Preço da saca de açúcar cristal do Brasil atinge nova máxima histórica

Preço da saca de açúcar cristal do Brasil atinge nova máxima histórica
A saca de 50 kg de açúcar cristal alcançou o valor recorde de 100,68 reais no fechamento da sessão em São Paulo na quarta-feira, à medida que a colheita da cana-de-açúcar termina mais cedo do que o previsto e o mundo se encaminha para o segundo ano de déficit do adoçante. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo (USP), a saca de açúcar cristal subiu 0,3 por cento do valor de terça-feira, de 100,37 reais, o recorde anterior e a primeira vez que o preço da saca superou a marca de 100 reais desde que a instituição começou a registra preços, em maio de 2003.

A movimento nos preços ressalta a situação de escassez global do adoçante após problemas climáticos reduzirem a produção em importantes produtores globais no último ano. "Além da firme posição das usinas em relação aos preços, perspectivas para uma oferta menor de açúcar no mercado global continuam a dar suporte aos preços no Brasil", disse o Cepea/Esalq em nota publicada mais cedo nesta semana.

A Datagro projeta um déficit global na oferta de açúcar de 8,26 milhões de toneladas em 2016/17. Os preços no mercado doméstico de açúcar estão provocando cancelamentos em alguns contratos de exportação. Algumas usinas estão pagando os custos para cancelar contratos com tradings, preferindo vender o açúcar localmente.

 

Segundo um operador sênior em uma importante empresa internacional de negociação de açúcar que opera em São Paulo, contratos de exportação somando cerca de 300 mil toneladas haviam sido cancelados até agora na atual safra do centro-sul do Brasil, uma vez que companhias estão conseguindo acordos melhores no mercado doméstico. Mas o operador, que pediu para não ser identificado porque não tem autorização para falar publicamente sobre o assunto, não considerou a quantia relevante tendo em vista a expectativa de volume exportável do centro-sul do Brasil neste ano, próximo de 25 milhões de toneladas.

"Esses cancelamentos acontecem todo ano. Algumas vezes mais, outras menos, e por motivos diferentes", disse ele.

 

 Fonte: Reuters

Frango exportado tem o menor valor dos últimos sete anos

Frango exportado tem o menor valor dos últimos sete anos
Dados que acabam de ser divulgados pelo Food Outlook da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostram que o preço médio alcançado pela carne de frango in natura exportada pelo Brasil nos primeiros nove meses de 2016 registra o menor valor dos últimos sete anos. 

Seriam nove não fosse a média atual (US$1.575,80/t, resultado preliminar) estar 1,5% acima do valor registrado em plena crise mundial de 2009 (US$1.551,75/t).

O curioso é constatar que a situação brasileira não é muito diferente da norte-americana. É verdade, neste caso, que o preço médio atual dos EUA (US$943,75/t) registra o menor valor em nove anos, superando por menos de 1% o preço médio de 2007 (US$934,75/t). 

Mas os EUA enfrentaram um surto de Influenza Aviária (final de 2014 e parte de 2015) que até hoje afeta seus negócios externos com produtos avícolas, com redução não apenas dos preços, mas sobretudo do volume exportado.

 

E se o Brasil ganhou em volume, perdeu em outro quesito. Pois caiu, também, a distância entre os preços médios dos dois países. 

A diferença de preços se justifica, pois enquanto os EUA exportam, essencialmente, coxa e sobrecoxa, as exportações brasileiras têm uma ampla variedade de cortes, vários deles considerados nobres.

Mas enquanto no início deste século a carne de frango brasileira tinha um sobrepreço próximo de 82% (em 2011, US$1.147,00/t nos EUA; US$2.083,50/t no Brasil), atualmente, no pós-Influenza norte-americano, a margem é inferior a 67% (US$943,75/t nos EUA; US$1.575,80/t no Brasil). 

 

 Fonte: Avisite

Mesmo com 7,6% de atraso, plantio da soja em MS chega a 45% da área

Mesmo com 7,6% de atraso, plantio da soja em MS chega a 45% da área
A semeadura da safra 2016/2017 de soja está 7,6% atrasada na comparação com o mesmo período do ciclo 2015/2016. Isso se deve à escassez de chuvas principalmente na região norte do estado, segundo levantamento do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga MS), da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS).

Avanço por região

Os dados foram divulgados na Circular Técnica n° 182, da Casa Rural, nesta quinta-feira (27). Com o solo apresentando pouca umidade devido à falta de precipitações pluviométricas, muitos produtores optaram por adiar o início do plantio. De acordo com a Aprosoja/MS, foram plantados até o momento aproximadamente 1,1 milhão de hectares em Mato Grosso do Sul, o que significa que 45,4% das lavouras do estado já foram semeadas.

