Preço do leite tende a cair ao consumidor com a chegada das chuvas; valor baixou 3,35% ao produtor

 

Preço do leite tende a cair ao consumidor com a chegada das chuvas; valor baixou 3,35% ao produtor
 

A chegada do período das chuvas em Mato Grosso tende a elevar a oferta de leite no mercado proporcionado uma queda no preço aos consumidores do litro do produtor e seus derivados, bem como ao produtor. Em setembro, o litro pago pela indústria foi de R$ 1,175, valor 3,35% abaixo da remuneração recebida pelos produtores pelo leite captado em agosto de R$ 1,216.

O litro do leite pago ao produtor em setembro apresentou queda após sete meses de alta consecutiva, conforme levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O mesmo é verificado com o consumidor final, onde constata-se que o preço médio do litro de leite UHT integral (caixinha) caiu de R$ 4,76 para R$ 3,69 no comparativo de setembro com novembro.

A pecuária leiteira em Mato Grosso, explica o gestor executivo da Associação dos Produtores de Leite de Mato Grosso (Aproleite-MT), Guto Zanata, passa por um processo de transição do período de seca para o chuvoso. "Isso dá um aumento substancial de forma natural na produção de leite, porque teremos uma maior oferta de pastagem verde de novo, o que irá provocar uma chegada maior de produto aos laticínios e consequentemente o preço ao produtor cai, bem como ao consumidor", comenta em entrevista ao Agro Olhar.

 

Remuneração ao produtor

De acordo com Zanata, apesar do preço pago ao produtor ter subido em 2016, mais precisamente no período de entressafra, o valor não foi o suficiente para investimentos.

"O produtor de leite vem de um período de dois anos muito ruins e mesmo que os preços tenham melhorado esse ano o custo de produção está alto. A alimentação impactou muito, bem como o preço da mão de obra e a energia elétrica".

Fonte: Olhar Direto

Produtores e usina inovam na pesagem e análise da cana no Brasil

 

Produtores e usina inovam na pesagem e análise da cana no Brasil
 

Estreliana, em Pernambuco, é a primeira usina no País que faz apenas a fiscalização desses procedimentos, o contrário do que acontece nas demais unidades industriais no Estado e dentro do território nacional. Depois de ser o primeiro estado a reabrir usinas fechadas no Brasil, por meio da iniciativa de fornecedores de cana, há três anos, no auge da crise do setor sucroenergético, o ineditismo volta a Pernambuco, tendo a primeira usina no país onde os procedimentos de pesagem e análise da qualidade da cana é feita por uma entidade da área dos canavieiros. O processo, que avalia o teor de açúcar, é indispensável para a definição do valor da matéria-prima fornecida pelos agricultores. A usina Estreliana, em Ribeirão, transferiu essas etapas para técnicos da Associação dos Fornecedores de Cana do Estado (AFCP) desde o início da safra atual. 
 
"A iniciativa é resultado de um convênio experimental entre a AFCP e a usina Estreliana", conta Alexandre Andrade Lima, presidente da órgão de classe dos canavieiros, que mantêm uma equipe técnica preparada nos setores de pesagem e no laboratório da usina 24 horas por dia. Os resultados têm gerado grande satisfação para os fornecedores de cana e a própria unidade industrial, já que tem estimulando os agricultores a fornecerem sua cana para o local, porque a inovação confere legitimidade para os envolvidos nas etapas da pesagem  e da análise das taxas de açúcar recuperáveis (ATR).
 
A maior parcela da cana processada pela unidade industrial provêm da cana dos produtores independentes na região. Estreliana esmagou 500 mil toneladas na última safra. Andrade Lima, que também preside a União Nordestina dos Produtores de Cana e a Associação dos Plantadores de Cana do Brasil, parabeniza a unidade por sua atitude onde trás maior credibilidade e fortalece toda a cadeia produtiva. Lima aproveita para sugerir que o convênio entre a usina Estreliana e a AFCP seja mantido para a próxima safra, bem como que outras usinas pernambucanas e do Brasil sigam o mesmo exemplo de boas práticas, o que indispensável para todo o setor sucroenergético nacional.  

