Argentina reativa ferrovias para exportar via Oceano Pacífico

Uma solução de médio prazo foi encontrada para os problemas de transporte no Noroeste argentino. Uma velha ferrovia que conecta a província de Salta, na Argentina, com os portos de Antofagasta e Mejillones, no Chile, começou a ser reativada.

A estimativa do governo argentino é reduzir em um terço os custos de transporte para a Ásia pelo Oceano Pacífico. Nesse primeiro momento, a ferrovia transporta até 500 toneladas por semana, principalmente insumos para produção de minerais, e é operada pelas empresas Belgrano Cargas (Argentina) e Ferronor (Chile). 

Na província de Salta recentemente foi encontrada a maior reserva de lítio do mundo, que deve ser explorada pela empresa Pan American Silver em investimento de US$ 1 bilhão, com objetivo de exportação principalmente para a China. Paulatinamente a ferrovia exportará mais produtos agrícolas, como soja e milho, deixando a província de Salta mais competitiva nesse tipo de produção.

 

Fonte: Agrolink

Governo brasileiro prepara intervenção no mercado de trigo

A Consultoria Trigo & Farinhas afirma que o governo brasileiro prepara intervenção no mercado de trigo. A informação surgiu inicialmente na última reunião da Câmara Setorial Nacional do Trigo, em Brasília, mas ganhou corpo na última sexta-feira (30.09), quando foi enviada uma Carta Circular da Conab recomendando que os armazenadores, moinhos, cooperativas e cerealistas atualizassem os registros dos seus armazéns. 

Os termos em que se dará esta intervenção ainda não foram perfeitamente definidos. De acordo com a T&F, existem duas possibilidades concretas: A primeira seria a aquisição pelo próprio governo de uma parte da produção para a formação de estoques reguladores, hoje inexistentes. A segunda pode ser um auxílio para o escoamento do excedente da safra gaúcha em direção aos moinhos do Nordeste. 

“Antes de qualquer decisão, os técnicos da Conab deverão apresentar ao Conselho Monetário Nacional uma Nota Técnica explicando a situação e a necessidade de uso do dinheiro público nesta circunstância. E os técnicos estavam (estão?) esperando a definição da safra de trigo no Rio Grande do Sul para emitir esta Nota. O início da colheita do trigo no RS está previsto para meados de outubro até meados de dezembro”, conclui o analista sênior da T&F, Luiz Carlos Pacheco. 

Fonte: Agrolink

Menos alimentos apresentam resíduo de defensivos fora do limite

Subiu para 73% no primeiro semestre de 2016 o percentual de conformidade dos alimentos no Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A melhora foi de sete pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era de 66%. 

Isso significa que menos alimentos apresentaram “inconformidades”, como índices acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), ou mesmo uma combinação dos dois (LMR+NA), além de ingredientes Proibidos. A verificação é feita com tecnologia de rastreamento desenvolvida pela empresa PariPassu.

Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da empresa, apenas 3% dos resultados estão acima do LMR. “Neste cenário, o ingrediente ativo é correto para a cultura, mas houve alguma falha no respeito à carência ou à concentração do ingrediente ativo”, explica.

Por outro lado, 21% das amostras apresentaram ingredientes ativos não autorizados para determinada cultura. “É importante destacar que boa parte dessas culturas, em que averiguamos esse uso de ingredientes ativos não autorizados, já estão sendo beneficiadas com a ampliação do suporte fitossanitário pelo governo”, destaca Buso.

Nos casos em que o programa identifica ingredientes não autorizados (NA) e ingredientes acima do limite (LMR), é aplicada a Política de Correção do Rama. O procedimento a partir daí conta com plano de ação apoiado pelo poder público, através de órgãos como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Neste ano o Rama apresentou crescimento de 23,1% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados nos seis primeiros meses do ano na comparação com 2015. O programa monitora e rastreia no Brasil uma média mensal de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras desde o ano de seu lançamento, em 2011.
 
“O Programa RAMA atinge uma média de 1 milhão de toneladas rastreadas por ano, o que para nós da ABRAS é motivo de muito orgulho, em especial pelos serviços que prestamos aos consumidores, apoiando a redução do consumo de agrotóxicos no País. Nosso objetivo é disseminar ainda mais esse programa para que mais empresas varejistas participem e melhorem continuamente a qualidade dos produtos oferecidos”, afirma Marcio Milan, superintendente da Abras.