Também segundo as informações apuradas em campo pelos técnicos do Siga MS, verifica-se que a região sul do estado está com porcentagem média de área plantada mais avançada, em torno de 56,5%. Nesta região, o município de Coronel Sapucaia já encerrou a semeadura. Outras cinco cidades do sul do estado já se aproximaram de 80% de área plantada.

 

Na região norte, no entanto, apenas 24,7% das lavouras foram semeadas. Os municípios de Alcinópolis, Camapuã e Paraíso das Águas ainda não iniciaram o plantio. Já a região centro apresenta 31,2% da área plantada, sendo o município de Bandeirantes o mais avançado, com 40% do plantio concluído.

Estimativas

Até o momento, estima-se aumento de 2,4% da área plantada em Mato Grosso do Sul, passando de 2,46 milhões de hectares na safra 2015/16, para 2,52 milhões de hectares na safra 2016/17. Além disso, também é projetado acréscimo de 2,4% na produção do grão, passando de 7,601 milhões de toneladas na safra anterior, para 7,787 milhões de toneladas nesta safra. Já a produtividade deverá se manter estável, em 51,5 sc/ha.

As informações completas da Circular Técnica podem ser obtidas por meio de cadastro gratuito no link: http://www.sigaweb.org/ms/sistema/.

 

Fonte: Aprosoja MS

Mercado global de Pet Care prevê um crescimento de cinco por cento

Taxa de crescimento anual é válida para 2016 – 2020

 

O mercado global de cuidados para animais de estimação prevê um crescimento a uma taxa composta de crescimento anual moderada de quase 5% entre 2016 e 2020, de acordo com Global Pet Care Market 2016-2020, em relatório da TechNavio.

A América do Norte será a região com maior geração de receita no mercado de cuidados para animais de estimação e está previsto ocupar mais de 40% da quota de mercado total, de acordo com o relatório. Muito do crescimento do mercado pode ser atribuído à ascensão de posses de animais de estimação e aumento dos gastos com alimentos premium e acessórios. Além disso, os consumidores nesta região tratam os seus animais de estimação como membros da família e estão dispostos a gastar para eles liberalmente. Fatores como alimentos premium para animais de estimação irão impulsionar o crescimento do mercado nesta região ao longo dos próximos quatro anos. 

 

Cenário competitivo e principais fornecedores

O mercado global de pet food é extremamente competitivo, de acordo com o relatório, onde vários fornecedores competem em diferenciação dos produtos, portfólio, qualidade e preço. Muitos fornecedores estão estendendo seus negócios para mercados emergentes como a América Central e do Sul e Ásia – Pacífico. A intensa concorrência prevalecente no mercado de alimentos para animais de estimação levará a consolidação entre os fornecedores do mercado nos próximos anos. A crescente demanda por alimentos para animais, orgânicos, naturais, com baixo índice glicêmico e livre de grãos vêm ganhando popularidade entre os donos de animais, o que levou os fabricantes a formular novos produtos para atender as exigências dos consumidores.

 

Fonte: technavio.com

Argentina pode superar Brasil na exportação de milho pelo ano seguido

A Argentina poderá superar o Brasil na exportação de milho pelo segundo ano consecutivo na temporada 2016/17, indicaram nesta quarta-feira avaliações do adido agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Em 2015/16, os argentinos já superaram seus vizinhos após uma seca reduzir drasticamente a produção do Brasil, que nos últimos anos tem sido o segundo exportador global, atrás dos EUA. Mas em 2016/17, os embarques do cereal da Argentina superariam os do Brasil em meio a um grande crescimento da produção brasileira e também no país vizinho.

Nesta quarta-feira, o adido do USDA estimou a exportação de milho da Argentina em 2016/17 em 26 milhões de toneladas, 1 milhão de toneladas acima da projeção oficial do USDA.(bit.ly/2eH4Rm6) "Esse aumento por causa de um crescimento nos estoques iniciais (de 2016/17), com o adido colocando a produção 2015/16 em 30 milhões de toneladas, 2 milhões acima do número oficial do USDA, devido a uma maior área plantada. A produção adicional deve permitir um maior volume de exportação em 15/16, a 20,5 milhões de toneladas...", segundo o relatório.

 

Os dados do adido não são considerados oficiais pelo USDA, que ainda vê as exportações brasileiras em 25,5 milhões de toneladas, acima das argentinas, projetadas em 25 milhões de toneladas. A produção de milho da Argentina em 2016/17 foi estimada pelo adido em 36,5 milhões de toneladas, igual à estimativa do USDA. Na temporada 2015/16, os argentinos produziram 28 milhões de toneladas, segundo o departamento dos EUA.