 

 Fonte: Agrolink com informações de assessoria

Cargill expande negócios em óleos industriais e compra SGS Microingredients

 

 
Cargill expande negócios em óleos industriais e compra SGS Microingredients
 

A Cargill assinou nesta quinta-feira, dia 10 de novembro, o contrato para a aquisição da SGS Microingredients (SGS Agricultura e Industria Ltda). A compra faz parte da estratégia de crescimento da empresa no Paraná. Segundo Paulo Hoffmann, gerente geral da Cargill Industrial Specialties no Brasil, o objetivo da empresa é incrementar a atual capacidade produtiva na linha de produtos industriais, bem como aquisição de capacitações não existentes nos ativos atuais da Cargill. “A planta traz capabilidades e processos complementares que agregam valor à cadeia já existente em Especialidades Industriais, atendendo melhor às necessidades do mercado”, explica.

Os resultados da Cargill nesse setor nos últimos anos foram expressivos e acima da média do mercado. “Atualmente, a empresa tem um importante posicionamento dentro do mercado de óleos industriais, apresentando soluções inovadoras, de alto valor agregado e boa percepção por parte dos clientes. Nosso objetivo é ser líder no fornecimento de biosoluções e bioprodutos em substituição aos óleos derivados do petróleo”, ressalta Hoffmann.

 

A SGS Agricultura, sediada em Ponta Grossa (PR), processa e produz oleoquímicos e emulsificantes para os segmentos alimentícios, nutrição animal e industrial no mercado doméstico e para exportação. Com capacidade produtiva na casa de 56 mil toneladas/ano, a fábrica possui 80 funcionários que serão contratados pela Cargill.

O negócio de óleos industriais da Cargill atua também em Mairinque, onde a planta está no limite da produção. A fábrica com aproximadamente 90 funcionários não sofrerá impactos com o crescimento do negócio, já que a Cargill tem investido nessa área visando o aumento da capacidade produtiva e ampliação do seu portfólio global. A conclusão da transação depende de aprovações regulatórias do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Fonte: Agrolink com informações de assessoria

Preços do açúcar caem 46 pontos em Nova york

 
Preços do açúcar caem 46 pontos em Nova york
 

Nesta quinta-feira (10), os preços do açúcar voltaram a cair nas bolsas internacionais. Na Ice Future, no vencimento março/17, a commodity foi comercializada a 21,65 centavos de dólar por libra-peso, forte retração de 46 pontos no comparativo com as cotações do dia anterior. Os demais lotes também tiveram baixa, que oscilou de 48 a 54 pontos.

Em Londres, os preços do açúcar também caíram ontem. O vencimento dezembro/16 foi comercializado a US$ 575,00 a tonelada, recuo de 7,30 dólares se comparado com a sessão anterior. Os demais vencimentos também apresentaram desvalorização.

Mercado doméstico

 

Em São Paulo, o açúcar cristal, segundo índices do Cepea/Esalq, da USP, se manteve em queda. A saca de 50 quilos foi comercializada a R$ 99,82, baixa de 0,18% no comparativo com o dia anterior.

Etanol diário

O etanol hidratado também caiu ontem, de acordo com os índices da Esalq/BVMF. O metro cúbico do biocombustível foi negociado a R$ 1.818,00, recuo de 0,55%.

 Fonte: UDOP - União dos Produtores de Bioenergia

Conab eleva para 215 mi t a produção no Brasil e mantém em 53,2 mi a de Mato Grosso

Conab eleva para 215 mi t a produção no Brasil e mantém em 53,2 mi a de Mato Grosso
Os números são do segundo levantamento de safra 2016/2017 da Conab, divulgado nesta quinta-feira, 10 de novembro

A perspectiva de produção de grãos na safra 2016/2017 em Mato Grosso foi mantida em 53,2 milhões de toneladas pela Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). O estado é responsável por 24,7% da produção nacional que está estimada em 215,1 milhões de toneladas em nova projeção para o próximo ciclo. O volume anunciado para o país supera levemente as 214,8 milhões de toneladas do levantamento divulgado em outubro.

 

A Conab manteve para Mato Grosso a previsão de uma produção de grãos entre 52,8 milhões e 53,2 milhões de toneladas. A perspectiva é superior as 43,4 milhões de toneladas colhidas no ciclo passado.

