Blairo convida parlamentares europeus a conhecerem de perto agronegócio brasileiro

Em reunião no Parlamento, em Bruxelas, ministro defendeu legislação ambiental e trabalhista do país

Em reunião no Parlamento Europeu nesta quarta-feira (25) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse que há muito desconhecimento sobre a agropecuária brasileira. “Nossa legislação ambiental, trabalhista e social é mais rígida até do que a europeia”, garantiu. Maggi convidou os parlamentares europeus para virem ao Brasil conhecer de perto a sua produção agropecuária.

O ministro esclareceu várias dúvidas em relação à produção brasileira e explicou que existem dois modelos no Brasil: a agricultura familiar e a industrial. Ele disse que nos estados das regiões Sul e Sudeste do país, a maioria das propriedades é pequena. Já no Centro-Oeste, acrescentou, as propriedades são maiores.

 

Lembrou que existe um ministério responsável por oferecer assistência técnica e financiamento aos pequenos produtores e que esse tipo de agricultura atua mais para o mercado interno. O Brasil vende à União Europeia 12 bilhões de euros em produtos agropecuários e compra 1,2 bilhão. Blairo observou que há vantagens comparativas no comércio bilateral, como o fato de o bloco europeu comprar matérias-primas brasileiras e agregar valor a esses produtos. É o caso de café, cacau, carnes, soja e milho.

O ministro reuniu-se ainda, em Bruxelas, com o comissário europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, Phill Hogan.

 

Governo diminui burocracia para incentivar agricultura no Nordeste

Com a intenção de aumentar a safra e estimular os agricultores, o governo federal acelerou o processo para diminuir a burocracia e modernizar as normas do Ministério da Agricultura. O novo olhar tem sido direcionado especialmente para municípios do Nordeste, que se destacam na produção agrícola brasileira.

Segundo a última pesquisa de Produção Agrícola Municipal (PAM) – Culturas temporárias e permanentes, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os municípios campeões em produção agrícola individual no Brasil e em produção de frutas ficam no Nordeste.

Entre as medidas adotadas está o Agro+, plano lançado em agosto voltado à desburocratização, modernização e simplificação de normas e procedimentos do Ministério da Agricultura. Com o Agro+, o governo pretende elevar de 6,9% para 10% a participação agronegócio brasileiro no comércio mundial agrícola.

O Agro+ surgiu após o Ministério da Agricultura ter intensificado as conversas com os agricultores locais para entender as falhas na legislação e as mudanças que precisam ser feitas para aumentar as produções.

Produção

 

Em 2015, o líder em produção agrícola individual foi São Desidério, na Bahia, que teve crescimento de 23,3% e respondeu por 1,1% do valor da produção nacional, com R$ 2,8 bilhões. O algodão é o principal item, responsável por 52,9% do valor produzido. Em seguida, vem a soja, com 39,6% – o município é o quarto maior produtor do grão no país.

Na fruticultura, a campeã é Petrolina, em Pernambuco. Com 2,8% da produção nacional e valor de R$ 749,6 milhões, o valor da produção aumentou 18% em 2015, e o município é o 28º no ranking agrícola do País. De acordo com o IBGE, grande parte da produção da cidade é destinada à exportação.

Apesar de ter uma área favorável para a plantação de frutas, alguns estados do Nordeste enfrentam uma crise hídrica que compromete a agricultura. O governo, no entanto, concentra os esforços na transposição do São Francisco e em ações que garantam a irrigação de áreas plantadas.

"Agora, com a transposição também do Rio São Francisco, os empresários, as produções podem se deslocar para áreas onde há condições de solo e de clima aproveitando a água do São Francisco que está chegando", afirma o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

 

Receita do setor agropecuário deve crescer 5,6% em 2017

A análise completa está detalhada no Boletim VPB - Edição Janeiro de 2017

Os produtores rurais voltarão a ter alta na receita neste ano. O Valor Bruto da Produção (VBP), que mede o faturamento “da porteira pra dentro” na atividade agropecuária, deve crescer 5,6% em 2017 na comparação com o ano passado e chegar a R$ 573 bilhões.

A estimativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O resultado é atribuído principalmente às boas perspectivas de aumento da safra 2016/2017 de grãos, de 15,3%. Desta forma, o setor agrícola terá elevação de 7,22% na receita bruta, que ficará em R$ 345,3 bilhões.

O VBP da pecuária também deve crescer 2,76% em relação a 2016, com estimativa de faturamento de R$ 202, 6 bilhões, diante do incremento da produção de carne, aves, suínos e leite.

 

Para a soja, responsável por quase 25% do VBP do setor agropecuário, o aumento da safra compensará a queda dos preços. Desta forma, o faturamento com a oleaginosa subirá 8,7% em relação a 2016, para R$ 139,2 bilhões.

