Preços dos suínos andando de lado mais de trinta dias nas granjas em São Paulo

 
Preços dos suínos andando de lado há mais de trinta dias nas granjas em São Paulo

A estabilidade no mercado de suínos já perdura há mais de trinta dias, tanto na granja como no atacado. Nas granjas paulistas o animal terminado está cotado em R$78,00/@. No atacado, a carcaça é negociada por R$6,00/kg.

Mesmo estando no início do mês, as vendas não apresentaram melhora e os compradores seguem fazendo suas aquisições de forma limitada para não acumular estoques.

 

No fechamento das exportações de outubro, o país embarcou 53,3 mil toneladas de carne suína in natura, queda de 15,5% em relação ao mês anterior. Apesar do recuo na comparação mensal, frente a igual período do ano passado o volume aumentou 21,0%.

No acumulado de janeiro a outubro deste ano, o país embarcou 38,8% mais que no mesmo intervalo de 2015.

 Fonte: Scot Consultoria

Preço da soja volta a subir em Chicago Análise Agrolink

Preço da soja volta a subir em Chicago – Análise Agrolink
O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (03.11) alta de 3,00 centavos de Dólar no contrato de Janeiro/16, chegando a US$ 9,895 por bushel. O contrato de Março/17 subiu 2,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Maio/17 valorizou 2,75 centavos de Dólar por bushel.
 

Após duas sessões de quedas, o mercado norte-americano da soja registrou um dia de ganhos nas principais cotações dos futuros. A demanda internacional aquecida pela oleaginosa dos Estados Unidos voltou a ser fator preponderante de suporte aos preços da commodity, com vendas muito acima das registradas na temporada anterior.

Agrolink
Autor: Leonardo Gottem
Fonte: Agrolink

Apesar das chuvas intensas, trigo do RS é de boa qualidade

Apesar das chuvas intensas, trigo do RS é de boa qualidade
Nem mesmo o tempo inclemente que assola o estado do Rio Grande do Sul foi capaz de diminuir a qualidade do cereal de inverno que está sendo colhido nesta temporada. “Chove, chove sobre o RS e o trigo continua bom. Não tem nem tipo 2”, avalia o analista sênior da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco.

O especialista aponta que a safra gaúcha pode ser dividida em três fases: A primeira parte, colhida antes das primeiras chuvas, foi de trigo de excelente qualidade (FN e W acima de 280) e produtividade chegando ou ultrapassando 3.000kg/ha. O volume colhido foi de aproximadamente 20% da área total plantada.

“A segunda parte foi colhida depois das primeiras chuvas, dias 28, 29, 30 e 31 de outubro, e estimada em 25%. Deste trigo colhido, as amostras foram encaminhadas para análise, mas não há resultados ainda; entrou uma pequeníssima quantidade não significativa de trigo com 76 de PH, nada abaixo disto. E as produtividades continuaram altas. A chuva retornou dia 01/11 (terça-feira) à noite e foi embora ontem de tarde; choveu entre 60mm e 100mm variando de região em região. Dano, pode-se observar em uma região pequena”, avalia Pacheco.

 

A terceira fase é referente aos 55% restantes, que ainda não foram colhidos. O titular da T&F afirma que as produtividades estão ótimas, algumas passando de 3.000 kg/ha e ficando acima do estimado inicialmente (2.750 kg/ha). Com isso, está mantido o volume inicial previsto de 2,2 milhões de toneladas. 

“O aumento de produtividade está compensando largamente os pequenos problemas causados por acamamento, granizo e perdas localizadas. Como não há ainda resultados finais das análises de qualidade, o mercado espera para saber se toda a safra poderá ser destinada a moagem ou alguma parte dela perdeu a qualidade e será negociada como trigo forrageiro”, diz o analista.

 

 Fonte: Agrolink

Queda das exportações de milho em outubro e recuo dos preços

 
Queda das exportações de milho em outubro e recuo dos preços

As exportações brasileiras totalizaram 1,10 milhão de toneladas de milho em outubro deste ano, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A média diária foi de 55,09 mil toneladas. O volume embarcado diminuiu 60,3% em relação a setembro deste ano e foi 79,1% menor que o registrado no mesmo período do ano passado.