Ao contrário de Mato Grosso, a Conab para o Brasil elevou de 214,8 milhões de toneladas para 215,1 milhões. Caso se a projeção se confirme significará um aumento de 15,6% ante as 186,1 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior.

A soja segue como a principal cultura mato-grossense, com previsão de 29,1 milhões de toneladas, e do Brasil com 103,5 milhões.

Em milho 2ª safra são estimadas 21,4 milhões de toneladas para Mato Grosso e 56 milhões para o país. 

O algodão em caroço em Mato Grosso tem uma previsão de 2,3 milhões de toneladas das quais 976 mil toneladas são pluma. Já o país 3,7 milhões de toneladas de algodão em caroço, sendo 1,4 milhão em pluma.

 

 Fonte: Olhar Direto

Nova safra de grãos deve superar em até 15,6% à de 2015/2016 e atingir mais um recorde

 

Nova safra de grãos deve superar em até 15,6% à de 2015/2016 e atingir mais um recorde
 

A estimativa da safra 2016/17 de grãos pode variar de 210,9 milhões de toneladas a 215,1 milhões de toneladas, de acordo com o 2º levantamento da safra, divulgado nesta quinta-feira (10), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O crescimento da produção poderá ser de até 15,6% em relação à safra anterior, que foi de 186,1 milhões.

Também há previsão de ampliação da área total plantada, que deve se situar entre 58,5 milhões de hectares e 59,7 milhões de hectares, o que representa crescimento de até 2,3% na comparação com a safra 2015/16. Com exceção do algodão e do amendoim primeira safra, todas as demais culturas de primeira safra tiveram incremento de área plantada.

Há uma expectativa otimista de que a produção continuará avançando nos próximos anos, disse Neri Geller, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), durante a divulgação da safra agrícola na Conab. Ele lembrou que, nos últimos 10 anos, a área plantada cresceu em cerca de 10 milhões de hectares, com aumento de 20%, enquanto a produtividade aumentou entre 50% e 60%. “A elevação do rendimento no campo ocorre graças à competência do nosso produtor, ao clima, mas, principalmente, à incorporação de tecnologias, além do crédito em linhas de longo prazo."

Milho e soja

 

O milho primeira safra deverá ter produção de 4,7% a 10,4% superior à passada, alcançando entre 27,1 milhões de toneladas a 28,6 milhões de toneladas. Já o arroz, com a retomada de áreas não cultivadas, registra uma perspectiva de produção entre 11,5 milhões de toneladas e 12,1 milhões de toneladas, superior à safra passada entre 8,4% e 13,9%, enquanto o feijão primeira safra, também com incremento de área, poderá ficar entre 1,2 milhão de toneladas a 1,3 milhão de toneladas. A produção é também superior entre 17,3% e 24,4%, em relação à última safra.

A projeção para a soja é de crescimento de 6,5% a 8,5% na produção, podendo atingir 103,5 milhões de toneladas. Já a produção de algodão pluma deve crescer de 8,1% a 14,8% e pode chegar a 1,5 milhão de toneladas, apesar da redução entre 6,9% e 1% na área cultivada.

Culturas de inverno

Para a safra de inverno 2016, o trigo é o destaque e a produção deverá ser de 6,3 milhões de toneladas, ou seja, 14,5% superior à safra passada. No caso da cevada, há leve redução de área, mas a produção será de 331 mil toneladas, com a recuperação da produtividade. A canola e o triticale também apresentaram aumento de área e de produtividade. A primeira deve produzir 75 mil toneladas e, o segundo, 65,7 mil toneladas.
Acesse aqui o levantamento de safra da Conab.