A receita do algodão terá alta de 10,1% na receita. Já o valor bruto do milho crescerá 26,9% (R$ 64,7 bilhões), reflexo dos bons preços nos mercados interno e externo e do aumento da produção.

Para os produtos da pecuária, a estimativa é de incremento do faturamento de carne bovina (2%), frango (4%), leite (4,5%) e suínos (2%). Para estes segmentos, a estimativa é de aumento da produção em 2017 na comparação com 2016. A avicultura de postura (produção de ovos) deve ficar estável em relação ao ano passado.

 

 

Ferrugem asiática: doença se instalou em lavoura comercial de Goiás

O laboratório de fitopatologia registrou o primeiro caso de ferrugem asiática na soja em Rio Verde. O caso positivo foi diagnosticado em área comercial e o grão já se encontrava em estágio de enchimento. Com o clima propenso ao aparecimento da doença, o momento agora é de constante monitoramento.

De acordo com o fitopatologista Hércules Campos, a indicação da presença do fungo mostra que a doença está instalada no município. “Este é o indicativo de que a ferrugem asiática chegou e com o avanço da colheita ela pode se disseminar mais rápido”, afirma.

 

A possibilidade da doença aparecer com maior frequência agora já é um fato e a recomendação é que os produtores que possuem sojas mais novas fiquem atentos. Outra medida preventiva de extrema importância é a realização das aplicações de fungicidas o quanto antes, respeitando os intervalos recomendados. “O produtor que não fizer a correta utilização dos fungicidas poderá ter danos, principalmente nas sojas que estão em fase produtiva”, diz Campos.

 

Soja: 3 segredos para a safra render e o agronegócio brasileiro melhorar

Após passar por uma situação difícil no último ano, seja do ponto de vista climático – por conta das secas em algumas regiões – e até mesmo econômico, os produtores rurais sentiram este impacto na safra e, consequentemente, no bolso. Apesar disso, o ano de 2017 começou com as cotações de soja acima dos valores referentes ao ano anterior, o que animou o produtor. 

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a tendência deste mercado é de uma constante melhora, pois existe a estimativa de 101,3 milhões de toneladas do grão para a safra 2016/2017.  O valor é 4,9% maior em relação ao período de 2015/2016.

Como no mundo do agronegócio o ditado “você colhe o que você planta” é literal, é preciso ter um manejo de qualidade em todas as fases de reprodução para que tenhamos uma boa safra. Para isso é preciso seguir três passos essenciais:

Controle 
A manutenção e vistoria regular da plantação são de extrema importância. É nelas que podemos identificar as necessidades do cultivo de forma precoce para que o tratamento se torne mais efetivo. 

No caso da ferrugem, controle efetivamente nas variedades de soja mais precoces que são plantadas mais cedo com um ciclo mais curto. Isso impedirá que prejudique as lavouras mais novas e de ciclos que virão depois. Para isso indicamos o uso de produtos que tenham eficácia desde o momento da aplicação até a colheita para que esses materiais tenham menor inóculo possível ao final do seu ciclo.

 

Proteção
Os fungicidas são a coluna vertebral de um manejo qualificado. Com efeito de médio a longo prazo, os protetores são essenciais e dão um retorno extremamente positivo ao produtor.  São eles que completarão o programa de defesa e deixarão as ferramentas de manejo úteis por mais tempo.

Estratégia
Tenha uma gestão de risco conservadora e não se arrisque desnecessariamente.
Trace uma estratégia que contenha desde o preparo das sementes à colheita. Evite surpresas desagradáveis. Para isso, faça o levantamento de todos os riscos da lavoura e seus respectivos tratamentos em todas as fases. 

Veja o vídeo: 

https://www.youtube.com/watch?v=GRYK5nnO5Jg

SOBRE A UPL
Com mais de 10 anos de atuação no Brasil, a indiana UPL é uma empresa global que traz soluções inovadoras e sustentáveis em proteção e nutrição de cultivos para o agricultor. Fundada em 1969, a companhia atua hoje em mais de 86 países com 27 fábricas que desenvolvem, fabricam, formulam e comercializam produtos da mais alta qualidade, segurança e tecnologia.  Com mais de 28 aquisições nos 11 últimos anos, a empresa está entre as 10 maiores empresas mundiais do segmento com faturamento de mais de US$ 2 bilhões e ações na Bolsa de Mumbai.  Por meio de novas formulações e produtos, equipe profissionalizada, pesquisas e expansão de portfólio, conta com forte presença nos mercados de soja, milho, cana-de-açúcar, arroz, café, citros, algodão, pastagem e hortifruti.
Conheça mais sobre a UPL e seus produtos no site www.uplbrasil.com.br
 

 

Agrolink com informações de assessoria

Paraná volta ao topo da produtividade em milho e soja

O Paraná deve voltar a ser o campeão de produtividade na soja e no milho na safra de 2017, de acordo com levantamento sistemático de produção agrícola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Depois de ficar na sexta colocação no ranking da soja em 2016, por conta da quebra da safra, o Estado deve liderar o rendimento nesse ano, com 3.456 quilos por hectare, contra 3.087 quilos por hectare em 2016.