A maior competitividade com o milho norte-americano na temporada 2016/2017 afetou as exportações brasileiras. Para uma comparação, nos Estados Unidos a tonelada do grão está cotada em US$136,00, frente aos US$172,91 por tonelada de milho embarcado pelo Brasil.

 

O recuo das exportações neste segundo semestre é um dos fatores de baixa sobre os preços do cereal no mercado brasileiro. Na região de Campinas-SP, segundo levantamento da Scot Consultoria, a saca de 60 quilos está cotada em R$39,00, para a entrega imediata, sem o frete, frente a negócios de até R$43,00 por saca nas primeiras semanas de outubro.

 
 
 
 
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Fonte: Scot Consultoria

Carne de frango mantém posição na pauta exportadora

 
Carne de frango mantém 5ª posição na pauta exportadora
 

A despeito de, nos últimos quatro meses (julho-outubro), ter recuado quase 6,5% em relação ao quadrimestre anterior (março-junho), a receita cambial até agora obtida mantém a carne de frango in natura como o quinto principal produto da pauta exportadora e como o segundo da pauta de básicos agropecuários (atrás, apenas, dos produtos do complexo soja). Ou seja: os desafios no comércio externo estão generalizados.

Assim, por exemplo, o recuo de 3,74% na receita não coloca a carne de frango em situação pior que a de outros produtos, pois o índice de queda está abaixo da média geral (redução de 4,64%). E, sob esse aspecto, entre os 10 principais produtos exportados, apenas dois (açúcar e automóveis) registram expansão de receita. Aliás, entre os básicos, a menor perda é da carne de frango.

 

Dessa forma, mesmo vindo com receita cambial negativa, a carne de frango ampliou sua participação na pauta exportadora. Os 3,26% alcançados nos 10 primeiros meses de 2016 representam aumento de quase 1% sobre a participação registrada no mesmo período de 2015.

 

 Fonte: Avisite

Boi/Cepea: Demanda enfraquecida no varejo pressiona cotaçoes da arroba

Boi/Cepea: Demanda enfraquecida no varejo pressiona cotaçoes da arroba
O ritmo de negócios segue lento no mercado pecuário, da reposiçao ao atacado. A oferta em todos os segmentos está reduzida, mas o consumo enfraquecido no varejo nao permite que os preços da arroba aumentem.
 

Segundo colaboradores do Cepea, para a reposiçao, apesar das recentes chuvas, muitos pastos ainda nao estao totalmente recuperados, o que também pressiona os valores do bezerro. Entre 25 de outubro e 1s de novembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do bezerro (MS) recuou 1,8%, fechando a R$ 1.232,20 na terça-feira, 1s. O Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 150,03, queda de 1% em sete dias. 

 

Fonte: Cepea/Esalq

Algodão/Cepea: Valores caem na virada do mes

Algodão/Cepea: Valores caem na virada do mes
Após registrar pequenas variaçoes em grande parte de outubro, os preços do algodao em pluma caíram com um pouco mais de força no encerramento do mes e início de novembro, refletindo a postura cautelosa de compradores. Entre 25 de outubro a 1s de novembro, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias, referente r pluma 41-4, posta em Sao Paulo, teve queda de 0,46%, fechando a R$ 2,5156/lp na terça-feira, 1s.
 

No acumulado de outubro, o Indicador recuou 0,68%. Parte das indústrias mostrou interesse por novas aquisiçoes, mas a valores inferiores aos pedidos por vendedores. Além disso, vários lotes de algodao em pluma disponibilizados ao mercado spot sao de baixa qualidade ? nao aprovados nos contratos pré-fixados ?, segundo colaboradores consultados pelo Cepea. Cotonicultores com algodao de maior qualidade, por sua vez, se mantiveram firmes nos valores de venda. 

 

 Fonte: Cepea/Esalq

Açúcar teve a sexta desvalorização seguida na bolsa de Nova York

Açúcar teve a sexta desvalorização seguida na bolsa de Nova York
As liquidações de posições vendidas dos fundos no mercado futuro de açúcar voltaram a pressionar as cotações nesta segunda-feira (31) na bolsa de Nova York, segundo a análise de hoje (1º).

