Preço do milho cai nos EUA Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (15.09) baixa de 1,75 centavo de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,30 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 1,75 e 2,50 pontos.

O mercado norte-americano do milho devolveu, na sessão de ontem, os ganhos que havia obtido no dia anterior nas principais cotações dos futuros. Se na soja os números de exportações deram suporte, o mesmo não ocorreu com o milho, que teve vendas externas fracas na semana encerrada no dia 8 de setembro.

 

Fonte: Agrolink

Syngenta propõe rotação de 6 moléculas para vencer resistência de daninhas

O Portal Agrolink entrevistou com exclusividade o gerente de Produtos de Herbicidas da Syngenta, Francisco Gutierrez. Na pauta está o programa “Lavoura Limpa”, que propõe a rotação de seis princípios ativos para vencer a resistência de plantas daninhas. Confira:

Agrolink: Qual é o objetivo do programa Lavoura Limpa?

Francisco Gutierrez: O programa Lavoura Limpa, que fomenta o manejo correto de ervas que invadem e comprometem as lavouras, foi lançado como um aliado dos agricultores no retorno à plena produtividade, o que reforça um dos principais compromissos assumidos pelo Plano de Agricultura Sustentável da Syngenta, The Good Growth Plan, de aumentar em até 20% a produtividade média das principais culturas do mundo. 

Há cerca de 15 anos, iniciou-se o cultivo da soja resistente ao glifosato no Brasil. Isso fez com que o manejo de plantas daninhas fosse baseado em apenas um ativo: o glifosato. O uso excessivo de glifosato fez com que houvesse uma seleção de plantas daninhas resistentes e tolerantes a este ativo.

Com uma profunda compreensão do cenário que se apresentava, a Syngenta buscou resgatar, com um olhar moderno, as soluções do passado para combater esse problema que prejudica muito os agricultores, adaptou produtos e criou combinações que geraram o conjunto mais forte de ferramentas para esse fim, criando o programa Lavoura Limpa. A proposta de rotação e combinação de ativos trazida pelo programa não tem precedentes no mercado.

Agrolink: Como essa iniciativa contribui para a sustentabilidade na agricultura?

Francisco Gutierrez: Uma vez que o Programa Lavora Limpa foca no manejo correto e na aplicação de boas práticas agrícolas em prol do resgate da produtividade nas lavouras, ele está diretamente conectado à sustentabilidade na agricultura.

Agrolink: Quais são os 6 princípios ativos propostos para rotação, e como funciona esse processo?

Francisco Gutierrez: A recomendação padrão para um manejo adequado de uma infestação é a entrada com Zapp QI 15 dias antes do plantio em aplicação simultânea com o Clethodim; no dia do plantio, uma aplicação de Gramocil, que possui dois princípios ativos distintos, e Dual Gold; em seguida, na chamada fase de pós-emergência, uma aplicação de Zapp Qi simultânea à de Clethodim na etapa de maturação da safra, por fim, uma aplicação de Reglone. Os produtos com ingredientes ativos distintos agem de uma maneira diferente na planta evitando que haja o surgimento de plantas resistentes. O resultado desse sistema é um ganho de até nove sacos sobre o padrão de produtividade do agricultor.

Agrolink: Que resultados são projetados no médio e longo prazo?

Francisco Gutierrez: Com um time dedidcado de Engenheiros Agrônomos no campo, faremos a recomendação correta de acordo com a situação, fazendo com que o produtor tenha sucesso em áreas infestadas de plantas daninhas resistentes ao glifosato. Os times estão sendo muito bem acolhidos pelos produtores, já que essa é uma parceria que trará bons frutos a todos. Com uma proposta técnica forte, vários princípios ativos da Syngenta funcionando em combinação, e sinergia entre os diversos atores no campo, teremos, de fato, lavouras cada vez mais limpas daqui em diante.

 

Fonte: Agrolink

“Bayer e Monsanto têm uma sinergia muito grande”, diz Hirata

O anúncio da compra da Monsanto pela Bayer agitou o agronegócio no mundo inteiro, provocando indagações sobre possíveis reflexos no mercado. Na avaliação do especialista Flávio Hirata, da Consultoria Allier Brasil, “há uma sinergia muito grande entre as empresas. É como se fosse a fome com a vontade de comer: só tem a agregar uma empresa à outra”. 

