Ministro interino e governador do Amazonas discutem febre aftosa

O ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, discutiram nesta segunda-feira (12), em Brasília, como tornar todo o estado zona livre de febre aftosa com vacinação. Atualmente, apenas os municípios de Guajará, Boca do Acre e parte de Lábrea e Canutama têm esse status. O rebanho do Amazonas é de cerca de 1,3 milhão de bovinos e bubalinos.

O governador está preocupado com a situação da sanidade animal referente à erradicação da febre aftosa no Amazonas e se comprometeu, junto aos órgãos responsáveis, articular as soluções com o Ministério da Agricultura. “Acho importante a nova forma de o governo agir, compartilhando os recursos e soluções com os estados”, disse Oliveira.

Durante a reunião, Novacki anunciou a decisão do ministro Blairo Maggi em transferir R$ 3 milhões, por meio de convênio, para que o estado possa concluir as adequações necessárias.

"Em 2018, queremos ser reconhecidos mundialmente como um país livre de aftosa", afirmou o ministro interino. Para isso, a reivindicação brasileira deverá ser encaminhada para análise e aprovação do organismo internacional até agosto de 2017. A meta é que o país obtenha o reconhecimento internacional em maio de 2018, durante a Assembleia Geral da OIE, que ocorre anualmente.

O status poderá permitir Brasil ganhar novos mercados para a carne bovina. Em 2015, o país exportou 1,3 milhão de toneladas.

Um passo importante para venda de carne bovina brasileira foi dado no começo de agosto deste ano, com o anúncio do acordo sanitário com os Estados Unidos. Os norte-americanos são muito exigentes. O acordo é uma chancela para que outros países também comprem o produto.

Além do governador José Melo de Oliveira, participaram da reunião o secretário de Produção Rural do Amazonas, Sidney Leite, e o diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do estado, Hamilton Casara.

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Preço do milho segue subindo em Chicago– Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (09.09) alta de 2,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,41 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 2,50 e 3,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho fechou a semana com altas nas principais cotações dos futuros, mostrando uma grande confiança de que a safra dos Estados Unidos deverá mesmo ser reajustada para baixo. Além disso, previsões independentes apontam também queda nos estoques finais. 

 

Fonte: Agrolink

Lançamento da Tecnologia Nano-X no Brasil e Paraguai

Uma nova geração de fertilizantes foliares está sendo apresentada pela MicroXisto na safra 2016/2017. A tecnologia Nano-X é uma das primeiras a incorporar os benefícios da Nanotecnologia aos fertilizantes foliares. 

A empresa, que foi eleita a 8ª melhor do setor de fertilizantes pela Revista Globo Rural, destacando-se no Ranking das 500 maiores empresas do Agronegócio no Brasil, percorreu vários estados Brasileiros e regiões do Paraguai para apresentar a agricultores selecionados, os primeiros produtos dessa nova Tecnologia, o Microxisto Complex e o S-Max.

Segundo Diego Pires, Supervisor de Tecnologia e Desenvolvimento da empresa “Antes do lançamento oficial da Tecnologia NanoX conduzimos trabalhos por mais de três anos, em diversas instituições de pesquisa do Brasil e também em áreas comerciais de todas as regiões de atuação, para definir o melhor posicionamento dos produtos. Tivemos que partir do zero, gerando o máximo de informações, por se tratar de algo novo no segmento de fertilizantes foliares. Fomos presenteados com excelentes resultados e grande interesse na tecnologia, por parte dos pesquisadores e produtores”.

“Nosso objetivo com estes eventos de Lançamento foi apresentar diretamente para os agricultores os benefícios e os surpreendentes resultados do S-Max e Complex” nas principais culturas testadas, explica Cezar Farias, Supervisor de Marketing da empresa. “A MicroXisto foi pioneira no desenvolvimento de fertilizantes com Extrato de Xisto e agora inova mais uma vez ao trazer o potencial da nanotecnologia para as lavouras de alta produtividade. É preciso que o agricultor entenda as vantagens que vai conseguir obter com a tecnologia Nano-X”, completa.