Na Ice Future, no vencimento março/17, a commodity foi comercializada a 21,57 centavos de dólar por libra-peso, uma retração expressiva de 59 pontos no comparativo com a véspera. Os demais lotes também tiveram queda, que oscilou de 25 a 51 pontos.

Ainda segundo a análise do jornal, trata-se da sexta desvalorização seguida da commodity. De acordo com a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities, os gestores de recursos já reduziram em mais de 10% suas posições líquidas compradas desde o início de outubro, reduzidas a 57.536 contratos no último dia 25. Os dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) de produção no Brasil também ajudaram a pressionar as cotações.

Na bolsa londrina, os preços do açúcar também caíram ontem. O vencimento dezembro/16 foi comercializado a US$ 579,40 a tonelada, baixa de 10,10 dólares se comparado com a sessão anterior. Os demais vencimentos caíram entre 7,50 e 11,80 dólares.

 

Mercado doméstico

No mercado interno, o açúcar cristal, segundo índices do Cepea/Esalq, da USP, teve nova retração. A saca de 50 quilos foi comercializada a R$ 100,88, retração de 0,04% no comparativo com os preços do dia anterior.

Etanol diário

O etanol hidratado caiu nesta segunda-feira, de acordo com os índices da Esalq/BVMF. O metro cúbico do biocombustível foi negociado a R$ 1.829,50, baixa de 0,52%.

 

 Fonte: UDOP - União dos Produtores de Bioenergia

Notícias Milho cai com movimento técnico de ajuste Análise Agrolink

 
Milho cai com movimento técnico de ajuste – Análise Agrolink
O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (31.10) baixa de 0,25 centavo de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,5475 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 0,25 e 0,75 ponto.
 

O mercado norte-americano do milho teve leves perdas nas principais cotações dos futuros, resultado de um movimento técnico de ajuste de posições por parte de fundos de investimento, visando o fechamento do mês. Também foi fator de pressão para o cereal a queda em commodities, principalmente o petróleo.

 

Fonte: Agrolink

Embrapa Trigo comemora 42 anos

 
Embrapa Trigo comemora 42 anos
No dia 28 de outubro, a Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS) completou 42 anos de história. O CNPT foi a primeira unidade da Embrapa, criada um ano após a sede da empresa em Brasília, DF. A comemoração contou com um Dia de Campo exclusivo para os mais de 200 empregados, realizado em 28/10, na vitrine de tecnologias.

Com a finalidade de incentivar o cultivo de trigo no Brasil, o Governo Federal, via a lei número 470, de 9 de agosto de 1937, criou a "Estação Experimental de Trigo". Esse estabelecimento, instalado em 1939, seria formalmente inaugurado em 22 de novembro de 1940, com a presença do Presidente Getúlio Vargas, ficando conhecida como "Estação Experimental de Passo Fundo", com sede na localidade de Engenheiro Luiz Englert (hoje pertencente ao município de Sertão). O local, uma área de 1700 ha, foi escolhido por se assemelhar aos preferidos pelos colonos, que produziam trigo em terras de mata.

Devido às limitações de localização e, especialmente, com o deslocamento das lavouras de trigo das áreas de mata para as áreas de campo, em 1969, esta estação experimental foi transferida para os arredores da cidade de Passo Fundo. Surgia aí, inaugurada em 23 de abril de 1972, a "Nova Estação Experimental de Passo Fundo", cujas instalações, às margens da rodovia BR 285, viriam a abrigar, a partir de 28 de outubro de 1974 a primeira unidade descentralizada da Embrapa: o Centro Nacional de Pesquisa de Trigo. A inauguração contou com a presença do então Presidente da República, Ernesto Geisel. A Embrapa Sede foi formalmente instalada no ano anterior, em 26 de abril de 1973.

Muitas histórias curiosas marcaram os primeiros anos de pesquisa com trigo na região. Um dos primeiros pesquisadores da Embrapa, Luiz Ricardo Pereira, conta que, ainda na Estação Experimental, jovens técnicos agrícolas e agrônomos, com idades entre 18 e 25 anos e exercendo seu primeiro emprego, se defrontavam com um veículo automotor pela primeira vez na vida: uma rural vermelha, carro de elite na época. O resultado foi uma marcha a ré equivocada que "atropelou" as parcelas com experimentos. No laudo, a perda do experimento foi "resultado de intempéries climáticas".

