Fertilizantes de fórmula diferenciada, que possuem altas concentrações de nitrogênio, fósforo e enxofre, aumentam significativamente a produtividade da soja. Essa foi a conclusão de estudo da Universidade Federal de Santa Maria, em parceria com a Mosaic Fertilizantes, desde a safra 2012/13 até a temporada 2015/16 no Rio Grande do Sul. 

No estudo, que também envolveu a Cooperativa Central Gaúcha Leiteira (CCGL), foram comparadas plantações de soja com fertilizantes convencionais e fertilizantes premium. Para a realização da pesquisa, todos os nutrientes foram balanceados e todos os nutrientes faltantes no plantio foram aplicados a lanço em cobertura.

“A produtividade da soja onde foi aplicado o fertilizante com nitrogênio, fósforo e enxofre em sua fórmula teve, nos 4 anos de estudo, uma média 57 sacas por hectare, 4 sacas a mais do que a média obtida com MAP e 3 sacas a mais do que obtido com os fertilizantes formulados 00.20.20 e 05.25.25”, aponta a Comunicação da Mosaic. Também foi analisado o peso de 100 grãos de soja de cada safra. O fertilizante fosfatado com enxofre elementar e sulfato resultou em média 16.31g, enquanto o MAP, 00.20.20 e 05.25.25 resultaram em 16.07g, 16.25g e 16.02g, respectivamente. 

“Sempre reforçamos o dado de que a fertilidade do solo pode ser responsável por até 60% da produtividade da lavoura e, ao observarmos os resultados deste estudo, fica evidente as vantagens do uso de fertilizantes com fórmula diferenciada”, afirma Silvano Abreu, especialista agronômico na Mosaic.

 

Fonte: Agrolink

 

Embrapa disponibiliza soja BRS 7380RR resistente a nematoides

Lançada no ano passado, a cultivar transgênica de soja BRS 7380RR é a sugestão da Embrapa Cerrado para atender produtores de Goiás, Distrito Federal, Oeste da Bahia, Noroeste de Minas Gerais e Mato Grosso. A semente oferece resistência aos nematoides de cisto (raças 3, 4, 6, 9, 10 e 14) e de galhas (Meloydogine incognita e M. javanica). Desenvolvida em parceria com a Fundação Cerrado, o novo material é de ciclo precoce (105 a 110 dias) e resistente ao herbicida glifosato.

A soja BRS 7380RR também tem baixo fator de reprodução ao nematoide Pratylenchus spp., além de ser totalmente adaptada ao Bioma Cerrado. Por estas características de resistências múltiplas a nematoides e por seu ciclo precoce, a cultivar é indicada para locais onde será feita sucessão de culturas com milho e sorgo, para regiões cujos solos apresentam histórico de problemas com essa doença, aumentando a sustentabilidade agrícola.

"É uma cultivar de crescimento indeterminado, que cresce bem e engalha nas condições agroclimáticas do bioma Cerrado. Isso é importante porque no Cerrado o clima é instável, e às vezes o estande fica com poucas plantas. Essa cultivar tem a capacidade de engalhar e ocupar os espaços, compensando o estande baixo com produtividade", explica o pesquisador responsável Sebastião Pedro.

De acordo com a Embrapa, outros pontos fortes da BRS 7380RR são a estabilidade e a elevada produtividade. “Na hora de escolher a variedade, o que mais chama a atenção do produtor é o teto produtivo. É um material que confere grandes vantagens ao produtor, e é mais uma tecnologia que traz sustentabilidade econômica, social e ambiental ao sistema”, completou o pesquisador.
 Fonte: Agrolink

Argentina: Syngenta lança tecnologia de tratamento de sementes de sorgo

De olho no grande mercado chinês, que abriu suas portas para o sorgo argentino no ano passado, a cultura deve se tornar uma das grandes apostas dos produtores daquele país. Em função dessa demanda, a Syngenta anunciou o lançamento de uma tecnologia que combina três tipos de tratamento para a semente de sorgo.