 

 Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

AGCO lidera exportação de equipamentos agrícolas

AGCO lidera exportação de equipamentos agrícolas
Multinacional recebe premiação que ressalta sua importância como exportadora. Homenagem será realizada amanhã (10), durante o 2.º Fórum de Comércio Exterior Sul

A AGCO, fabricante e distribuidora mundial de equipamentos agrícolas, vai receber o Prêmio Sul for Export, promovido pelo Instituto e Revista Amanhã. A premiação ressalta os líderes de exportação com base nos indicadores oficiais do Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A companhia é a primeira no segmento de máquinas agrícolas e está em 43.° lugar no ranking dos 90 maiores exportadores da Região Sul. A cerimônia será realizada amanhã (10), durante o 2.º Fórum de Comércio Exterior Sul, que ocorre na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

“É uma honra ter nosso trabalho reconhecido. A AGCO detém 55% de market share no mercado de exportação da América do Sul, e por conta disso reafirmamos nossa forte posição no segmento”, afirma Werner Santos, vice-presidente de vendas e marketing AGCO América do Sul.

 

Além dos grandes mercados exportadores, tais como Chile, Bolívia e Argentina, a AGCO tem expandido a atuação também no continente africano. A companhia segue investindo na Zâmbia, onde criou a Fazenda do Futuro, que visa a desenvolver um sistema de produção sustentável de alimentos, capaz de aumentar o desempenho agrícola, com a utilização de recursos de forma mais eficiente. “Como a população local deverá aumentar para 2 bilhões até 2050, a necessidade de mecanização das propriedades e de formação das próximas gerações da agricultura nunca foi tão grande. Acreditamos no enorme potencial da África e estamos comprometidos com o crescimento agrícola da região, assim, temos a missão de fornecer as melhores soluções para o continente”, explica Santos.

O Fórum de Comércio Exterior Sul tem como objetivo incentivar a troca de experiência entre as empresas e discutir temas relevantes relacionados à exportação. Em sua segunda edição, o evento terá a presença do ministro das Relações Exteriores, José Serra, que vai abordar as diretrizes do comércio exterior brasileiro no novo governo, e de Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae Nacional, que apresentará sua visão sobre os benefícios da incorporação dos pequenos exportadores. O fórum ainda vai discutir o redesenho dos acordos globais de comércio com a presença de representantes das Federações das Indústrias do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. A abertura será feita pelo governador do Estado do Paraná, Beto Richa, entre outros convidados.

 

 
 

Fonte: Agrolink com informações de assessoria

Trigo é o segundo cereal mais produzido no mundo

Trigo é o segundo cereal mais produzido no mundo

Trigo é o segundo cereal mais produzido no mundo
Um dos cereais mais antigos e cultivados no mundo, o trigo ocupa seu espaço entre os produtores rurais brasileiros principalmente no Paraná e Rio Grande do Sul, mas também está sendo adaptado para as regiões de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Caracterizado como uma cultura de inverno, o trigo tem seu dia comemorado nesta quinta-feira, 10 de novembro.

No Brasil, a produção do cereal na última safra foi de 5,5 milhões de toneladas distribuídas entre os estados da seguinte forma: Paraná, com 3,6 milhões; Rio Grande do Sul, com 1,5 milhão; São Paulo, com 263 mil; Minas Gerais com 245 mil e Santa Catarina com 117 mil.

De acordo com os registros históricos, o trigo já era produzido, em grande escala, há cerca de 10.000 a.C, em uma região conhecida como Crescente Fértil, que hoje ligaria o Egito ao Iraque.

Dentre os principais cereais atualmente produzidos no mundo (atrás apenas do milho), o trigo é o que menos necessita de água. Zonas de clima temperado, com presença de chuvas moderadas e umidade abaixo de 75%, são favoráveis para o plantio. 

Na culinária mundial, a farinha de trigo é um dos ingredientes mais utilizados e sua qualidade está diretamente relacionada a uma série de fatores como a sanidade dos grãos, o estado de conservação da matéria prima e até o tipo do cereal.

 

Comissão - A Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA atua para aumentar a oferta do produto no Brasil, considerando que a demanda interna está em torno de 10,7 milhões de toneladas.

A Comissão propõe uma política específica para a cadeia do trigo, já que a produção é insuficiente para suprir o mercado interno.

Para o presidente da Comissão, Almir Dalpasquale, o governo brasileiro precisa reconhecer a necessidade de investir mais no desenvolvimento desta cadeia. 

“Infelizmente temos poucas políticas públicas voltadas ao seu cultivo do trigo. É muito importante que o governo brasileiro olhe isso com melhores olhos, pois é um cereal de grande importância na mesa dos brasileiros”, afirmou.