Outro fato histórico que influenciou o investimento na pesquisa com trigo no Brasil está nas páginas da biografia do jornalista Samuel Wainer (Minha Razão de Viver). Era ele integrante dos jornais associados de Assis Chateaubriand. Ele, a mando do chefe, foi ao Rio Grande do Sul fazer algumas entrevistas para provar que não havia a possibilidade de se plantar trigo no Brasil. Coisas que vinham na cabeça de seu patrão. Mas, depois das entrevistas, o repórter estava num impasse: o que traria para Chateaubriand era justamente o contrário. Era perfeitamente possível plantar trigo nas fazendas do sul.

 

Ainda assim, na época o senador Chateaubriand (registrado no livro "Chatô: O rei do Brasil") veio participar com o Presidente Jucelino Kubitschek da 6a Festa Nacional do Trigo, em Erechim, RS e, chamado para proferir o discurso oficial, mostrou-se um grande inimigo da triticultura brasileira : "Ó gaúchos... o trigo nunca passou de um acidente na vida econômica do Brasil e do Rio Grande. Possuís solos demasiado rico para desvalorizá-los com uma cultura pobre como a triticultura... a generalizada acidez de vossas terras impede qualquer cultura racional e econômica..." divaga Chatô, finalizando: "Gaúchos! O que vos quero dar é algo semelhante ao que o café foi para São Paulo. Abandonai o trigo, plantai capim, daí de comer a ovelhas, enchei vossas burras de dinheiro – terei dinheiro mais que suficiente para importar carros, champanhe e mulheres francesas para o vosso deleite!". O resultado foi que muitos produtores abandonaram o trigo e passaram a plantar aveia preta, com o resgate da triticultura quase uma década depois, alicerçado pelos resultados da pesquisa.

Inúmeras histórias fizeram parte da consolidação da pesquisa com trigo no Brasil e refletem o crescimento da estrutura que é a Embrapa Trigo hoje. São 229 empregados, trabalho numa área total de 436 hectares, dos quais 284 hectares são usados como campos experimentais e 22 mil metros quadrados de área construída. A uma estrutura que abrange 15 casas de vegetação, 4 blocos de telados totalizando aproximadamente 9.000 m² de área coberta, 11 laboratórios e 1 Banco Ativo de Germoplasma (BAG). Possui dois campos experimentais, sendo um junto à sede do centro de pesquisa em Passo Fundo (RS) e outro na cidade de Coxilha (RS).

Cerimônia de Aniversário
As comemorações do aniversário da unidade aconteceram no dia 28/10, com a programação chamada "A nossa colheita", que contou com relatos dos gestores, homenagens aos empregados mais antigos e dia de campo.

Foram homenageados dez empregados acima de 40 anos de trabalho na Embrapa: Antônio Faganello, Antônio Ricardo Panizzi, Euclydes Minella, Helena Andrade, Henrique Pereira dos Santos, João Carlos Haas, José Eloir Denardin, Júnior Edison Colla, Raul Alves dos Santos e Sirio Wiethölter.

 

 Fonte: Embrapa

Soja estabiliza ante pressão do cenário econômico Análise Agrolink

 

Soja estabiliza ante pressão do cenário econômico – Análise Agrolink
O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (31.10) baixa de 0,25 centavo de Dólar no contrato de Janeiro/16, chegando a US$ 10,1175 por bushel. Os contratos de Março/17 e Maio/17 não apresentaram variação.
 

O mercado norte-americano da soja teve uma sessão de estabilidade nas principais cotações dos futuros na abertura da semana, pressionado pelo cenário macroeconômico. O dia foi de alta do dólar e forte queda do petróleo, o que acabou segurando os preços da oleaginosa, apesar do suporte da demanda.

 

Fonte: Agrolink

Cotrijal reúne-se com produtores de Água Santa

O agricultor Márcio José Piton produz soja em 120 hectares localizados no interior de Água Santa. Ele já conta com os serviços de assistência técnica da Cotrijal e está otimista em relação ao negócios visando a safra de verão.
 