A safra 16/17 de milho da Argentina está em fase de plantio, com cerca de um terço tendo sido concluído até o momento, segundo o relatório do adido. De acordo com o USDA, a safra brasileira vai crescer de 67 milhões de toneladas em 2015/16 para 83,5 milhões em 2016/17.

 

Fonte: Agrolink

fase da vacinação contra aftosa começa dia de novembro na maioria dos estados

Previsão é que sejam imunizados 150 milhões de bovinos e búfalos nessa etapa

De 1º a 30 novembro, a maioria dos estados brasileiros vai realizar a segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa. A expectativa é que sejam vacinados 150 milhões de animais até o final dessa fase. Nos estados do AC, AL, AM, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PR, PE, PI, RN e SP, todo o rebanho bovino e bubalino (búfalos) deverá ser imunizado. Já na BA, GO, MS (exceto no Pantanal), MG, RJ, RS, SE e TO, além do Distrito Federal, a aplicação do dose de novembro é obrigatória apenas para os animais com até 24 meses de idade.

No segundo semestre deste ano, a etapa já foi concluída na região da Calha do Rio Amazonas e Zona de Proteção do estado do Pará (municípios de Faro e Terra Santa), na divisa com o Amazonas. De acordo com os resultados contabilizados, 550 mil animais foram imunizados, com índices de vacinação superiores a 90%.  O rebanho do país é de cerca de 215 milhões de cabeças: 213,8 milhões de bovinos e 1,1 milhão de bubalinos.

 

O criador deve estar atento aos aspectos práticos da imunização. O pecuarista precisa, por exemplo, pegar a nota fiscal da vacina com o fornecedor do produto e apresentá-la ao serviço veterinário oficial do município junto com a relação dos animais imunizados para declarar a vacinação. Além disso, ele deve ter cuidado com o transporte e armazenamento da vacina, procurando mantê-la sempre na temperatura de 2º a 8ºC para não perder a eficácia.

Outros cuidados são com a aplicação da dose correta do produto (5 ml) na lateral do pescoço do animal, usando seringas e agulhas limpas e não danificadas ou tortas. O produtor deve ficar atento aos prazos da vacinação e sua declaração no serviço veterinário oficial, porque o descumprimento impedirá a emissão de Guia de Trânsito Animal e pode gerar multas.

O calendário de vacinação 2016 está disponível no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Acesse aqui.

Fonte: Agrolink

Ensaio de pesquisa comprova eficiência de estratégia nutricional para estresse climático na cultura do milho

Plantas mais vigorosas, com maior crescimento  e maior produtividade em condições de falta de chuva e altas temperaturas foram os principais resultados

Na região de Araguari, no Triângulo Mineiro, ensaio de pesquisa realizado em área de milho Safrinha mostra a eficiência de estratégia nutricional fisiológica à base de algas e seus compostos orgânicos em situações de estresse ambiental. Uma área experimental, de 2000 m², passou por condições adversas, como calor em excesso e falta de água durante 40 dias na fase vegetativa das plantas. Apesar desse cenário, com aplicação de tratamento nutricional, as plantas conseguiram completar seus processos fisiológicos e apresentaram bons resultados no desenvolvimento.

O resultado demonstrou que o tratamento aplicado manteve a lavoura em atividade e com desempenho superior ao da testemunha (área que não recebe o tratamento para efeito de comparação experimental).  Plantas da área experimental mostraram um crescimento de 181,20 cm, já as plantas que não receberam a estratégia nutricional, apresentaram altura média de 168,40 cm. Os diâmetros dos pés de milho também foram diferentes: milho com tratamento (23,30 mm) e testemunha (22, 4 mm) e a produtividade também foi superior, onde a produção da área tratada foi de 6181,54 kg/ha e da testemunha produziu 4996,15 kg/ha.

 

A área esteve durante 40 dias sob elevada temperatura - acima de 30ºC, sem chuva ou irrigação.  “Houve efeito marcante no alívio dos estresses, fazendo com que as plantas de milho, mesmo sob condições impróprias de desenvolvimento, se mantivessem ativas. Ou seja, a planta conseguiu  realizar fotossíntese, mesmo que em taxas reduzidas, em relação àquelas que não receberam o tratamento”, explica o doutor em fisiologia vegetal, Marcio Domingues, gerente Técnico da empresa Tradecorp do Brasil.

A grande vantagem do tratamento foi manter as plantas hidratadas e elevar suas taxas fotossintéticas em relação à área de lavoura testemunha. Domingues explica ainda que “extrato de algas Ascophylum nodosum e seus componentes orgânicos, bem como os aminoácidos e também o cálcio e boro têm ação efetiva na proteção da planta contra estresses ambientais”.