O primeiro tratamento é com o produto Concept III, um antídoto que protege o sorgo da fitotoxicidade de graminicidas (como Dual Gold o Bicep Pack, uma mistura de Gesaprim 90 e Dual Gold). Trata-se de proteger a planta contra resíduos destes herbicidas utilizados para controlar latifoliadas e gramíneas.

Em seguida é aplicado Maxim XL, que contém dois fungicidas sistêmicos combinados para o controle de doenças de semente, solo e armazenagem. Conjuntamente, o sorgo é tratado também com Cruiser 60bFS Sementeiro, um inseticida especialmente eficaz contra larvas que se alojam no solo (Diloboderus abderus; Dyscinetus gagates; Cyclocephala spp.).

Esse triplo tratamento profissional é realizado na origem, por sementeiros de sorgo, para garantir que a aplicação de doses exatas, através de um controle eletrônico e com produtos uniformemente distribuídos para conseguir uma cobertura homogênea. De acordo com a fabricante, somente assim é possível assegurar uma germinação e um desenvolvimento inicial para que o híbrido de sorgo possa demostrar todo seu potencial a campo.

 Fonte: Agrolink

Estudo aponta queda no preço de hortaliças e alta no valor das frutas

A queda na maioria dos preços das hortaliças é destaque no 9º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado nesta terça-feira (20) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Batata e cebola lideram a baixa de preço em todos os mercados estudados. Os maiores percentuais de redução para as duas hortaliças aconteceram na Ceasa Brasília: 23% para batata e 27,8% para cebola. Alface e cenoura também registraram recuo de valores na maioria das centrais de abastecimento analisadas. As quedas nos preços aconteceram devido às condições climáticas favoráveis que aumentaram a oferta dos produtos.

A exceção deste mês foi o tomate, que registrou aumento em sete das nove Ceasas estudadas. Os maiores reajustes aconteceram nos entrepostos de Campinas (SP) e de Belo Horizonte (MG) com índices de 37,26% e 33,55%, respectivamente. Já nas centrais de abastecimento de Fortaleza e Recife houve queda de 10,10% e 4,11%, respectivamente. A alta nos preços do tomate pode se repetir em setembro, em função das adversidades climáticas.

Frutas

Após três meses de queda contínua de preços, o mamão apresenta alta generalizada e substancial. Nas centrais de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília, a fruta teve aumento de três dígitos, com índices subindo entre 118,24%, em Brasília, e 159,43%, em BH. O menor reajuste aconteceu nas capitais nordestinas, Recife (39,34%) e Fortaleza (41,81%). A tendência deve se manter até o fim do ano, resultado da redução da oferta em razão da seca no norte de Minas Gerais e no oeste do Espírito Santo.


Banana também apresentou alta nos valores, principalmente em Curitiba (39,37%) e Campinas (38,49%). O aumento também se deu pela queda na oferta, mas devido as geadas e queda da temperatura em algumas regiões produtoras. Já a melancia apresentou queda de preços em seis dos nove mercados estudados, em função da safra de Goiás e Tocantins, com aumentos apenas no Nordeste - entre 10% em Recife e 15,7% em Fortaleza.


O levantamento é feito mensalmente, a partir de informações fornecidas por grandes mercados atacadistas no país, por meio do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Conab. Para a análise do comportamento dos preços de agosto, foram considerados os principais entrepostos dos estados de SP, MG, RJ, ES, PR, CE, PE e DF.


A íntegra do boletim pode ser acessada no link do site  www.prohort.conab.gov.br

 Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

Austrália prevê exportar menos carne bovina, e Brasil deve tomar mercado na China

A Austrália reduziu a previsão para as exportações de carne bovina para a temporada 2016/17 em quase 7 por cento, com produtores freando o abate de gado à medida que buscam reconstruir rebanhos ante mínimas de 20 anos após três anos de seca.

Embarques do quarto maior exportador mundial de carne devem totalizar 1,025 milhão de toneladas na temporada, disse o Australian Bureau of Agriculture, Resource Economics and Rural Sciences (Abares), abaixo da previsão de junho de 1,1 milhão de toneladas e ante as 1,17 milhão de toneladas no ano anterior.