O Paraná deve superar Santa Catarina (3.431 quilos por hectare) e Minas Gerais (3.206 quilos por hectare). O Mato Grosso deve ficar bem atrás, com 3.146 quilos. A média brasileira é estimada em 3.126 quilos por hectare. Atrás apenas do Mato Grosso, o Paraná é o segundo maior produtor de soja, com previsão de produzir 18,5 milhões de toneladas nesse ano, 9,8% acima da safra anterior, de acordo com a estimativa do IBGE.

Na safra do ano passado, o Paraná perdeu, por conta do clima ruim, cerca de 2 milhões de toneladas de soja, lembra o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Francisco Simioni. “Esse ano as perspectivas são muito boas, com uma previsão de aumento de 10% na produtividade da soja. A colheita está em fase inicial, principalmente nas regiões Norte e Oeste, e o clima tem ajudado”, diz.

MILHO

Após ficar em segundo lugar no ranking do milho da primeira safra em 2016, com 7.990 quilos por hectare, o Paraná também volta ao topo nessa temporada, com um rendimento estimado pelo IBGE de 8.768 quilos por hectare. O Estado está à frente do Mato Grosso do Sul (8.500), que no ano passado havia assumido a liderança, do Distrito Federal (8.249) e de Santa Catarina (7.718). A previsão é de uma produção de 4,3 milhões de toneladas no Paraná, 30% acima do ano anterior.

 

“O Paraná conjuga alta produtividade com alto volume de produção e de área plantada. Entre os grandes produtores de grãos do País, ele é o que consegue melhor aliar esses dois indicadores”, diz o diretor do centro de pesquisas do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), Daniel Nojima.

A alta produtividade no campo no Paraná se deve ao trabalho de mais de uma década de desenvolvimento tecnológico, manejo de solo e água, de pragas, rotação de culturas e zoneamento agroecológico, de acordo com Simioni. “Trata-se de um aperfeiçoamento constante, o que garante aumento da produção mesmo o Paraná não tendo mais fronteira agrícola”, diz Siminoni.

De acordo com ele, o Paraná não tem como expandir a fronteira agrícola. O seu crescimento é vertical, com altos índices de produtividade. “Na soja estamos próximos do topo, mas ainda há espaço para avançarmos no milho de segunda safra”, afirma.

No milho da segunda safra, o Paraná chegou a bater a marca dos 6,5 mil quilos por hectare, mas por problemas com clima, frio e chuva, principalmente, a produtividade ficou em 4.653 no ano passado.

Ao todo, o Paraná deve colher, de acordo com a projeção do IBGE, 23,3 milhões de toneladas na safra de verão, 13,4% mais do que a anterior (20,5 milhões de toneladas).

 

Produção de trigo da Argentina é confirmada em 15 milhões de toneladas

A colheita de trigo na Argentina chegou ao final há aproximadamente 10 dias e a produção total foi de 15 milhões de toneladas - obtida graças à maior produtividade dos últimos cinco anos, de 60,6 sacas por hectare. A informação é da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, e foi divulgada pelo Blog AgroSouth News.

 

O volume é 39% superior ao ciclo anterior, quando a colheita foi de 10,8 milhões de toneladas. Quando a produção total é comparada à média dos últimos cinco anos, o número é 33% maior. Os impostos de exportação e limites de comercialização foram eliminados em 2015 no país.

 

Agrolink

Farelo de soja: atenção ao clima na Argentina e ao câmbio

Os preços do farelo de soja caíram na primeira quinzena de janeiro deste ano, acompanhando os recuos verificados para a soja grão. A expectativa de uma safra maior no país na temporada atual (2016/2017), o início da colheita e o aumento do esmagamento em curto e médio prazos são os principais fatores de baixa sobre os preços do grão e farelo no mercado interno.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a tonelada do farelo de soja está cotada, em média, em R$1.217,07, sem o frete. Houve queda de 4,0% em relação a dezembro/16. Na comparação com janeiro do ano passado, o insumo está custando 8,1% menos.

Em curto e médio prazos, a expectativa é de mercado frouxo. No entanto, apesar do avanço da colheita e esmagamento no país, questões como o clima e o câmbio merecem atenção.