“A Bayer tem basicamente produtos agroquímicos, esse é o negócio que ela procura desenvolver. Já a Monsanto tem apenas um produto agroquímico, que é o glifosato, e o forte dela é a biotecnologia: sementes, onde ela é a número um. A Bayer não tem o glifosato – ninguém tem um produto similar –, com a mesma eficácia, o mesmo preço e a mesma competitividade do glifosato”, explica ele.

Engenheiro agrônomo atuando há muitos anos no mercado de agroquímicos, Hirata explica que vai ocorrer uma natural concentração no fornecimento de insumos: “Essas consolidações acabam resultando na verticalização total dos elos da cadeia. Desde o suprimento do produto técnico até sementes. Eles têm a fonte da matéria-prima, ou seja, o produto técnico, tem registros, tem distribuição, tem crédito e agora tem semente”.

“Embora elas não tenham ‘overlaping’, ou uma sobreposição de linha de produtos, essa empresa resultante vai concentrar mais força no mercado. Os agricultores ficarão mais dependentes dessas empresas. Porque antes ele comprava semente de um, glifosato de outro, e produtos químicos ele podia escolher entre várias opções. Agora, na medida em que vai verticalizando, as opções diminuem”, observa.

De acordo com o especialista, um fator positiva é a oferta de crédito: “Essas empresas têm e dão crédito, alavancam os produtores. Então é bom de uma certa forma. No entanto, por outro lado o agricultor vai pegar crédito de quem tem para oferecer – e quem tem são essas empresas grandes”.

Questionado sobre algum possível impacto nos preços ao consumidor, Hirata explica que, no Brasil, o preço está muito atrelado ao Dólar. “As empresas baixaram seus preços em Dólar, porque nos últimos três anos não está fácil o mercado agro. Embora o setor esteja despontando na economia brasileira, não está fácil, porque em várias regiões houve problema de quebra de safra. Então há muito grandes produtores em processo de recuperação judicial. Não posso dizer como estarão os preços em cinco, dez anos. Mas se o Dólar continuar estável, a tendência é manter ou aumentar os preços, porque a concorrência é muito pequena ainda. À medida que a concorrência aumenta, com mais registros de produtos, a tendência dos preços é cair. Se houver uma empresa, é um preço, se tiver 20 empresas, a tendência dos preços é cair”, conclui.

Fonte: Agrolink

 

O campeão de produtividade CESB usa Portfólio BASF

Mais uma vez, o vencedor do Desafio de Máxima Produtividade da Soja safra 2015/2016, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), foi um produtor que usou Orkestra™SC em sua lavoura. O grande campeão da edição da safra 2013/2014, o produtor rural Alexandre Seitz, utilizou Orkestra™SC e obteve uma produtividade de 117,30 sacas por hectare.

Nesta edição, João Carlos da Cruz, da fazenda Lageado – Buri/SP, colheu 120 sacas por hectare. Para chegar a este resultado, ele recebeu o auxílio da BASF, que o apoiou e orientou do início ao fim, além de utilizar o produto desenvolvido por ela.

O CESB recebeu mais de 4.400 inscrições, de 17 estados diferentes, para o Desafio de Máxima Produtividade. Além do produtor João Carlos, o campeão nacional, mais dois vencedores utilizaram o fungicida OrkestraTMSC, o Standak®Top e demais produtos da linha BASF.

O Orkestra™SC é um fungicida indicado no controle de ferrugem-asiática, mancha-alvo, antracnose, mancha-parda e oídio, responsáveis por uma perda de até 10 sacas por hectare na lavoura de soja. Por isso ele, associado a boas práticas agrícolas, contribui para os altos índices de produtividade nas lavouras de soja do Brasil.

 

Fonte: Agrolink

Milho não resiste aos números do USDA Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (13.09) baixa de 9,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,30 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 9,25 e 10 pontos.

O mercado norte-americano do milho teve um dia de fortes perdas nas principais cotações dos futuros, quando, por fim, sentiu os efeitos do novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Começa também a pressionar os preços o início da colheita em diversas regiões produtoras.