 Fonte: CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Produtos do agronegócio representaram 39% das exportações brasileiras até outubro de 2016

 
Produtos do agronegócio representaram 39% das exportações brasileiras até outubro de 2016
Nos dez primeiros meses de 2016 a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 38 bilhões com participação decisiva dos 15 principais produtos do agronegócio que representaram 39% das vendas totais do país no período.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destaca que a soja foi o produto do agronegócio com maior participação nas exportações entre janeiro e outubro deste ano, 12% do valor total (US$ 18 bilhões).
Outra participação relevante foi do açúcar em bruto, em segundo lugar no ranking: vendas externas de US$ 6,58 bilhões, 4% do total vendido ao exterior pelo país em 2016.

Os números consolidados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), divulgados nesta semana, mostram que as exportações totais do país foram de US$ 153 bilhões, com importações de US$ 114 bilhões.
Dos produtos do agronegócio, a maior variação nas vendas externas em 2016 foi do açúcar em bruto. Entre janeiro e outubro, as vendas desse segmento tiveram crescimento de 40%, comparadas com igual período do ano passado, um incremento de US$ 1,89 bilhão. A receita total foi US$ 6,58 bilhões.

Já as vendas externas de etanol tiveram aumento de 23% em 2016, em relação a igual período de 2015, somando receita de US$ 827 milhões. A principal razão desse bom desempenho deveu-se à elevação dos preços do etanol no mercado internacional nos últimos meses.

 

O setor sucroalcooleiro passa por um período de reestruturação após uma das piores crises da história, causada pela queda dos preços internacionais do açúcar e a política de precificação dos combustíveis, que privilegiou a gasolina em detrimento do etanol. Isso gerou aumento dos custos de produção, endividamento das usinas e falta de renovação dos canaviais.

Queda – A CNA observa que, apesar do bom desempenho de algumas cadeias do agronegócio, até outubro deste ano, as exportações brasileiras apresentaram queda para todas as regiões, com exceção do Oriente Médio, onde houve variação positiva de 1%, e da Oceania, que apresentou crescimento de 15%.

China e os Estados Unidos foram os dois países que mais importaram do Brasil. Os chineses compraram US$ 32 bilhões, enquanto os Estados Unidos US$ 18,8 bilhões. Ainda assim, esses valores representam uma redução de 4% e 5% nas compras, respectivamente.

Apesar do saldo positivo da balança comercial em 2016, entre janeiro e outubro, o valor das exportações foi 5% inferior ao obtido no mesmo período de 2015 (US$ 160 bilhões). As importações totais também caíram: 23% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 148 bilhões).

 

 Fonte: FARSUL - Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul

Tecnologias para o algodão, amendoim, mamona e gergelim serão apresentadas no cariri cearense

 
Tecnologias para o algodão, amendoim, mamona e gergelim serão apresentadas no cariri cearense
O município de Barbalha, localizado no cariri cearense, região Sul do estado, recebe na próxima quinta-feira (10) um dia de campo sobre Tecnologias para as culturas do algodão, amendoim, mamona e gergelim para o Semiárido. O evento acontecerá no Campo Experimental da Embrapa Algodão, a partir das 7 horas, e deve atrair produtores, técnicos, representantes de instituições parceiras e estudantes de agronomia da região.

Entre os destaques do dia de campo estão a nova cultivar de algodão colorido para o Semiárido e Cerrado (BRS Jade), novas cultivares transgênicas de algodão, a nova cultivar de gergelim (BRS Anahi) e os benefícios da rotação de culturas para o sistema de produção.

 

“Os participantes terão a oportunidade de conhecer os sistemas de produção de cada uma das culturas, além de boas práticas como a rotação de culturas, que melhoram o perfil do solo, contribuem para a absorção de nutrientes e ainda para o controle de pragas”, adiantou o supervisor do Campo Experimental de Barbalha, Gildo Pereira de Araújo.