A Austrália vai dar aos países rivais na exportação de carne bovina a chance de ganhar participação de mercado em grandes consumidores como a China, onde uma classe média em rápida expansão está desenvolvendo gosto por bifes e hamburgueres.

A retração nas exportações australianas ocorrem no momento em que países da América do Sul, em especial o Brasil, buscam expandir as exportações para grandes mercados como a China.

Pela primeira vez em julho o Brasil se tornou o maior fornecedor de carne bovina para a China, enquanto as remessas australianas caíram em 45 por cento, mostraram dados do órgão industrial Meat and Livestock Australia.

Neste mês, o ministro da Agricultura do Brasil, Blairo Maggi, esteve na Ásia em missão para ampliar as exportações brasileiras.

"O Brasil vai ser uma pedra grande no sapato deles (da Austrália)... China é mercado de preço, por conta da renda média do cidadão chinês. Considerando o valor da arroba bovina brasileira em dólar ante a arroba australiana em dólar, eles devem substituir a carne australiana pela brasileira", disse Lygia Pimentel, diretora da consultoria Agrifatto.

O Brasil é o maior exportador global de carne bovina.

(reportagem adicional de Roberto Samora)

 

Fonte: Reuters

Depois das quedas, preço do suíno teve ligeira recuperação

Nas granjas paulistas o mercado de suínos teve ligeira recuperação na última semana. A arroba do suíno terminado está cotada, em média, em R$77,00, alta de 1,3% no período.

Alguns produtores mostraram certa retração nas ofertas, o que acabou gerando as adequações nos preços.

No entanto, os volumes vendidos no atacado não avançaram em nenhum momento este mês, mesmo estando na primeira quinzena, onde comumente observamos maior movimentação no mercado.

A carcaça especial permaneceu cotada em R$6,00/kg.

A boa notícia fica para as recentes reduções no preço do milho, principal insumo utilizado na alimentação, que melhorou o poder de compra do suinocultor no período. Atualmente, em Campinas-SP é possível comprar 6,08 quilos de milho com um quilo de suíno, melhora de 6,3% em relação à semana passada.

No curto prazo não são esperadas alterações positivas nos preços no mercado de suínos, visto a pouca demanda interna pelo produto.

 

 

Fonte: Scot Consultoria

Soja/Cepea: Oferta reduzida sustenta cotações no BR

Com a finalização do vazio sanitário da soja em diversos estados produtores, as atenções se voltam ao cultivo da oleaginosa. De acordo com colaboradores do Cepea, se o clima continuar favorável, com umidade do solo suficiente, os trabalhos devem começar a ganhar força.

A oferta de soja no mercado doméstico, por sua vez, ainda é considerada restrita. A baixa disponibilidade e a valorização do dólar frente ao Real sustentaram as cotações do grão nos últimos dias. Entre 9 e 16 de setembro, a média ponderada da soja no Paraná, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, caiu ligeiro 0,18%, praticamente estável, a R$ 77,12/saca 60 kg na sexta, 16.

 

Fonte: Cepea

Garantia-Safra é liberado para mais de 117,5 mil agricultores de Minas e do Ceará

O Garantia-Safra começa a ser pago na próxima segunda-feira (19) para 117.594 agricultores familiares de 77 municípios dos estados de Minas Gerais e do Ceará. O pagamento é referente à safra 2015/2016 e será concedido ao agricultor familiar que aderiu ao programa e teve perdas comprovadas de pelo menos 50% da lavoura, por causa da estiagem. A autorização para os pagamentos foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (16).