 

 

Fonte: Agrolink

Secretários de Agricultura pedem ao ministro interino mudanças no sistema de inspeção

Dirigentes do Forum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa) e secretários de Agricultura de vários estados se reuniram, nesta terça-feira (13), em Brasília, com o ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Eles entregaram um documento pedindo mudanças no sistema brasileiro de inspeção agropecuária. As sugestões vêm de encontro ao programa Plano Agro+, lançado pelo Ministério da Agricultura no final de agosto, para desburocratizar normas e procedimentos do setor.

Os dirigentes do Fonesa destacaram que a legislação que trata do sistema brasileiro de inspeção é da década de 50 e se encontra, portanto, anacrônica e ineficaz. Entre os pontos de mudança apresentados ao ministro Eumar Novacki, estão a diferenciação entre fiscalização e inspeção dos estabelecimentos agropecuários.

Os secretários de Agricultura argumentam que houve um crescimento muito grande do setor agropecuário e que o estado brasileiro não consegue comportar. O secretário de Agricultura de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, afirmou que, do jeito que a legislação se encontra, o estado está atrapalhando o crescimento do agronegócio por não conseguir atender à demanda do setor. Essa posição foi ratificada por outros secretários presentes à reunião.

Pela sugestão apresenta ao ministro interino, médicos veterinários seriam credenciados a fazer a inspeção, sem que ocorram perdas do controle sanitário. O secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, salientou que o Brasil é um dos poucos países com uma legislação que exige a presença de um veterinário oficial contratado pelo estado para fazer a inspeção em todos os abatedouros. “Basta um funcionário entrar de férias para o sistema não funcionar”, disse.

Segundo ele, o maior interessado em ter seus produtos rigorosamente dentro dos padrões técnicos exigidos é a própria empresa, porque um descuido pode significar o fechamento do mercado. O credenciamento de veterinários para ajudar na fiscalização não tiraria o poder dos auditores fiscais federais agropecuários, já que, pela proposta apresentada, um profissional do Ministério coordenaria o trabalho.

Novacki pediu que o Fonesa designe um interlocutor junto ao Ministério para discutir as mudanças necessárias e as soluções. “Vamos estudar juntos qual a legislação que precisamos atualizar, se é decreto, instrução normativa, portaria, para agirmos rapidamente. Esse assunto está entre as prioridades do ministro Blairo Maggi”, assegurou. Ainda segundo Novacki, a determinação do ministro Blairo Maggi é buscar alternativas que tornem o serviço mais eficiente sem perder a segurança sanitária brasileira, que está entre as melhores do mundo. Novacki lembrou que os Estados Unidos, que são muitos exigentes, acabam de fechar acordo para a compra de carne bovina in natura do Brasil.

 

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Secretários de Agricultura pedem ao ministro interino mudanças no sistema de inspeção

Dirigentes do Forum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa) e secretários de Agricultura de vários estados se reuniram, nesta terça-feira (13), em Brasília, com o ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Eles entregaram um documento pedindo mudanças no sistema brasileiro de inspeção agropecuária. As sugestões vêm de encontro ao programa Plano Agro+, lançado pelo Ministério da Agricultura no final de agosto, para desburocratizar normas e procedimentos do setor.

Os dirigentes do Fonesa destacaram que a legislação que trata do sistema brasileiro de inspeção é da década de 50 e se encontra, portanto, anacrônica e ineficaz. Entre os pontos de mudança apresentados ao ministro Eumar Novacki, estão a diferenciação entre fiscalização e inspeção dos estabelecimentos agropecuários.

Os secretários de Agricultura argumentam que houve um crescimento muito grande do setor agropecuário e que o estado brasileiro não consegue comportar. O secretário de Agricultura de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, afirmou que, do jeito que a legislação se encontra, o estado está atrapalhando o crescimento do agronegócio por não conseguir atender à demanda do setor. Essa posição foi ratificada por outros secretários presentes à reunião.

Pela sugestão apresenta ao ministro interino, médicos veterinários seriam credenciados a fazer a inspeção, sem que ocorram perdas do controle sanitário. O secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, salientou que o Brasil é um dos poucos países com uma legislação que exige a presença de um veterinário oficial contratado pelo estado para fazer a inspeção em todos os abatedouros. “Basta um funcionário entrar de férias para o sistema não funcionar”, disse.

Segundo ele, o maior interessado em ter seus produtos rigorosamente dentro dos padrões técnicos exigidos é a própria empresa, porque um descuido pode significar o fechamento do mercado. O credenciamento de veterinários para ajudar na fiscalização não tiraria o poder dos auditores fiscais federais agropecuários, já que, pela proposta apresentada, um profissional do Ministério coordenaria o trabalho.