Serviço:
Dia de campo sobre Tecnologias para as culturas do algodão, amendoim, mamona gergelim no Semiárido
Data: 10 de novembro de 2016
Local: Campo Experimental da Embrapa Algodão, em Barbalha
Horário: 7 horas
 

 Fonte: Embrapa

Vendas antecipadas de soja do Brasil se arrastam em meio ao plantio e baixos preços

 

Vendas antecipadas de soja do Brasil se arrastam em meio ao plantio e baixos preços
 

Análise do Cepea apontou que a liquidez no mercado brasileiro de soja está enfraquecida

As vendas antecipadas de soja no Brasil avançaram pouco nos dois últimos meses, mostraram nesta segunda-feira dados da consultoria Safras & Mercado, refletindo a retração dos produtores da oleaginosa em um momento de baixas cotações, foco nos trabalhos de plantio e expectativas com oscilações futuras.

A comercialização da safra de soja 2016/17, que será colhida a partir do primeiro trimestre do ano que vem, havia atingido 25 por cento do volume total esperado, até 4 de novembro.

No levantamento até 9 de setembro, o índice era de 20 por cento.

Segundo a Safras, a média histórica para o início de novembro é de 30 por cento, tendo atingido 41 por cento em 4 de novembro de 2015, referente à safra 2015/16.

 

"Levando-se em conta uma safra estimada em 103,477 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 26,130 milhões de toneladas", destacou a consultoria..

"Vendedores não têm intenção de negociar o grão no atual patamar de preço. Sojicultores, por sua vez, seguem atentos ao cultivo da safra 2016/17, sem interesse em fixar preços para o produto desta nova temporada. Do lado da demanda, agentes de indústria e também exportadores não estão ativos nas compras", disse o centro de pesquisa ligado à Universidade de São Paulo.

Os preços da soja no mercado à vista, que reflete negócios com grãos disponíveis no porto de Paranaguá, acumulam perdas de mais de 20 por cento desde um pico em meados de junho, também segundo o indicador Esalq/BM&FBovespa.

Nas últimas semanas, uma leve alta nos preços da soja na bolsa de Chicago foi ofuscada por uma desvalorização do real frente o dólar, o que deprime a precificação da soja no mercado doméstico.   

Em entrevista recente à Reuters, o presidente da trading e esmagadora de soja Algar Agro projetou que os negócios de venda de soja da nova safra do Brasil deverão seguir bastante travados pelos próximos meses e evoluir apenas quando a colheita começar, devido à retração das pontas vendedoras e compradoras.

 Fonte: Reuters

Preços dos suínos andando de lado mais de trinta dias nas granjas em São Paulo

 
Preços dos suínos andando de lado há mais de trinta dias nas granjas em São Paulo

A estabilidade no mercado de suínos já perdura há mais de trinta dias, tanto na granja como no atacado. Nas granjas paulistas o animal terminado está cotado em R$78,00/@. No atacado, a carcaça é negociada por R$6,00/kg.

Mesmo estando no início do mês, as vendas não apresentaram melhora e os compradores seguem fazendo suas aquisições de forma limitada para não acumular estoques.

 

No fechamento das exportações de outubro, o país embarcou 53,3 mil toneladas de carne suína in natura, queda de 15,5% em relação ao mês anterior. Apesar do recuo na comparação mensal, frente a igual período do ano passado o volume aumentou 21,0%.

No acumulado de janeiro a outubro deste ano, o país embarcou 38,8% mais que no mesmo intervalo de 2015.

 Fonte: Scot Consultoria

Preço da soja volta a subir em Chicago Análise Agrolink

Preço da soja volta a subir em Chicago – Análise Agrolink
O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (03.11) alta de 3,00 centavos de Dólar no contrato de Janeiro/16, chegando a US$ 9,895 por bushel. O contrato de Março/17 subiu 2,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Maio/17 valorizou 2,75 centavos de Dólar por bushel.
 

Após duas sessões de quedas, o mercado norte-americano da soja registrou um dia de ganhos nas principais cotações dos futuros. A demanda internacional aquecida pela oleaginosa dos Estados Unidos voltou a ser fator preponderante de suporte aos preços da commodity, com vendas muito acima das registradas na temporada anterior.