No caso do clima, a situação mais complicada ocorre na Argentina, em função dos excessos de chuvas e alagamentos em importantes áreas produtoras. O país é um grande exportador de farelo e óleo de soja.

 

Scot Consultoria

Milho segue subindo com forte demanda Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (20.01) alta de 3,50 centavos de Dólar nos contratos de Março/17, fechando os US$ 3,6975 por bushel. As demais posições em destaque da commodity na CBOT fecharam a sessão com valorizações entre 2,75 e 3,50 pontos.

 

O mercado norte-americano do milho fechou a semana com ganhos nas principais cotações dos futuros, sustentado – mais uma vez – pela forte demanda internacional. As exportações semanais do cereal, divulgadas na sexta pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), confirmaram as projeções dos investidores. 

 ]Agrolink

De Primeira, Sem Dúvida

A Iniciativa De Primeira, Sem Dúvida, que apoia o produtor de soja chega ao terceiro ano mais forte do que nunca. 
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), existem hoje, mais de 40 doenças na cultura da soja que são provocadas por fungos, bactérias, nematoides e vírus, o mais alarmante de tudo isso é que as perdas na produção podem chegar até 20%. 

O problema é complexo, mas com o apoio da Bayer a solução se torna mais simples: realizar sempre o manejo das doenças de forma correta e na hora certa, como recomenda a nossa Iniciativa De Primeira, Sem Dúvida (DPSD).
 
Só para lembrar, o DPSD está completando três anos e consiste no acompanhamento de áreas de soja onde o crescimento da cultura e a evolução de doenças como ferrugem, mancha-alvo, antracnose e oídio são monitoradas em tempo real por meio de câmeras instaladas nas lavouras. O que se pretende é demonstrar que o uso de fungicidas no momento certo pode fazer toda a diferença no manejo dessas doenças.

DPSD: Resultados comprovados.

Um grande exemplo de sucesso está em Cafelândia (SP), onde foram colhidas 70,5 sacas/hectare na área com o manejo correto, contra 63,6 sacas/hectare na área com a aplicação atrasada. Vale a pena acessar www.deprimeirasemduvida.com.br e conferir tudo o que está acontecendo. 

Além de Cafelândia, outras 10 áreas também são monitoradas por meio do DPSD, em parceria com empresas, cooperativas, fundações, institutos, universidades e com os principais pesquisadores do setor de fitopatologia do Brasil. 

 

Veritas: aliado na produtividade e benefícios de verdade.

O cálcio é um aliado importante na fixação da flor e das vagens e Veritas, por sua vez, potencializa a translocação do nutriente, resultando em mais produtividade. Necessita de apenas uma aplicação ao longo da safra, de um litro por hectare e deve ser usado logo no início do período reprodutivo das plantas.

Programa Alertas Bayer: você sempre um passo à frente dos inimigos de sua lavoura.

Alertas é uma iniciativa Bayer criada especialmente para auxiliar produtores de todo o Brasil a se precaver contra as mais diversas ameaças na lavoura. Basta acessar o site De Primeira, Sem Dúvidas Bayer, fazer seu cadastro e conferir se sua região está sendo atingida por algum tipo de doença ou praga.

Confira a opinião de quem é especialista:

O manejo correto associado a um produto que oferece excelentes resultados, como o Fox®, é a combinação perfeita para obtermos altos índices de qualidade e de produtividade”
Everson Zin, gerente de Marketing de Canais Bayer.

 

Agrolink com informações de assessoria

Mapa autoriza Curbix 200 SC, da Bayer, para combate à broca do café

O inseticida Curbix 200 SC (Etiprole) foi liberado para o controle da broca do café (Hypothenemus hampei). A inclusão da recomendação de uso do produto, fabricado pela Bayer, foi publicada no Diário Oficial da União de 13 de janeiro, através do Ato nº 4 do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas, da Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DFIA/SDA/Mapa).

O Curbix 200 SC, um inseticida de contato do grupo Fenilpirazol, já era registrado no Brasil para o controle de cupins e da cigarrinha na cana-de-açúcar e da bicheira da raiz do arroz (Oryzophagus oryzae). Trata-se de um ingrediente ativo distinto dos produtos atualmente utilizados para o controle da broca do café, que são Ciantraniliprole e Chlorantraniliprole + Abamectina.

 

De acordo com Conselho Nacional do Café (CNC) trata-se de uma conquista “importante porque permitirá o aprimoramento do manejo da resistência de insetos na atividade cafeeira”. A entidade foi uma das maiores defensoras da aprovação do Etiprole, conseguindo inclusive colocar o Curbix 200 SC na lista de produtos prioritários para registro.

 

Fonte: Agrolink