Novacki pediu que o Fonesa designe um interlocutor junto ao Ministério para discutir as mudanças necessárias e as soluções. “Vamos estudar juntos qual a legislação que precisamos atualizar, se é decreto, instrução normativa, portaria, para agirmos rapidamente. Esse assunto está entre as prioridades do ministro Blairo Maggi”, assegurou. Ainda segundo Novacki, a determinação do ministro Blairo Maggi é buscar alternativas que tornem o serviço mais eficiente sem perder a segurança sanitária brasileira, que está entre as melhores do mundo. Novacki lembrou que os Estados Unidos, que são muitos exigentes, acabam de fechar acordo para a compra de carne bovina in natura do Brasil.

 Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Agroecologia alavanca vida do agricultor familiar

O Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) visa inserir produtores, agricultores familiares, assentados da reforma agrária, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais em sistemas de transição agroecológicos. Seu primeiro ciclo teve vigência de 2013-2015 e se destacou como uma experiência bem-sucedida de construção participativa em política pública, que promoveu avanços na criação, articulação e adequação de programas e ações em diversos estados. O Planapo 2016-2019 pretende intensificar ações.

Um dos principais meios para atingir tal objetivo é a prestação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Neste sentido, já foram apoiados pelo Planapo 147 projetos de Ater e beneficiadas 153.703 famílias. Apenas na modalidade Ater Agroecologia foi atendido um público de 39.803 beneficiários, cumprindo 25% da meta. 

 

A assertiva da experiência é que a agroecologia proporciona a ampliação das condições de acesso a alimentos saudáveis e engaja um novo modelo para a agricultura, a partir de técnicas de produção ecologicamente viáveis e relações que contribuam para o fortalecimento de bases estruturais socialmente justas e inclusivas para o campo.

Uma das instituições que executam as metas do Planapo é a organização não governamental Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, de Recife (PE), que é prestadora em quatro Chamadas de Ater nos seguintes Projetos: Caminhos para a Sustentabilidade no Sertão do Pajeú; no Agreste de Pernambuco; na Zona da Mata de Pernambuco; e Assistência Técnica para Mulheres Rurais no Sertão do Pajeú. As Chamadas proporcionam às 3.313 famílias agricultoras, assistência técnica pedagógica para a mudança de seus sistemas, com ações na produção agroecológica e agroflorestal, promoção da segurança alimentar e nutricional e acesso às políticas públicas. Com o público feminino, a Ater Mulheres trabalha o empoderamento político e a autonomia econômica delas.

Para a coordenadora técnico pedagógica do Centro, Maria Cristina Aureliano, a importância do Planapo é existencial para os agricultores e agricultoras agroecológicos e suas organizações. “É preciso ter política pública e assistência técnica para fortalecer a agroecologia e a agricultura familiar, com recortes específicos e contínuos para jovens e mulheres”, declara. 

A agricultora familiar do município de Bom Jardim (PE), Chirlei Barbosa, de 32 anos, produz, desde a infância, uma grande variedade de verduras, hortaliças e frutas de maneira sustentável e compreende a riqueza que circunda esse sistema para o planeta. “A agroecologia é importante para o futuro, pois além de proteger os animais e o solo, alimenta melhor a população”, define a produtora.

Com o marido desempregado e pouca renda, Chirlei, procurou a assistência técnica para uma alternativa. A capacitação dada pelo Centro Sabiá e o suporte da Ater Mulheres, alavancaram o ramo da produtora, que hoje comercializa a produção por meio dos programas PAA e PNAE e mantém uma banca na feira de Santo Amaro (Recife/PE). O faturamento desta família subiu de R$ 400 para R$1.200 em poucos meses. Além deste ganho, o que eles produzem alimenta toda a família.

Segundo a instituição, a alimentação para quem optou pela produção agroecológica cresceu em qualidade e diversidade, beneficiando a segurança alimentar e saciedade das famílias. Outro destaque para esses produtores é a renda, que se tornou quatro vezes maior do que para quem continuou com a monocultura. Em pesquisa realizada em julho de 2015, a renda anual média líquida das famílias que optaram pela produção agroecológica, chegou à R$ 36.894,84 em contraste às famílias adeptas da agricultura convencional nessa mesma região, que apresentaram a renda média anual de R$ 8.100 provenientes de propriedades de mesmo tamanho cultivadas com a cana de açúcar. 