Fonte: Agrolink

EUA devem liberar exportações de limão argentino

Uma das grandes notícias do ano que vem para a Argentina deve ser a liberação das exportações de limão para os Estados Unidos. A informação é de Gonzalo Tanoira, presidente da empresa San Miguel – uma das maiores produtoras de limões do país vizinho. 

“Estamos nas etapas burocráticas finais do processo para liberar nosso limão nos EUA. É muito factível para a próxima colheita. O investimento da Coca-Cola (clique AQUI para saber mais) também é importante como fator de aumento da demanda. O que vem acontecendo no país é muito importante para [a província de] Tucumán e o desenvolvimento regional em geral,” afirmou Tanoira.

A produção atual de limões da Argentina é de 1,65 milhão de toneladas anuais, com um valor total de US$ 600 milhões. Nada menos que 95% desse total é destinado à exportação, e 90% é produzido na província de Tucumán.

Falando no Fórum de Investimento e Negócios da Argentina, o diretor-executivo da agroindústria Molinos Rio de La Plata, Amancio Oneto, defendeu que o país vizinho precisa aproveitar a abertura deste mercado para desenvolver mais marcas fortes. “Nosso único produto que está em todo o mundo é o vinho, que possui grandes rótulos. Isso é realmente agregar valor e poder dar empregos de qualidade. A geração de valor e de empregos com exportação de produtos sem marca é baixa demais”, sustentou.

Fonte: Agrolink

Coca-Cola aposta na produção de cítricos da Argentina

A gigante mundial Coca-Cola está de olho no potencial produtivo de cítricos do Norte da Argentina, especialmente em função da capacidade da província de Tucumán e das reformas do novo governo, que facilitaram as exportações. Em função disso, o CEO global da empresa, Muhtar Kent, anunciou investimentos de US$ 1 bilhão em uma fábrica de sucos na região. 

“Há cerca de 30 anos, ninguém sabia que Tucumán produzia limões. Hoje, essa província já é responsável por 80% da produção mundial industrializada de limões e ainda tem muito para crescer,” afirmou o executivo. Ele esteve presente no Fórum de Investimento e Negócios da Argentina – chamado de “Mini Davos” – uma grande aposta do presidente Maurício Macri para atrair investimentos privados ao país vizinho.

O CEO da Coca também revelou que esteve em uma grande reunião com funcionários e fez importantes elogios às recentes mudanças na Argentina. “Eu disse aos meus funcionários que nunca houve um melhor momento para ser argentino. Conheço Macri desde que era prefeito de Buenos Aires. Precisamos de mais gente como ele no mundo,” animou-se Kent, que emprega de forma direta mais de 15 mil pessoas no país.

O executivo revelou ainda que a empresa busca ações para diminuir o impacto do uso da água em suas fábricas: “Em 2020 buscamos a neutralidade, que é, em outras palavras, para cada litro de água que utilizamos, estaremos devolvendo um litro de água limpa”. A Coca-Cola consome 400 mil litros de água anualmente.

Fonte: Agrolink

Leite: Captação crescente e fraca demanda derrubam preço após 7 meses de alta

Cepea, 30 – Após subir por sete meses seguidos e atingir recordes reais, o preço do leite ao produtor caiu em setembro. Além do aumento na captação, observado na maioria dos estados pelo terceiro mês, a fraca demanda interna foram os principais motivos das quedas nos valores. Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o preço médio recebido pelo produtor na “média Brasil” (sem frete e impostos) foi de R$ 1,5257/litro, redução de 3,2% (ou de 5,1 centavos) em relação a agosto. Mesmo com a queda, a cotação ainda acumula alta de 50,8% no ano, em termos reais (valores deflacionados pelo IPCA de agosto/16). O preço bruto médio do leite (que inclui frete e impostos) também caiu 3,2% de um mês para outro, passando para R$ 1,6377/litro em setembro. As médias calculadas pelo Cepea são ponderadas pelo volume captado em agosto nos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA.

A captação de leite aumentou em quase todos dos estados analisados, refletindo a recuperação das pastagens, favorecida pela chegada das chuvas em algumas regiões, e o início da safra no Sul do País. De julho para agosto, o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) aumentou significativos 6,2%, com destaque para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com significativas altas de 11,76% e 11,37%, respectivamente. A exceção ficou por conta da Bahia, onde o volume captado permaneceu praticamente estável (ligeira queda de 0,08%), sustentando as cotações.