Foto: Do lado esquerdo, espigas de milho da área testemunha (que não receberam tratamento nutricional), mostram problemas de desenvolvimento, enquanto no lado direito (espigas da área onde tratamento foi aplicado), mostram melhor desenvolvimento

 

Agrolink com informações de assessoria
 
 
 
 
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Zoneamento agrícola de risco climático de milho e soja é apresentado em Redenção

A mesorregião do Sudeste Paraense é uma das maiores produtoras de grãos do estado e recebe nesta quarta-feira (26), em Redenção, o Calendário Agrícola de Milho e Soja para safra 2016-2017. A publicação integra a divulgação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agricultura, cujas recomendações técnicas, se seguidas pelo produtor, garantem acesso a seguro rural em caso de danos provocados pelo clima. O evento será realizado pela Embrapa Amazônia Oriental, na sede do Sindicato dos Produtores de Redenção.

O Calendário Agrícola de Milho e Soja abrange as sete microrregiões, com indicações aos 39 municípios da região. É a primeira vez que a região recebe o Zarc, instrumento que só foi liberado para o estado, ao final de 2015, após a conclusão do Zoneamento Ecológico-Econômicos (ZEE) do Pará, elaborado pela Embrapa. Na publicação, as áreas definidas para o plantio são prioritárias para grãos, nos municípios com aptidão agrícola para milho e soja, conforme indicado no ZEE. Por meio do zoneamento, o plantio e a expansão dos grãos podem ser planejados sem causar impactos ambientais sobre recursos naturais por uso indiscriminado da terra ou pressão sobre áreas de florestas, pois só recomenda a atividade agrícola para áreas já abertas.

Segundo dados do IBGE para o ano de 2015, a área plantada de milho e soja no Pará correspondeu a 228 mil e 337 mil hectares, respectivamente. Os municípios de Santana do Araguaia, Santa Maria das Barreiras e Cumaru do Norte, que integram a mesorregião Sudeste, estão entre os dez maiores produtores da região em área plantada de soja.

Vanderlei Ataídes, produtor e presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) do Pará, comenta que o plantio região tem crescido muito nos últimos anos e registrou, somente na safra de 2015, cerca de 100 mil hectares de área plantada de soja. "Acredito que devido às condições de solo e a oferta de áreas já abertas utilizadas com pastagens, a região tem enorme potencial para se tornar, em um futuro próximo, a maior produtora de grãos do estado", analisa Ataídes.

Considerando todo esse potencial produtivo e de consequente desenvolvimento para a região e o estado, Adriano Venturieri, pesquisador líder do projeto e chefe-geral da Embrapa Amazônia Oriental, destaca a importância de políticas públicas que garantam a segurança da safra e dos produtores. "Por meio do Zarc, os produtores passam a ter direito a uma política que garante um seguro da produção, em caso de imprevistos climáticos, como o caso de uma seca mais severa", explica. Ele lembra ainda que o produtor, ao pedir financiamento pode contratar o seguro que será concedido em caso de problemas relacionados ao clima, caso siga todas as recomendações técnicas do Zarc.

Adriano Venturieri informa ainda que além do Zarc, também serão apresentados em Redenção os Mapas de Solos e de Aptidão das Áreas Alteradas do estado do Pará, outro importante instrumento de planejamento do setor produtivo agropecuário. "Os mapas indicam quais áreas são mais propícias seja à agricultura ou à pecuária, auxiliando na gestão produtiva do território, em especial, para uma área de expansão como o Sudeste Paraense", enfatiza o pesquisador.

Sobre o Zarc: Oficializado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) o Zarc é um instrumento de política agrícola capaz de maximizar os rendimentos e minimizar o risco de perda dos cultivos, elaborado a partir de estudos sobre as exigências mínimas de cada cultura a ser zoneada. O documento, que recomenda variedades para plantio dentro de períodos exatos de tempo e em diferentes tipos de solo, é utilizado como referência para aplicação racional do crédito agrícola, permitindo o acesso do produtor a programas de garantia da atividade agropecuária (Proagro e Proagro Mais) e de subvenção ao prêmio do seguro rural (PSR).

 

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático e Calendário Agrícola de Milho Soja já foi apresentado para as regiões de Paragominas e Oeste do Pará.

Serviço:

Apresentação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para as culturas de milho e soja visando a safra 2016-2017 e dos Mapas de Solos e Aptidão Agrícola do Pará

Local: Sindicato Rural de Redenção

Hora: 9 horas

Realização: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Embrapa Amazônia Oriental.

 Fonte: Agrolink

Iapar desenvolve nematicidas menos agressivos ao meio ambiente

A pesquisadora Andressa Zamboni Machado, do laboratório de nematologia do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), coordena projeto que desenvolve três novos nematicidas de menor impacto ao meio ambiente. Tratam-se de dois produtos biológicos e um químico (menos tóxico) que devem chegar ao mercado em 2017.