A empresa já vem desenvolvendo novos produtos complementares a linha Nano-X, segundo Juliano Busato diretor Comercial “Vamos seguir trazendo novas soluções, desenvolvidas através de inovação e tecnologia, que permitam sempre agregar qualidade, produtividade e bons resultados ao produtor, que pode esperar em breve novidades na linha Nano-X”.

Os dois primeiros produtos da linha Nano-X são o Complex e o S-Max. 

Complex

O Complex fornece um complexo de nutrientes essenciais à maioria das plantas: Manganês (Mn), Zinco (Zn), Molibdênio (Mo) e Enxofre (S). Em uma formulação inovadora, agrega o benefício dos nutrientes, maior facilidade de aplicação e rápida resposta às culturas, principalmente à Soja Transgênica.

A presença de ácidos húmicos de baixo peso molecular na formulação exclusiva, gera ganhos adicionais, proporcionando por exemplo um melhor aproveitamento de nutrientes como Nitrogênio (N) e Potássio (K), se estes estiverem disponíveis no solo. 

A principal função do Complex é garantir uma nutrição complementar adequada à lavoura.

S-Max

O S-Max é uma fonte complementar de Enxofre (S) para as plantas, melhorando a produtividade e qualidade dos grãos. Sua formulação em Nanopartículas permite que sua dissolução em água seja muito mais rápida e eficiente, diminuindo os riscos de entupimento e reatividade de tanque.  Além de auxiliar na nutrição das culturas, ainda temos benefícios secundários do Enxofre, destacando o efeito inseto repelente e efeito fungistático. Resultados de pesquisa com S-Max demonstraram maior mobilidade de fungicidas e melhor controle de doenças fúngicas. 

Confira algumas fotos dos eventos. 


 

Agrolink com informações de assessoria
 
 
 
 Fonte: Agrolink

Soja fecha semana em alta nos EUA Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (09.09) alta de 3,50 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,8025 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 3,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 3,50 centavos de Dólar.

O mercado norte-americano da soja fechou a semana com ganhos nas principais cotações dos futuros, resultado da baixa do Dólar e demanda aquecida. Os traders ainda trabalharam com a expectativa de queda nos estoques dos EUA, que seria divulgada no boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), programado para hoje (12.09). 

 

Fonte: Agrolink

Perspectiva de safra menor nos EUA impulsiona milho Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (08.09) alta de 5,25 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,385 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 5,25 e 6,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho registrou sua quinta sessão consecutiva de ganhos nas principais cotações dos futuros, ganhando agora suporte de previsões dando conta de que a safra dos Estados Unidos poderia ser reajusta para baixo. A colheita já iniciou, ameaçada pela previsão de fortes chuvas em diversas regiões produtoras. 

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja estabiliza após sequência de altas Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (08.09) alta de 1,25 centavo de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,7625 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 1,50 centavo de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 1,75 centavo de Dólar.

O mercado norte-americano da soja teve uma sessão de estabilidade no campo positivo nas principais cotações dos futuros, após cinco sessões de altas consecutivas. A expectativa é de que o novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a ser divulgado na segunda-feira (12.09) traga uma diminuição nos estoques dos EUA, em função da demanda mundial aquecida.

 

Fonte: Agrolink

Estudo aponta alta no custo de produção de soja no Cerrado e no Sul

O Custo Operacional Efetivo (COE) da soja transgênica nas regiões do Cerrado e do Sul do Brasil, para a safra 2016/17, aumentou no primeiro semestre ante o mesmo período de 2015, segundo cálculos realizados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fungicidas e inseticidas foram muito representativos no custo. No entanto, em algumas regiões, os gastos com herbicidas superaram os com inseticidas, afirmou o Cepea em nota.

Em Sorriso (MT), houve aumento de 11,69 por cento no COE médio do primeiro semestre deste ano frente ao anterior, saindo de 2.301,40 reais/hectare em 2015 para 2.570,54 reais/ha em 2016. Especificamente, os componentes que mais influenciaram os custos operacionais nessa praça, tanto no primeiro semestre de 2016 quanto no de 2015, foram fertilizantes e inseticidas.