Agrolink
Autor: Leonardo Gottem
Fonte: Agrolink

Apesar das chuvas intensas, trigo do RS é de boa qualidade

Apesar das chuvas intensas, trigo do RS é de boa qualidade
Nem mesmo o tempo inclemente que assola o estado do Rio Grande do Sul foi capaz de diminuir a qualidade do cereal de inverno que está sendo colhido nesta temporada. “Chove, chove sobre o RS e o trigo continua bom. Não tem nem tipo 2”, avalia o analista sênior da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco.

O especialista aponta que a safra gaúcha pode ser dividida em três fases: A primeira parte, colhida antes das primeiras chuvas, foi de trigo de excelente qualidade (FN e W acima de 280) e produtividade chegando ou ultrapassando 3.000kg/ha. O volume colhido foi de aproximadamente 20% da área total plantada.

“A segunda parte foi colhida depois das primeiras chuvas, dias 28, 29, 30 e 31 de outubro, e estimada em 25%. Deste trigo colhido, as amostras foram encaminhadas para análise, mas não há resultados ainda; entrou uma pequeníssima quantidade não significativa de trigo com 76 de PH, nada abaixo disto. E as produtividades continuaram altas. A chuva retornou dia 01/11 (terça-feira) à noite e foi embora ontem de tarde; choveu entre 60mm e 100mm variando de região em região. Dano, pode-se observar em uma região pequena”, avalia Pacheco.

 

A terceira fase é referente aos 55% restantes, que ainda não foram colhidos. O titular da T&F afirma que as produtividades estão ótimas, algumas passando de 3.000 kg/ha e ficando acima do estimado inicialmente (2.750 kg/ha). Com isso, está mantido o volume inicial previsto de 2,2 milhões de toneladas. 

“O aumento de produtividade está compensando largamente os pequenos problemas causados por acamamento, granizo e perdas localizadas. Como não há ainda resultados finais das análises de qualidade, o mercado espera para saber se toda a safra poderá ser destinada a moagem ou alguma parte dela perdeu a qualidade e será negociada como trigo forrageiro”, diz o analista.

 

 Fonte: Agrolink

Queda das exportações de milho em outubro e recuo dos preços

 
Queda das exportações de milho em outubro e recuo dos preços

As exportações brasileiras totalizaram 1,10 milhão de toneladas de milho em outubro deste ano, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A média diária foi de 55,09 mil toneladas. O volume embarcado diminuiu 60,3% em relação a setembro deste ano e foi 79,1% menor que o registrado no mesmo período do ano passado.

A maior competitividade com o milho norte-americano na temporada 2016/2017 afetou as exportações brasileiras. Para uma comparação, nos Estados Unidos a tonelada do grão está cotada em US$136,00, frente aos US$172,91 por tonelada de milho embarcado pelo Brasil.

 

O recuo das exportações neste segundo semestre é um dos fatores de baixa sobre os preços do cereal no mercado brasileiro. Na região de Campinas-SP, segundo levantamento da Scot Consultoria, a saca de 60 quilos está cotada em R$39,00, para a entrega imediata, sem o frete, frente a negócios de até R$43,00 por saca nas primeiras semanas de outubro.

 
 
 
 
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Fonte: Scot Consultoria

Carne de frango mantém posição na pauta exportadora

 
Carne de frango mantém 5ª posição na pauta exportadora
 

A despeito de, nos últimos quatro meses (julho-outubro), ter recuado quase 6,5% em relação ao quadrimestre anterior (março-junho), a receita cambial até agora obtida mantém a carne de frango in natura como o quinto principal produto da pauta exportadora e como o segundo da pauta de básicos agropecuários (atrás, apenas, dos produtos do complexo soja). Ou seja: os desafios no comércio externo estão generalizados.

Assim, por exemplo, o recuo de 3,74% na receita não coloca a carne de frango em situação pior que a de outros produtos, pois o índice de queda está abaixo da média geral (redução de 4,64%). E, sob esse aspecto, entre os 10 principais produtos exportados, apenas dois (açúcar e automóveis) registram expansão de receita. Aliás, entre os básicos, a menor perda é da carne de frango.

 

Dessa forma, mesmo vindo com receita cambial negativa, a carne de frango ampliou sua participação na pauta exportadora. Os 3,26% alcançados nos 10 primeiros meses de 2016 representam aumento de quase 1% sobre a participação registrada no mesmo período de 2015.

 

 Fonte: Avisite