De acordo com Andressa, os bionematicidas são direcionados para o tratamento de sementes, enquanto o sintético pode ser pulverizado. No entanto, ambos “agridem menos o meio ambiente”, garante a pesquisadora da iniciativa, que é gerenciada pela Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro).

 

Os testes com os novos produtos já duram cerca de três anos. “Vamos aplicando doses diferenciadas nas plantas e avaliando a toxicidade dos produtos”, revela. Os nematicidas terão como foco a cultura da soja, mas estão sendo desenvolvidos também para cana-de-açúcar, café, citros, batata e algodão, entre outros.

A pesquisadora explica que, finalizadas as análises dos produtos, os laudos serão encaminhados para o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que é o órgão responsável pelo início do processo de avaliação e liberação dos nematicidas para a comercialização.

Fonte: Agrolink

 

Pecuarista em Mato Grosso chega a receber R$ 2 a mais por arroba do boi para União Europeia

Da Redação - Viviane Petroli

Foto: José Medeiros/GCom-MT

Pecuarista
        em Mato Grosso chega a receber R$ 2 a mais por arroba do boi
        para União Europeia
 
Pecuaristas em Mato Grosso com criação de bovinos voltados para a exportação de carne para a Europa chegam a receber em torno de R$ 2 a mais por arroba diante um animal destinado para a lista geral de embarques e para o mercado nacional. Em um animal de aproximadamente 20 arrobas a diferença do valor pago ao produtor pode chegar a R$ 40.

Mato Grosso possui cerca de 427 propriedades na Lista Trace da União Europeia, ou seja, que estão habilitadas para exportar carne bovina, conforme listagem atualizada em 29 de setembro deste ano, que consta no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A diferença paga por alguns frigoríficos aos pecuaristas por um animal rastreado (habilitado) para a União Europeia chega é de aproximadamente R$ 2 por arroba, ante o valor pago pelo animal destinado ao mercado nacional ou lista geral de exportações, como Irã, Jordânia.

Nesta semana a arroba do boi à vista em Mato Grosso ficou em média a R$ 133,24, variando entre R$ 129,89 em Juara e R$ 136,39 em Rondonópolis. Uma arroba equivale a 15 quilos.

A diferença entre um animal destinado para a exportação para a União Europeia e lista geral, explica o gerente de compra de gado da Marfrig, em Paranatinga, João Marcos Stefanes, é que a habilitação é da propriedade rural.

Stefanes explica, ainda, que o animal rastreado para a União Europeia precisa passar por uma noventena na propriedade antes de ir para o frigorífico. "Cumprindo a noventena do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) dele, o animal vem identificado para nós com um brinco na orelha, incluindo o documento de identidade do animal. Chegando aqui, nós damos baixa desse animal, certificando que ele cumpriu todas as exigências e requisitos o pecuarista tem essa diferença na arroba", pontuou ao Agro Olhar.

Em média a Fazenda Bonanza, do Grupo Zanetti, localizada em Poxoréu, abate em média 12 mil cabeças/ano para exportação. Conforme o pecuarista Anderson Zanetti, toda a produção é destinada para as exportações. Ele avalia que vale investir na produção destinada para tal fim.

"O produtor rural tem que se profissionalizar cada vez mais. Você fazer uma carne padrão de exportação é saudável para o bolso. Há investimentos, porém eu vejo o seguinte, todas as fazendas que investiram na rastreabilidade acabaram que elas próprias se organizaram da porteira para dentro também", comentou Zanetti ao Agro Olhar, durante visita a unidade da Marfrig, em Paranatinga, no dia 24 de setembro.

Falta de crédito barra crescimento de área do milho, mas produção deve subir 23,24%

A 2ª safra de milho 2016/2017 deverá ser de manutenção da área, ou seja, estabilidade devido à dificuldade de obtenção de crédito por parte do produtor. Contudo, as primeiras projeções apontam para uma produção de 23,2 milhões de toneladas de cereal em meio aos campos mato-grossenses. Um incremento de 23,24% em comparação ao ciclo passado. O ganho deverá ser motivado pela produtividade que se espera saltar de 74,2 sacas por hectare em média para 91,5 sacas. Produção de milho deve subir 23,24% na safra 16/17 mesmo com área estável

A manutenção da área em 4,24 milhões de hectares, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), tem como principal fator a dificuldade do produtor em obter crédito, assim como verificado na soja.

"Em 2016 o produtor tem visto uma maior dificuldade de acesso ao crédito rural para a safra 16/17, tanto para a soja quanto para o milho. Além deste fato, a quebra de safra do milho ocorrida em 2016 vem sendo um receio para o produtor ter maiores investimentos no que diz respeito às tecnologias, sobretudo para adubação", explica o Imea.