Coordenado pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), o Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) voltada aos agricultores familiares da região Nordeste, do norte do estado de Minas Gerais, Vale do Mucuri, Vale do Jequitinhonha e norte do estado do Espírito Santo ? área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

O agricultor familiar Adão Fábio de Oliveira, 33, paga o Garantia-Safra desde 2012. Ele cultiva milho e feijão para alimentação de sua família em uma área de 1,5 hectares. A sua propriedade fica dentro do Assentamento Novo Campo, na Fazenda Monte Alegre, no município de Banabuiú, no Ceará. Há cinco anos, a região sofre com a estiagem e está dentro da área que tem direito ao seguro. “A situação está muito difícil com seca, desde 2012 não tenho colhido nada”, conta.

Segundo Oliveira, quase todos os 19 agricultores do assentamento aderiram ao Garantia-Safra.  “Esse dinheiro dá uma ajuda na situação financeira para manter a família”, afirma.

Antes do plantio

A coordenadora geral do Garantia-Safra na SAF/Sead, Dione Freitas, explica que a adesão ao seguro deve ser feita antes de iniciar o plantio. “O agricultor familiar deve fazer a inscrição ao Garantia-Safra no escritório local de assistência técnica ou no sindicato de trabalhadores rurais. Após o período de inscrição, o conselho municipal analisa se os agricultores inscritos têm perfil para participar do programa e faz a homologação da lista de inscritos, cabendo à prefeitura, através do Sistema Garantia-Safra, gerar, imprimir e distribuir os boletos, no valor de R$ 17,00, para os agricultores fazerem a adesão”. 

Dione estima que, devido à seca, 70% dos agricultores familiares que pagaram o Garantia-Safra tenham direito a receber o benefício no valor total de R$ 850. “O valor é pago em cinco parcelas de R$ 170. Cada parcela fica disponível por até 120 dias para ser sacada, depois são devolvidas o fundo do Garantia-Safra”, ressalta.

O pagamento do Garantia-Safra é realizado por meio de um cartão com Número de Identificação Social (NIS) emitido pela Caixa Econômica Federal (CEF). Beneficiários do Bolsa-Família usam o mesmo cartão do programa. O pagamento pode ser retirado nas agências da  CEF ou nas lotéricas.
 
Culturas cobertas pelo garantia-safra: Feijão, arroz, mandioca, algodão, milho, arroz e ou culturas definidas pelo Fundo Garantia-Safra.

Confira os municípios contemplados

Minas Gerais:

Buritizeiro, Fruta de Leite, Ibiracatu e São João do Pacuí.

Ceará:

Acopiara, Aiuaba, Altaneira, Antonina do Norte, Apuiarés, Aracati, Aracoiaba, Araripe, Assaré, Baixio, Banabuiú, Barbalha, Beberibe, Boa Viagem, Brejo Santo, Capistrano, Caririaçu, Cariús, Carnaubal, Cascavel, Caucaia, Choró, Chorozinho, Crateús, Crato, Croatá, Deputado Irapuan Pinheiro, Ererê, Farias Brito, Fortim, Horizonte, Ibaretama, Ibicuitinga, Icapuí, Icó, Iguatu, Iracema, Itaiçaba, Itapiúna, Jaguaribara, Jaguaribe, Jaguaruana, Jardim, Juazeiro do Norte, Jucás, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Mauriti, Milhã, Missão Velha, Mombaça, Nova Olinda, Pacatuba, Palhano, Pedra Branca, Penaforte, Pentecoste, Pereiro, Piquet Carneiro, Porteiras, Quixelô, Quixeramobim, Quixeré, Russas, Saboeiro, Salitre, Santana do Cariri, Senador Pompeu, Solonópole, Tabuleiro do Norte, Tarrafas,  Tauá e Varjota.

 

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Brasil vai vender carne para a Malásia

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou um acordo comercial para exportar carne bovina, suína e de frango para a Malásia.

Ele que disse uma equipe de técnicos do país virá ao Brasil dentro de 60 dias para inspecionar frigoríficos. Desde o começo de setembro, o ministro está em missão oficial a sete países da Ásia para ampliar as exportações do agronegócio. Blairo Maggi se encontrou com o ministro da Agricultura e da Agroindústria da Malásia, Ahmad Shabery bin Cheek

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Syngenta lança Fortenza Duo para tratamento de sementes de milho na Argentina

A multinacional de agroquímicos Syngenta anunciou o lançamento na Argentina do inseticida Fortenza Duo para tratamento de sementes de milho. Trata-se de uma combinação entre os inseticidas complementares Cruiser® 60 e Fortenza® com o objetivo de assegurar maior espectro de controle das pragas.