Apesar dos números expressivos, permanece, para o novo ciclo de implementação da política, o objetivo de ampliar a quantidade de recursos disponibilizados para a Ater agroecológica e o número de pessoas atendidas. Em soma, o desafio de assegurar que os avanço obtidos por meio do uso de metodologias participativas sejam internalizados no modo de operação de oferta de Ater. Neste sentido, a criação e entrada em funcionamento da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), na vigência do primeiro plano, representou um elemento estrutural importante para sua continuidade, pois a sociedade passou a contar com um instrumento potente de execução de serviços de Ater adaptado aos públicos específicos – extrativistas, mulheres, jovens e povos e comunidades tradicionais.

O Planapo 2016-2019 almeja prestar Ater qualificada e continuada para 1.868 milhões de pessoas. Com o objetivo engajar valores como a equidade de gênero, biodiversidade e segurança alimentar, será assegurado que pelo menos 50% do público atendido seja de mulheres e que 30% do orçamento seja destinado a atividades específicas de mulheres. 

De acordo com Guilherme Tavira, fiscal de alguns contratos na modalidade Ater Agroecologia pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), atualmente estão em curso 66 contratos de Ater Agroecologia, dos quais 12 já atingiram a meta de 50% de execução. Considerando que a vigência dos contratos é de 2013 a 2018, pode-se perceber o engajamento das prestadoras e dos públicos destinados. 

Suiá Rocha, da Secretaria Executiva da Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica (Ciapo), conclui que a certeza proporcionada pela experiência é de que o fortalecimento do Planapo significa um importante passo em direção ao acesso e ao aperfeiçoamento das ações do governo federal em torno da agroecologia e do desenvolvimento rural sustentável e solidário. 

Clique aqui e conheça melhor o Plano.

 

 

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

 

Federarroz convoca arrozeiros para votação na Assembleia Legislativa

Nesta terça-feira, dia 13 de setembro, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul vai votar o veto do governador José Ivo Sartori ao Projeto de Lei (PL) 181/2013, que trata do diferimento de ICMS na produção de arroz. A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), é contra a proposta e está mobilizando o setor para acompanhar a votação no legislativo gaúcho.

Conforme o presidente da entidade, Henrique Dornelles, os produtores já se mobilizaram e visitaram parlamentares e líderes de bancada com o pedido de manutenção do veto do executivo à lei. "A proposta desta lei vem em um momento inoportuno na medida em que o governo, indústrias e produtores já haviam acertado a questão da legislação e tributação da produção", enfatiza.

Dornelles afirma que a Federarroz está preocupada com os desdobramentos que virão a partir da aprovação desta lei caso o veto do governador não seja mantido. Reforça que a cadeia produtiva está fechada para a manutenção do veto do governador. "Apesar da lei não ser explícita dos riscos que o setor corre, nós temos clareza destes desdobramentos. É muito importante a presença das lideranças arrozeiras nesta terça-feira na Assembleia", ressalta.

O presidente da Federarroz afirma ainda que a entidade defende um equilíbrio das ações e um movimento de clareza e transparência entre os setores envolvidos na cadeia produtiva. "Esta lei desconstitui todo o senso de cadeia produtiva a medida em que o interesse de poucos prevalecem sobre o senso comum", salienta.

 

Fonte: Agrolink

Ministro interino e governador do Amazonas discutem febre aftosa

O ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, discutiram nesta segunda-feira (12), em Brasília, como tornar todo o estado zona livre de febre aftosa com vacinação. Atualmente, apenas os municípios de Guajará, Boca do Acre e parte de Lábrea e Canutama têm esse status. O rebanho do Amazonas é de cerca de 1,3 milhão de bovinos e bubalinos.

O governador está preocupado com a situação da sanidade animal referente à erradicação da febre aftosa no Amazonas e se comprometeu, junto aos órgãos responsáveis, articular as soluções com o Ministério da Agricultura. “Acho importante a nova forma de o governo agir, compartilhando os recursos e soluções com os estados”, disse Oliveira.