O Instituto explica, ainda, que é por isso que se espera uma produtividade média na casa das 91,5 sacas por hectare, volume este semelhante as 91,6 sacas verificadas na safra 2013/2014, quando o Estado produziu 17,7 milhões de toneladas.

 

Em números totais são esperadas 23,297 milhões de toneladas na 2ª safra de milho, acima das 18,904 milhões de toneladas colhidas diante quebra provocada pela ausência de chuva. 

A maior recuperação em termos de produção é esperada na região Nordeste de 114,94%, salto de 972,2 mil toneladas para 2,089 milhões de toneladas de milho. A região em questão havia colhido na safra 2014/2015 um volume de 2,362 milhões de toneladas.

Já o Médio-Norte mato-grossense, principal região produtores do cereal, deverá saltar de 8,479 milhões de toneladas para 10,019 milhões.

 Fonte: Agrolink

Soja cai forte com revisão da safra dos EUA Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (12.10) baixa de 8,75 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,455 por bushel. O contrato de Janeiro/17 desceu 8,25 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 desvalorizou 8,00 centavos de Dólar.

 

O mercado norte-americano da soja amargou uma sessão de fortes perdas nas principais cotações dos futuros após a divulgação do novo boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A safra 2016/17 foi projetada em 116,18 milhões de toneladas, contra as 114,33 milhões anteriores. Os estoques passaram de 9,93 milhões para 10,75 milhões de toneladas.

 

Fonte: Agrolink

Frango, ovo, milho e inflação em setembro de 2016

Como seus preços vêm recuando desde junho, em setembro passado o milho voltou a apresentar, em relação ao frango vivo, aproximadamente a mesma paridade de preços registrada em meados de 1994, ocasião em que o Brasil adotou, como padrão monetário, o real.

Demonstrando, o milho fechou setembro com um preço médio 456% superior ao de agosto de 1994, enquanto o valor médio alcançado pelo frango vivo apresentou incremento de pouco mais de 416%. 

A diferença, neste caso, é de cerca de 40 pontos percentuais – sem dúvida ainda elevada. Mas é bem mais palatável do que a diferença de mais de 285 pontos percentuais registrada em maio passado.

No tocante ao ovo, porém, a relação de preços com o milho é bem diferente. Pois, frente à evolução de 456% do milho, o ovo fechou setembro com uma cotação média apenas 278% superior à de 1994. Assim, a diferença é de 178 pontos percentuais.

 

De toda forma, os três itens perdem da inflação que, pelo IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas, alcançou em setembro variação acumulada de 547%. 

Se tivessem acompanhado a inflação, frango vivo, ovo e milho teriam registrado em setembro preços médios de, respectivamente, R$3,88/kg, R$124,75/caixa e R$49,59/saca. Mas, negociados por R$3,10/kg, R$72,84/caixa e R$42,63/saca ficaram, também respectivamente, a 79,81%, 58,39% e 85,97% do valor real.

O ovo, portanto, é quem perde mais. E o milho, o que menos perde.

 

Fonte: Agrolink

Novos dados do USDA não evitam baixa no milho Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (12.10) baixa de 8,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,37 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 8,00 e 8,50 pontos.

 

Após iniciar o dia com viés de alta à espera do USDA, o mercado norte-americano do milho amargou perdas nas principais cotações dos futuros. Isso apesar de os números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos confirmarem as previsões do mercado de queda na produtividade da safra 2016/17 (de 184,57 sacas para 183,52 sacas por hectare), diminuir a produção total para 382,48 milhões de toneladas e os estoques para 58,94 milhões de toneladas.

 

Fonte: Agrolink

Suinocultura precisa criar alternativas ao desabastecimento, afirma CNA

Cenário não é bom para cadeia, podendo piorar com oferta restrita de milho

Apesar de o Brasil contar com uma Lei Agrícola (Nº 8171/91) que garante o abastecimento e a manutenção de estoques reguladores para o abastecimento da sociedade, o que o País dispõe é de apenas 850 mil toneladas de milho em estoque para qualquer emergência. Por conta disso e com a oferta restrita do grão, o cenário para o futuro da suinocultura brasileira não é bom.

Representantes da cadeia receiam que pode ficar pior, segundo conclusão apresentada na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr) da Câmara dos Deputados, na última terça-feira (04), em Brasília (DF).

Ecassez e alto preço da matéria-prima da alimentação do animal é grande responsável pelas dificuldades do setor (Foto: reprodução)

O assessor técnico da Comissão Nacional de Aves e Suínos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA, Brasília/DF), Victor Ayres, conta que o efeito do dólar nos preços do milho brasileiro, a oferta e a demanda regionalizadas do produto e a grande exportação do grão são fatores determinantes para que, este ano, o preço se mantenha em patamares elevados para o suinocultor.