Piton se misturou a multidão de 600 pessoas que acompanharam a reunião promovida pela Cotrijal em Água Santa, na noite de sexta-feira, dia 28. “Foi importante ouvir do presidente e do vice uma série de informações que nos dão respaldo para iniciar uma parceira forte e duradoura”, disse o agricultor.
 
O presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, mostrou-se feliz com a receptividade da comunidade de Água Santa e revelou que a cooperativa irá retribuir com trabalho e bons projetos visando o desenvolvimento da agricultura na região. “Tivemos uma verdadeira reunião de trabalho, com a presença de agricultores interessados na nossa proposta e com o objetivo de conhecer um pouco mais da nossa cooperativa. Isso é gratificante".
 
Fazer a diferença na vida do produtor, dentro e fora da lavoura, com um trabalho qualificado, que possa garantir melhor resultado mas também qualidade de vida ao produtor. Este é, na visão do vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, um dos grandes diferenciais do trabalho da Cotrijal. "Temos equipes qualificadas e como já acontece nas demais regiões, queremos ajudar o produtor daqui a também viver uma nova realidade", afirmou.
 
Para o prefeito de Água Santa, Jacir Miorando, a seriedade com que a cooperativa realiza seus trabalhos e projetos motivará os agricultores da região na realização de negócios futuros. “A Cotrijal em nosso município é uma vitória para todos. Acredito que ela só trará benefícios para os produtores e para a comunidade como um todo”.
 
As reuniões da Cotrijal em sua nova área de ação serão finalizadas na próxima semana, com encontros com os produtores de Capão Bonito do Sul e Muitos Capões.

 Fonte: Agrolink

Simvet/RS alerta para cuidados durante a vacinação contra a aftosa

A segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul e na maioria dos Estados brasileiros começa nesta terça-feira, 1º de novembro, e segue até o dia 30. No Estado, a segunda etapa da vacinação é obrigatória apenas para animais com até 24 meses. Para esta etapa, o Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI) disponibilizará gratuitamente cerca de 900 mil doses de vacinas contra a febre aftosa. No entanto, muitos são os cuidados que devem ser tomados na aplicação da vacina.

O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), alerta para alguns cuidados que o pecuarista precisa ter na hora de imunizar o rebanho, mas que fazem diferença na execução do processo de vacinação. “A dose correta do produto é 5 ml e deve ser aplicada na lateral do pescoço do animal, usando seringas e agulhas esterilizadas que ser trocandas a cada lote de 10 animais. Além disso, deve ter cuidado com o transporte e armazenamento da vacina, procurando mantê-la sempre na temperatura de 2 a 8 graus para não perder a eficácia”, lembra João Júnior, veterinário e delegado sindical do Simvet/RS. 

 

Outra discussão recorrente nesta época de campanha contra a febre aftosa é a suspensão da vacina. Embora a mudança seja cogitada, ainda existe muita resistência por parte dos especialistas em sanidade. “Entendemos que a retirada da vacina exige muita cautela. Principalmente, porque ainda precisamos ampliar a fiscalização nas fronteiras e barreiras. Para suspender a vacinação precisaríamos intensificar a fiscalização sanitária”, afirma Júnior. 

Apesar  do Rio Grande do Sul ser reconhecido hoje como zona livre de aftosa com vacinação, a posição geográfica também exige cautela quando o assunto é a suspensão da vacina. “Como o Estado possui muita área de fronteira (Uruguai, Argentina, Santa Catarina), fica difícil conter a entrada de animais clandestinos. Além disso, é importante lembrar que o vírus pode vir nos veículos, sapatos, dificultando ainda mais o controle”, lembra o veterinário do Simvet/RS.
 

Fonte: Agrolink

Usuários do transporte de cargas discutem como aperfeiçoar o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) apoia o I Encontro Nacional dos Usuários do Transporte de Cargas, que acontece no dia 8 de novembro, em Brasília, no auditório da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA.

O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi criado pela Lei nº 13.334/2016. O objetivo do I Encontro é discutir medidas que visem ao aprimoramento do PPI e atendam às demandas do setor produtivo. 