De acordo com a fabricante, o produto tem um inovador modo de ação, contribuindo para preservar a efetividade da tecnologia Agrisure Viptera por mais tempo. Na apresentação, o líder de Marketing para Seedcare na Syngenta Argentina, Leandro Barcos, esteve ao lado do Dr. Julio Fatoretto, gerente de Manejo de Resistência de Insetos da Syngenta na América Latina.

Os executivos apresentaram resultados de um estudo completo demonstrando que o Fortenza Duo é efetivo no controle de todos os insetos que afetam o milho – de solo, chupadores e lepidópteros. De acordo com eles, o produto oferece uma “completa proteção ao milho durante os primeiros estádios do cultivo, assegurando um estande de plantas homogêneo”. 

“A indústria sementeira tem que contribuir para garatir a sustentabilidade dos modelos produtivos atuais. A integração das tecnologias Fortenza Duo e Agrisure Viptera contribui para um modelo produtivo mais sustentável a longo prazo”, afirmou Dr. Fatoretto. O lançamento será respaldado por um programa de monitoramento coordenado pelo Seedcare Institute da Syngenta, com a participação dos melhores entomólogos do país vizinho.

“O lançamento do Fortenza Duo na Argentina reafirma a liderança da Syngenta no mercado de tratamento de sementes, além de ressaltar o compromisso da Syngenta em oferecer soluções integradas sustentáveis aos seus clientes” afirmou Carlos Becco, responsável Comercial de Seedcare da Syngenta.

 

Fonte: Agrolink

Inflação no preço do Imidacloprido é de 8,5% em 12 meses

A média de preços do Imidacloprido para importação situa-se em US$ 35,7/Kg, o que representa uma inflação de 8,5% nos valores pagos pelo produto técnico na comparação entre junho de 2016 com o mesmo período do ano passado. O levantamento foi apresentado pelo Portal Global Agrochemicals. 

O aumento de preços ocorreu ao mesmo tempo em que houve um aumento do volume importado: de janeiro a junho deste ano, as indústrias de defensivos agrícolas no Brasil compraram mais de 2.100 toneladas do produto. Isso significa que em apenas em seis meses as importações já atingiram 80% do total embarcado para o País em 2015. 

De acordo com o estudo, a expansão ocorre pelo fato da demanda por Imidacloprido estar cada vez maior no mercado internacional, em vista da grande eficiência deste inseticida neonicotinóide de ação sistêmica nas culturas do algodão, arroz, batata, cana, citros, feijão, fumo, milho, soja, tomate e trigo – entre outras. “Aprovado em mais de 120 países e para diversas culturas, o Imidacloprido possui amplo espectro de ação e controla tanto insetos sugadores, como moscas brancas, cochonilhas, pulgões, tripes e também cupins”, afirma o Global Agrochemicals.

O Brasil vem importando cada vez mais deste ingrediente ativo a cada ano, sendo que apenas no ano passado cresceu 100% em relação a 2014 e atingiu mais de 2.600 toneladas importadas. O maior movimento de compras foi observado a partir do segundo semestre de 2015, período que concentrou 87% da importação. 

O principal país fornecedor do produto técnico foi a Índia, com aproximadamente 45% das entradas, seguida pela China (27%) e Alemanha (27%).

 Fonte: Agrolink

Soja fecha a semana em forte alta Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (16.09) alta de 15,50 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,66 por bushel. O contrato de Janeiro/17 também subiu 15,50 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 15,00 centavo de Dólar.

O mercado norte-americano da soja registrou mais um dia de ganhos nas principais cotações dos futuros no fechamento da semana passada. Há forte movimento especulativo por conta da chegada de chuvas em meio à finalização da safra 2016/17, com a intenção de que a oleaginosa volte ao patamar de US$ 10 por bushel.