Esta situação vem sendo mais “sentida” na região Sul do Brasil, que concentra 60% da produção brasileira de suínos.  “Temos que trabalhar por medidas de longo prazo para que o setor da suinocultura não fique vulnerável à volatilidade dos preços dos grãos”, frisa, lembrando também que a cadeia de grãos se organizou e conseguiu desenvolver medidas para capitalizar o produtor e proporcionar alternativas às baixas do preço. “Hoje, os produtores possuem armazenagem a campo, o que possibilita disponibilizar o produto em época de alta dos preços”, diz.

Para Ayres, a cadeia da suinocultura precisa seguir o mesmo exemplo e criar alternativas ao desabastecimento e não apenas esperar a intervenção do governo. Segundo conta, além de educação financeira e política agrícola que contemple melhor o produtor de proteína animal, é preciso colocar em prática políticas estaduais de autossuficiência na produção e armazenagem do milho nos estados deficitários.

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Educação financeira e política agrícola são algumas alternativas apontadas por Victor Ayres (Foto: reprodução)

O assessor técnico citou exemplos pelo mundo a serem seguidos pelo Brasil. A União Europeia (UE), que produz quase oito vezes mais carne suína que o Brasil, não sofre com a falta de milho para alimento dos animais porque naquele país é viável a substituição do insumo por outras fontes energéticas. “Nos países europeus também existe volatilidade do produto. Mas, eles conseguem sobreviver, pois a cadeia produtiva recebe subsídios diretos do governo”, pontua.

Ele também falou sobre a China, que tem população densa e também não sofre com a falta do milho. “O desabastecimento é a coisa mais séria para aquele país, eles já sofreram com a fome. As políticas de apoio têm prioridades para garantir o abastecimento”, fala, observando ainda que a China tem estoques de 103 milhões de toneladas do produto. “No Brasil, não desenvolvemos políticas para garantir o abastecimento interno”, afirma.

Fonte: CNA, adaptado pela equipe feed&food.

8 tecnologias para controlar a ferrugem asiática na safra de soja 2016/17

A ferrugem asiática é uma das piores doenças que comprometem a produção de soja no Brasil. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a doença causa amarelecimento e queda das folhas da soja e perdas de produtividade. Mesmo com o vazio sanitário da soja, medida que visa controlar a ferrugem, a doença não tem fim e exige monitoramento constante.

De acordo com o Consórcio Antiferrugem, já foram registradas 25 ocorrências de ferrugem asiática em soja voluntária ou “guaxa” na safra 2016/2017. Foram oito ocorrências no Paraná, 16 em São Paulo e uma no Mato Grosso (leia mais: Resistência da ferrugem da soja deve ser um problema na safra 2016/2017). Para ajudar o produtor a controlar a doença, a Successful Farming Brasil preparou uma lista com oito tecnologias disponíveis no mercado brasileiro para a safra 2016/2017. Confira:

 

Ativum™EC

Esse é um novo fungicida para o controle da ferrugem-asiática na soja lançado pela multinacional alemã Basf em julho deste ano. “A Basf oferece ao mercado agrícola um novo fungicida foliar, com triplo modo de ação que proporciona um excelente controle de ferrugem-asiática e outras importantes doenças, além de auxiliar no manejo de resistência dos fungos”, diz Elias Guidini, gerente de Marketing da Basf para a cultura da soja no Brasil.

Diferencial: o produto é ideal para o manejo de resistência. Segundo a Basf, o fungicida tem alta eficiência no controle de outras importantes doenças nas diferentes fases de desenvolvimento da soja, além de ser recomendado para o controle da ferrugem-tropical no milho, mancha-amarela e ferrugem-da-folha no trigo, entre outras culturas.

Mais informações: pelo SAC da Basf, no telefone 0800 0192500.

 

Azimut

Fungicida fabricado pela Adama, o Azimut controla de forma simples e eficiente as principais doenças, como ferrugem, cercospora e septoria.

Diferencial: a exclusiva proporção das moléculas que compõem Azimut, de Azoxistrobina e Tebuconazol, aliada à fórmula desenvolvida pelos melhores químicos israelenses da Adama, assegura amplo espectro de controle de doenças. O Azimut foi lançado no mercado em 2012. Mais informações: pelo telefone da Adama, (43) 3371-9000.

 

Cypress

O fungicida Cypress, lançado pela multinacional suíça Syngenta em agosto deste ano, age como um potencializador no manejo das doenças, entre elas a ferrugem asiática. De acordo com a Syngenta, trata-se de uma estratégica de dois ingredientes ativos: Ciproconazol e Difenoconazol.