Para outubro, representantes de laticínios/cooperativas consultados pelo Cepea apontam nova queda nos preços do leite. A maioria dos agentes entrevistados (96,2%), que representa 99,8% do leite amostrado, indica que haverá baixa nos valores. Outros 3,8%, que representam 0,2% do volume amostrado de leite, acreditam em estabilidade. Ninguém espera alta de preços para o próximo mês.

No mercado de derivados, a demanda enfraquecida, diante dos elevados patamares de preços nos últimos meses, e os estoques elevados em algumas regiões, pressionou os valores dos produtos lácteos. Os preços médios do leite UHT e do queijo muçarela negociados no atacado de São Paulo em setembro foram de R$ 2,49/litro e R$ 19,20/kg, respectivamente, quedas de 23,1% e 8,41% em relação às médias de agosto. Com o cenário de quedas intensas nos últimos dois meses, a variação acumulada do leite UHT desde o início do ano passou para 6,3%. A pesquisa de derivados do Cepea é realizada diariamente com laticínios e atacadistas e tem o apoio financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Gráfico 1: ICAP-L/Cepea – Índice de Captação de Leite – AGOSTO/16. (Base 100=Julho/2004)

Leite
            - Cepea - Setembro

Fonte: Cepea-Esalq/USP e PTL-IBGE.

Tabela 1. Preços pagos pelos laticínios (brutos) e recebidos pelos produtores (líquido) em SETEMBRO/16 referentes ao leite entregue em AGOSTO/16.

Leite
            - Cepea - Setembro

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Tabela 2. Preços em estados que não estão incluídos na “média Brasil” – RJ, MS, ES e CE

Leite - Cepea - Setembro

 

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Gráfico 2: Série de preços médios pagos ao produtor - deflacionada pelo IPCA

Leite
            - Cepea - Setembro

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Fonte: Cepea

Syngenta pede rápida aprovação da nova lei de sementes na Argentina

O presidente da Syngenta para América Latina Sul, Antônio Aracre, afirma que a Argentina precisa de uma nova lei que proteja a propriedade intelectual de sementes. Falando com exclusividade ao Portal Agrolink, o executivo apontou que cerca de 80% dos produtores daquele país fazem uso próprio de sementes sem pagar pela tecnologia. 

O projeto de lei que está sendo discutido por membros do governo, deputados, agricultores e produtores de sementes busca uma legislação que prejudique o menos possível as partes. Se aprovada antes da próxima colheita, Aracre prevê que os investimentos no setor de biotecnologia decolem na Argentina.

“Temos uma lei que já tem mais de 40 anos. Em todo esse tempo houve uma transformação brutal da tecnologia. Precisamos gerar uma boa lei, que possa valer por pelos 20 anos mais e gerar um significativo número de novos empregos,” projeta Aracre. Ele prevê a criação de 100 mil postos de trabalho apenas na cadeia de soja com uma lei que remunere melhor as empresas por pesquisa e desenvolvimento.

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja volta a cair com melhora no clima Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (28.09) baixa de 7,00 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,455 por bushel. O contrato de Janeiro/17 também desceu 6,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 desvalorizou 7,00 centavos de Dólar.

Em mais um dia de alta volatilidade, o mercado norte-americano da soja fechou a sessão com devolvendo os ganhos obtidos ontem nas principais cotações dos futuros. O clima voltou a favorecer os trabalhos de colheita da safra 2016/17, e a oleaginosa pode cair a patamares ainda menores.

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja volta a cair com melhora no clima Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (28.09) baixa de 2,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,2925 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 2,50 e 2,75 pontos.

Não durou muito a recuperação, e o mercado norte-americano do milho voltou a registrar quedas nas principais cotações dos futuros. A previsão é de tempo seco e ameno nas maiores regiões produtoras, o que possibilita a retomada da colheita da safra 2016/17 – que já ultrapassa os 15% da área projetada.

Fonte: Agrolink

 

 

Mercado do sebo em alta

A oferta limitada de sebo e a alta procura pelo produto tem mantido o mercado em alta, e colaborado com as valorizações ocorridas nas últimas semanas. No Brasil Central o sebo teve alta de 2,1% frente à semana anterior e está cotado em R$2,40/kg.

No Rio Grande do Sul o sebo também está cotado em R$2,40/kg. Na comparação com o ano anterior houve valorização de 41,2%. Para o curto e médio prazos a perspectiva é de que os preços se mantenham firmes. Não estão descartadas altas. 

Produção de cloro cai 6,7% de janeiro a agosto, diz Abiclor

São Paulo, 27 - A produção de cloro recuou 6,7% de janeiro a agosto na comparação anual, para 789,7 mil toneladas, e a de soda cáustica caiu 7% para 866,3 mil toneladas, segundo informou a Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor).