Após as rodadas de debates e a aprovação das propostas apresentadas, será entregue às autoridades governamentais presentes a Carta de Contribuições dos Usuários. O documento defenderá ações para dar mais competitividade às atividades dos usuários. O I Encontro reunirá entidades representativas do setor agropecuário e dos usuários do transporte de carga. Elas foram motivadas pelas ações do governo federal para a retomada do crescimento econômico, entre elas, a dinamização dos investimentos privados em infraestrutura de transportes.

O evento discutirá os seguintes temas: avaliações e perspectivas da logística brasileira; gargalos físicos e regulatórios; nova matriz logística; modelos e prioridades das parcerias para os investimentos.

 

O gerente de economia da Abiove, Daniel Furlan Amaral, será o moderador do painel 2, sobre logística e competitividade brasileira. Nesse painel, farão apresentações Roberto Queiroga, pela Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra), Frederico Bussinger, da Katalisys, e Paulo Villa, da Associação de Usuários de Portos (Usuport). 

O primeiro painel versará sobre o tema: o que querem os usuários da logística brasileira? Falarão, nessa parte do evento, Luiz Henrique Baldez, da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut), Luiz Antonio Fayet, da CNA, e Bernardo Figueiredo, ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

As inscrições para participar do evento poderão ser feitas pelo e-mail anut@anut.org.br, ou pelo telefone (21) 2532-0503.

 

Fonte: Agrolink

A importância do tratamento de sementes de soja

Para que a lavoura seja produtiva e rentável, o agricultor deve ficar atento ao clima, ao manejo correto do campo e também à escolha dos insumos, como, por exemplo, sementes certificadas, de qualidade e tratadas. Uma semente sem um tratamento adequado tem seu potencial de perda de produtividade aumentado entre 10 e 40%. Essa perda está diretamente ligada à incidência de importantes pragas e doenças, à época de plantio e às condições climáticas. 

Para evitar perdas durante a safra e assegurar uma lavoura bem estabelecida, a BASF oferece aos produtores o Standak® Top. Com funções inseticida e fungicida, blinda as sementes e as protege contra danos provocados pelas principais pragas e doenças do solo.  Standak® Top é a única solução no mercado com 3 princípios ativos, que propiciam proteção contra as principais doenças, a lagarta elasmo, os corós e o tamanduá-da-soja, bem como maior proteção ao estresse hídrico e a nematoides, e melhor germinação e vigor de sementes e plântulas.

 

O tratamento das sementes com Standak® Top contribuiu para que o agricultor João Carlos da Cruz conquistasse a maior produtividade no prêmio CESB. Com o controle de pragas e doenças do solo promovido pela solução, ele alcançou o índice de 120 sacas por hectare. A utilização de Standak® Top, associada às boas práticas agrícolas, contribui para melhores índices de produtividade nas lavouras de todo o Brasil.

 

 

Fonte: Agrolink

Vendas externas de ovos férteis tendem a recuar cerca de 10% no ano

Vendas externas de ovos férteis tendem a recuar cerca de 10% no ano

 
Vendas externas de ovos férteis tendem a recuar cerca de 10% no ano
Em setembro passado, pelo quarto mês consecutivo, as exportações brasileiras de ovos férteis apresentaram evolução positiva em relação ao mesmo mês do ano passado, já que o total exportado – 10,286 milhões de unidades – foi 7,11% superior ao de setembro de 2015.

Mas, outra vez, o desempenho positivo não decorre de recuperação das vendas e, sim, de um baixo volume de negócios no mesmo mês do ano anterior. Tanto que o volume acumulado nos nove primeiros meses do ano permanece quase 2,5% menor que o de idêntico período do ano anterior.

Como aponta o gráfico abaixo da tabela, o volume acumulado nos 12 meses encerrados em setembro de 2016 – quase 10% menor que o de idêntico período anterior – só não fica aquém, nos últimos seis anos, do que foi registrado entre outubro de 2012 e setembro de 2013. 

 

Como falta apenas um trimestre para o encerramento do ano, é resultado que tende a se manter em 2016.

 

Fonte: Avisite