Diferencial: além de eficácia, o Cypress garante conveniência. “Sua formulação proporciona fácil preparação da calda, não entope bicos de aplicação e não é facilmente lavado pela chuva, ao contrário da maioria dos fungicidas a base de Mancozeb, também conhecidos como fungicidas protetores”, diz Rafael Oliveira, gerente de portfólio de fungicidas da Syngenta. Mais informações: pelo telefone 0800 7044 304.

 

Elatus

É um fungicida produzido pela Syngenta em fábrica localizada em Paulínia (SP). Segundo a empresa, a tecnologia da formulação, somada às características dos princípios ativos de Elatus, também aperfeiçoa o transporte do ingrediente ativo para o tecido das plantas, permitindo que ele comece rapidamente a mover-se sistemicamente para proteger a cultura. O produto foi lançado pela Syngenta em 2014.

 
 

Diferencial: com tecnologia Pepite, desenvolvida pela Syngenta, o processo de produção desenvolve o fungicida Elatus como grânulos solúveis em água, que combinam as propriedades de manipulação de um líquido com a conveniência de um produto seco e sólido. Mais informações: pelo telefone 0800 7044 304.

 

Fox

Fox é um fungicida sistêmico que une ingredientes ativos dos grupos químicos estrobilurina (trifloxistrobina) e triazolintiona (protioconazol), fabricado pela multinacional alemã Bayer. Na cultura da soja, a tecnologia apresenta considerável espectro sendo eficaz no controle da ferrugem, oídio, doenças de final de ciclo, antracnose, mancha alvo e mela. Segundo a Bayer, o produto também é recomendado para as culturas do algodão, feijão, milho e trigo.

Diferencial: o fungicida apresenta ação preventiva e curativa, com combinação única de ativos que é ideal para a rotação de modos de ação e imprescindível nas primeiras aplicações. O lançamento da tecnologia foi em 2011. Mais informações: canal Converse Bayer, pelo telefone 0800 0115560.

 

Horos

Esse é um fungicida fabricado pela Adama, disponível no mercado desde 2012. De acordo com a Adama, Horos apresenta ótimos resultados para as diversas populações de ferrugem asiática existentes atualmente e o produtor não precisa se preocupar com qual ferrugem vai enfrentar.

Diferencial: a exclusiva combinação das duas melhores moléculas fungicidas, Tebuconazol e Picoxistrobina, aliada à fórmula desenvolvida pelos químicos israelenses da Adama, confere uma melhor absorção e redistribuição dentro da planta, atuando de forma mais efetiva que os fungicidas tradicionais, trazendo a eficiência necessária para o combate da ferrugem. Mais informações: pelo telefone da Adama, (43) 3371-9000.

 

Locker

Trata-se de um fungicida sistêmico para controle de doenças foliares, agindo no complexo de doenças da soja como a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhiz), mancha alvo (Corynespora cassiicola), mancha olho de rã (Cercospora sojina), mancha parda (Septoria glycines), oídio (Mycrosphaera difusa) e antracnose (Colletotrichum truncatum). Foi lançado pela FMC em 2012.

Diferencial: a principal característica do fungicida Locker é o efeito sinérgico e equilibrado de seus ativos, que proporcionam importantes benefícios como o amplo espectro de controle de fungos e excelente efeito residual. De acordo com a FMC, ao adquirir um produto com amplo espectro de controle, o produtor passa a ter um melhor manejo fitossanitário de sua lavoura. Outro diferencial do manejo é a indicação de posicionamento dos produtos ao longo do ciclo, de maneira a rotacionar ingredientes ativos. Mais informações: pelo telefone 0800 171787 ou pelo e-mail sac.apg@fmc.com.

 

Unizeb Glory

O fungicida Unizeb Glory foi lançado pela multinacional indiana UPL neste ano. É a primeira mistura de protetor com outros produtos sistêmicos desenvolvidos especialmente para o manejo da ferrugem na soja. Segundo a UPL, o fungicida atua de forma sistêmica na planta agindo na mitocôndria da célula do fungo e levando à parada do seu sistema respiratório. Assim, a tecnologia causa a morte do fungo através do esgotamento da energia da célula.

Diferencial: o Unizeb Glory atua em seis diferentes estruturas da célula do fungo causador da ferrugem ao mesmo tempo. Com isso, a tecnologia impossibilita a geração de resistência nas doenças. Além disso, outro diferencial é a Formulação WG, tecnologia “Spray – Dryer” que proporciona uma formulação altamente dispersível, com calda homogênea. Segundo a UPL, esse também é o único fungicida protetor com agentes que reduzem a fitotoxicidade de fungicidas preservando o potencial produtivo e mantendo as plantas mais verdes e saudáveis por mais tempo. Mais informações: pelo telefone (19) 3794-5600.

 

Fonte: sfagro