A taxa de utilização da capacidade instalada foi de 77,5% no período, com queda de 7,1% ante igual etapa do ano anterior.

As vendas internas de soda cáustica registraram queda de 8,1% nos oito primeiros meses deste ano e as de cloro foram 12,3% menores.

O consumo aparente (produção + importações - exportações) de soda cáustica no ano, até agosto, atingiu 1,408 milhão de toneladas, diminuição de 8,1% frente a igual período de 2015. Já o consumo aparente de cloro teve queda de 6,6% sobre o ano anterior, alcançando 793,3 mil toneladas.

A expectativa da associação é que o mercado ensaie uma retomada até o fim do ano e a taxa de utilização da capacidade instalada volte a mostrar recuperação. "Parece que o fundo do poço ficou para trás, mas está todo mundo cauteloso ainda", afirma, em nota, o presidente da Abiclor, Alexandre de Castro. "Há certo otimismo atualmente em relação a 2017, mas não sei se isso se converterá em números", afirma.

O cloro e a soda são produtos intermediários utilizados em 16 setores da atividade, como metalurgia e siderurgia, papel e celulose, alumínio, têxtil, sabões e detergentes, alimentos e bebidas, tratamento de água, entre outros.

Soja sobe com menor oferta da nova safra Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (27.09) alta de 7,25 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,525 por bushel. O contrato de Janeiro/17 também subiu 7,25 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 8,00 centavos de Dólar.

Em dia de alta volatilidade, o mercado norte-americano da soja acabou fechando a sessão com ganhos nas principais cotações dos futuros. Com preços poucos atrativos, os produtores estão segurando a oferta da nova safra, o que provoca efêmeras subidas como essa registrada no fechamento de ontem.

 

Fonte: Agrolink

 

 

Milho sobe em movimento de ajuste de preços Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (27.09) alta de 2,75 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,3175 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 2,75 e 3,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho voltou a entregar ganhos nas principais cotações dos futuros, após quatro sessões consecutivas de perdas. As altas são reflexo apenas de um movimento de correção e ajuste técnico de preços, pois os fundamentos permanecem baixistas pela previsão de tempo seco nas maiores regiões produtoras.

 

Fonte: Agrolink

Seca reduz estoques de café robusta do Brasil e provoca demissões

A indústria de café robusta do Brasil está demitindo pessoas que transportam, processam e que trabalham em armazéns, praticamente vazios por dois anos de seca que afetaram a produção, no pior problema climático em oito décadas, segundo operadores e executivos do setor.

Embora os preços nunca tenham estado tão altos, entre 427 e 434 reais por saca de conilon --a variedade de robusta produzida no Brasil--, produtores esperam outra safra fraca em 2017 à medida que arrancam pés arruinados pela seca.

Considerando os preços atuais, a safra 2016 de café robusta do Brasil está avaliada em 1,2 bilhão de dólares.

As exportações de robusta caíram 90 por cento ao longo dos últimos 12 meses em comparação com o ano anterior, disse a associação de exportadores Cecafe.

Apesar de uma forte recuperação na produção de arábica devido ao retorno das chuvas, a safra 2016 de robusta no Espírito Santo, principal Estado produtor, caiu 40 por cento para 5,95 milhões de sacas, ante seu pico em 2014.

"Armazéns e segmentos da indústria de café daqui estão colocando funcionários em licença e transferindo alguns para outras áreas", disse Luis Polese, presidente da associação de comércio de café Sindicafé. "Infelizmente, trabalhadores menos capacitados estão sendo demitidos". Ele não pôde dizer quantos funcionários foram dispensados.

O robusta costumava compor cerca de um quarto da safra de café do Brasil.

As exportações de café robusta do Brasil são quase insignificantes em comparação com as exportações de arábica. No entanto, após o declínio ao longo do último ano da safra de robusta do Vietnã, as exportações de robusta do Brasil se tornaram mais importante para a oferta global.

 

Fonte: Reuters

Milho cai forte com melhora na previsão do tempo Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (26.09) baixa de 7,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,29 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 6,75 e 7,50 pontos.

O mercado norte-americano do milho abriu a semana com fortes perdas nas principais cotações dos futuros, pressionado pela previsão de trégua nas chuvas no Corn Belt. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) relatou ainda ontem que foi colhido 15% da área plantada nesta safra 2016/17, uma alta de seis pontos percentuais em relação à semana passada

 

Fonte: Agrolink