Durante a reunião, Novacki anunciou a decisão do ministro Blairo Maggi em transferir R$ 3 milhões, por meio de convênio, para que o estado possa concluir as adequações necessárias.

"Em 2018, queremos ser reconhecidos mundialmente como um país livre de aftosa", afirmou o ministro interino. Para isso, a reivindicação brasileira deverá ser encaminhada para análise e aprovação do organismo internacional até agosto de 2017. A meta é que o país obtenha o reconhecimento internacional em maio de 2018, durante a Assembleia Geral da OIE, que ocorre anualmente.

O status poderá permitir Brasil ganhar novos mercados para a carne bovina. Em 2015, o país exportou 1,3 milhão de toneladas.

Um passo importante para venda de carne bovina brasileira foi dado no começo de agosto deste ano, com o anúncio do acordo sanitário com os Estados Unidos. Os norte-americanos são muito exigentes. O acordo é uma chancela para que outros países também comprem o produto.

Além do governador José Melo de Oliveira, participaram da reunião o secretário de Produção Rural do Amazonas, Sidney Leite, e o diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do estado, Hamilton Casara.

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Preço do milho segue subindo em Chicago– Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (09.09) alta de 2,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,41 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 2,50 e 3,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho fechou a semana com altas nas principais cotações dos futuros, mostrando uma grande confiança de que a safra dos Estados Unidos deverá mesmo ser reajustada para baixo. Além disso, previsões independentes apontam também queda nos estoques finais. 

 

Fonte: Agrolink

Lançamento da Tecnologia Nano-X no Brasil e Paraguai

Uma nova geração de fertilizantes foliares está sendo apresentada pela MicroXisto na safra 2016/2017. A tecnologia Nano-X é uma das primeiras a incorporar os benefícios da Nanotecnologia aos fertilizantes foliares. 

A empresa, que foi eleita a 8ª melhor do setor de fertilizantes pela Revista Globo Rural, destacando-se no Ranking das 500 maiores empresas do Agronegócio no Brasil, percorreu vários estados Brasileiros e regiões do Paraguai para apresentar a agricultores selecionados, os primeiros produtos dessa nova Tecnologia, o Microxisto Complex e o S-Max.

Segundo Diego Pires, Supervisor de Tecnologia e Desenvolvimento da empresa “Antes do lançamento oficial da Tecnologia NanoX conduzimos trabalhos por mais de três anos, em diversas instituições de pesquisa do Brasil e também em áreas comerciais de todas as regiões de atuação, para definir o melhor posicionamento dos produtos. Tivemos que partir do zero, gerando o máximo de informações, por se tratar de algo novo no segmento de fertilizantes foliares. Fomos presenteados com excelentes resultados e grande interesse na tecnologia, por parte dos pesquisadores e produtores”.

“Nosso objetivo com estes eventos de Lançamento foi apresentar diretamente para os agricultores os benefícios e os surpreendentes resultados do S-Max e Complex” nas principais culturas testadas, explica Cezar Farias, Supervisor de Marketing da empresa. “A MicroXisto foi pioneira no desenvolvimento de fertilizantes com Extrato de Xisto e agora inova mais uma vez ao trazer o potencial da nanotecnologia para as lavouras de alta produtividade. É preciso que o agricultor entenda as vantagens que vai conseguir obter com a tecnologia Nano-X”, completa.

A empresa já vem desenvolvendo novos produtos complementares a linha Nano-X, segundo Juliano Busato diretor Comercial “Vamos seguir trazendo novas soluções, desenvolvidas através de inovação e tecnologia, que permitam sempre agregar qualidade, produtividade e bons resultados ao produtor, que pode esperar em breve novidades na linha Nano-X”.

Os dois primeiros produtos da linha Nano-X são o Complex e o S-Max. 

Complex

O Complex fornece um complexo de nutrientes essenciais à maioria das plantas: Manganês (Mn), Zinco (Zn), Molibdênio (Mo) e Enxofre (S). Em uma formulação inovadora, agrega o benefício dos nutrientes, maior facilidade de aplicação e rápida resposta às culturas, principalmente à Soja Transgênica.

A presença de ácidos húmicos de baixo peso molecular na formulação exclusiva, gera ganhos adicionais, proporcionando por exemplo um melhor aproveitamento de nutrientes como Nitrogênio (N) e Potássio (K), se estes estiverem disponíveis no solo. 