 

Fonte: Agrolink

49ª Expofeira Paraíba Agronegócios começa neste domingo (18)

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, abre, neste domingo (18), a 49ª edição da Expofeira Paraíba Agronegócios 2016, em João Pessoa. A mostra vai até 25 de setembro e deve reunir 15 mil pessoas. A aposta deste ano é o estímulo ao empreendedorismo rural e a inovação no campo. Meta que se reflete na programação e nos parceiros vinculados ao evento, Banco do Nordeste, Senar Paraíba e Sebrae, que na ocasião prestarão atendimento ao público com treinamentos e palestras. Empresas de consultoria e produtos agropecuários, além de revendas e concessionárias também estarão presentes.

O evento vai acontecer no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, no bairro do Cristo Redentor. Durante os oito dias, o parque deverá acolher 1.700 animais de várias raças e estados brasileiros, entre caprinos, ovinos, bovinos e cães.

“O Governo do Estado tem compromisso com a feira agropecuária porque esse é um setor responsável por cerca de 30% do PIB da Paraíba ao longo de toda cadeia. Nesse número, a gente soma não só a produção no campo, mas também a comercialização de insumos, de veículos, tratores e todos os serviços diretamente ligados ao ambiente rural”, explica o secretário Rômulo Montenegro.

Ainda segundo o secretário, a expectativa para 2016 é superar os R$ 10 milhões em negócios do ano anterior. Para alcançar a meta, o evento conta ainda com três leilões entre os dias 22 e 24 de setembro. O primeiro será de caprinos e ovinos, promovidos pela Associação Paraibana dos Criadores de Caprinos e Ovinos (Apacco). No dia 23, será a vez do Leilão de Gado Sindi – Pompeu Borba. Por fim, a Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa) encerra a programação com leilão de gados Gir, Guzerá e Sindi. Um crescimento em relação a 2015, ano de retomada do evento, quando houve apenas um leilão.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa-PB), Mário Borba, essa é uma oportunidade de mostrar à sociedade a importância do setor. “O Brasil já foi dependente da importação de carne, café entre outros itens e hoje é um dos principais exportadores do mundo, um celeiro. Nós também fazemos parte disso. A Paraíba tem um excelente potencial genético de raças caprinas, bovinas, ovinas e esses leilões darão uma mostra disso”, adiantou.

O evento terá entrada gratuita e pretende atingir a população em geral, além dos produtores e trabalhadores rurais, para fortalecer e divulgar a importância do setor agropecuário na Paraíba. Para esse nicho, alguns atrativos são a praça de alimentação e artesanato, que também servirá de palco para uma diversificada programação cultural. Para a abertura do evento, no dia 18, já estão confirmadas seis atrações, entre grupos musicais, folclóricos e teatrais.

Programação - Durante a Paraíba Agronegócios 2016, haverá a IV Exposição Nacional de Cabras Leiteiras, que ocorrerá ao longo dos oito dias do evento, além do IV Campeonato Nordestino do Cavalo Mangalarga Marchador, entre os dias 22 e 24 de setembro. A Paraíba Agronegócios 2016 também vai sediar III Copa Paraíba – Competição de Cães Agility, cujas apresentações já começam no dia 18 de setembro.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural da Paraíba vai oferecer palestras sobre apicultura, inseminação artificial de bovinos e manejo de solo. Além de orientação sobre o programa Negócio Certo Rural. Entre as atividades propostas pelo Sebrae estão palestras sobre Crédito Rural, cooperativismo e o uso e softwares na gestão de propriedades leiteiras.

Serviço:

O que: Expofeira Paraíba Agronegócios 2016

Quando: 18 a 25 de setembro

Onde: Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo – Cristo (João Pessoa/PB)

Quem: Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca da Paraíba (Sedap-PB), em parceria com Faepa/Senar-PB, Sebrae, Banco do Nordeste do Brasil.

Fonte: Paraíba Tota