A principal função do Complex é garantir uma nutrição complementar adequada à lavoura.

S-Max

O S-Max é uma fonte complementar de Enxofre (S) para as plantas, melhorando a produtividade e qualidade dos grãos. Sua formulação em Nanopartículas permite que sua dissolução em água seja muito mais rápida e eficiente, diminuindo os riscos de entupimento e reatividade de tanque.  Além de auxiliar na nutrição das culturas, ainda temos benefícios secundários do Enxofre, destacando o efeito inseto repelente e efeito fungistático. Resultados de pesquisa com S-Max demonstraram maior mobilidade de fungicidas e melhor controle de doenças fúngicas. 

Confira algumas fotos dos eventos. 


 

Agrolink com informações de assessoria
 
 
 
 Fonte: Agrolink

Soja fecha semana em alta nos EUA Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (09.09) alta de 3,50 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,8025 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 3,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 3,50 centavos de Dólar.

O mercado norte-americano da soja fechou a semana com ganhos nas principais cotações dos futuros, resultado da baixa do Dólar e demanda aquecida. Os traders ainda trabalharam com a expectativa de queda nos estoques dos EUA, que seria divulgada no boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), programado para hoje (12.09). 

 

Fonte: Agrolink

Perspectiva de safra menor nos EUA impulsiona milho Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (08.09) alta de 5,25 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,385 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 5,25 e 6,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho registrou sua quinta sessão consecutiva de ganhos nas principais cotações dos futuros, ganhando agora suporte de previsões dando conta de que a safra dos Estados Unidos poderia ser reajusta para baixo. A colheita já iniciou, ameaçada pela previsão de fortes chuvas em diversas regiões produtoras. 

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja estabiliza após sequência de altas Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (08.09) alta de 1,25 centavo de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,7625 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 1,50 centavo de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 1,75 centavo de Dólar.

O mercado norte-americano da soja teve uma sessão de estabilidade no campo positivo nas principais cotações dos futuros, após cinco sessões de altas consecutivas. A expectativa é de que o novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a ser divulgado na segunda-feira (12.09) traga uma diminuição nos estoques dos EUA, em função da demanda mundial aquecida.

 

Fonte: Agrolink

Estudo aponta alta no custo de produção de soja no Cerrado e no Sul

O Custo Operacional Efetivo (COE) da soja transgênica nas regiões do Cerrado e do Sul do Brasil, para a safra 2016/17, aumentou no primeiro semestre ante o mesmo período de 2015, segundo cálculos realizados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fungicidas e inseticidas foram muito representativos no custo. No entanto, em algumas regiões, os gastos com herbicidas superaram os com inseticidas, afirmou o Cepea em nota.

Em Sorriso (MT), houve aumento de 11,69 por cento no COE médio do primeiro semestre deste ano frente ao anterior, saindo de 2.301,40 reais/hectare em 2015 para 2.570,54 reais/ha em 2016. Especificamente, os componentes que mais influenciaram os custos operacionais nessa praça, tanto no primeiro semestre de 2016 quanto no de 2015, foram fertilizantes e inseticidas.

Até o final de junho/16, segundo dados do Cepea, 71,7 por cento dos insumos da safra 2016/17 haviam sido comprados, ritmo superior ao observado na temporada anterior, quando 69,2 por cento dos insumos haviam sido adquiridos nessa região mato-grossense.

Analisando-se a região Sul, Carazinho (RS) obteve aumento de 12,5 por cento no custo, indo de 2.048,66 reais/ha nos primeiros seis meses de 2015 para 2.305,36 reais/ha no mesmo período de 2016. Os principais participantes do custo da região foram fertilizantes e fungicidas, sendo este último devido à pressão de ferrugem.

O ritmo de aquisição de insumos na região atingiu níveis iguais nos dois períodos analisados, registrando 33 por cento.

No Paraná, a região de Cascavel apresentou o maior custo médio dentre as praças do Sul do país no primeiro semestre de ambos os anos, ficando em 2.187,85 reais/ha em 2015 e em 2.550,61 reais/ha em 2016.

As compras de insumos estão mais adiantadas neste ano, com 77,5 por cento de insumos comprados até o final de junho, contra 65 por cento no mesmo período de 2015, segundo o estudo.

 

Fonte: Reuters