Até o final de junho/16, segundo dados do Cepea, 71,7 por cento dos insumos da safra 2016/17 haviam sido comprados, ritmo superior ao observado na temporada anterior, quando 69,2 por cento dos insumos haviam sido adquiridos nessa região mato-grossense.

Analisando-se a região Sul, Carazinho (RS) obteve aumento de 12,5 por cento no custo, indo de 2.048,66 reais/ha nos primeiros seis meses de 2015 para 2.305,36 reais/ha no mesmo período de 2016. Os principais participantes do custo da região foram fertilizantes e fungicidas, sendo este último devido à pressão de ferrugem.

O ritmo de aquisição de insumos na região atingiu níveis iguais nos dois períodos analisados, registrando 33 por cento.

No Paraná, a região de Cascavel apresentou o maior custo médio dentre as praças do Sul do país no primeiro semestre de ambos os anos, ficando em 2.187,85 reais/ha em 2015 e em 2.550,61 reais/ha em 2016.

As compras de insumos estão mais adiantadas neste ano, com 77,5 por cento de insumos comprados até o final de junho, contra 65 por cento no mesmo período de 2015, segundo o estudo.

 

Fonte: Reuters

Mercado do boi gordo se mantém “brigado”

Apesar da melhora nas margens de comercialização das indústrias, os frigoríficos resistem em ofertar preços melhores para a arroba.

Por outro lado, parte dos pecuaristas está retendo a boiada, à espera de preços maiores. Essa briga entre indústria e pecuarista vem mantendo o mercado andando de lado há algum tempo na maioria das regiões pesquisadas pela Scot Consultoria.

Contudo, a oferta de animais terminados está restrita e tem deixado pouco espaço para desvalorizações.

No mercado atacadista de carne com osso, os estoques enxutos e a melhora no escoamento da carne permitiram um reajuste positivo dos preços. Não estão descartadas valorizações.

Para curto e médio prazos a perspectiva é de que a oferta restrita de boiadas e os estoques enxutos de carne no mercado colaborem com preços firmes.

 

Fonte: Scot Consultoria

Na região Norte é época de colher feijão e jambu

A região Norte está encerrando a colheita de cacau e de arroz, e se prepara para iniciar a colheita do feijão. Nesta época do ano também tem destaque a colheita de hortaliças em geral, além de plantios de frutíferas, grãos e mandioca, principalmente. A região, que é geralmente úmida, deve ter as chuvas acentuadas com a chegada da primavera. 

No caso do feijão, o destaque é  para a colheita da espécie caupi. De origem africana, ele também é conhecido como feijão de macassar e, mais popularmente, como feijão-de-corda. “Temos no Pará a região de Bragantina, que é uma área tradicionalmente de cultivo do feijão-caupi”, conta o coordenador técnico da Emater-PA, Paulo Lobato. “É um feijão de consumo regional mas que tem sido bastante exportado”, conta. A feijão-caupi é muito presente na culinária do Norte e Nordeste do país. Ele é o preferido no preparo do baião de dois, prato típico das regiões.  

Na colheita das hortaliças se destacam a couve, cheiro verde (salsa, cebolinha e coentro), alface e o jambu. “A hortaliça mais colhida agora é o jambu. É que com a festa do Círio de Nazaré, em outubro, a demanda por ele é muito grande”, explica Paulo Lobato.

O jambu é muito usado na culinária da Amazônia e é famosa por causar uma leve dormência na boca. O sistema de cultivo é o tradicional, com água, sol e adubo. A hortaliça é vistosa, tem muitas folhas e atinge até 30 centímetros de altura. É usada no preparo de receitas típicas, como o pato com tucupi e o tacacá.

Assistência técnica

Para os agricultores familiares que se preparam para aproveitar o período chuvoso e plantar, Paulo Lobato dá algumas orientações. Entre as quais, destaca a importância acompanhamento de um agente de Assistência Técnica e Extensão Rural, que poderá fazer um diagnóstico da unidade de produção. “É necessário identificar, dentre outras coisas, as potencialidades e limitações da propriedade e, a partir daí, trabalhar junto com a família no planejamento das atividades, identificar inclusive a necessidade de crédito rural”, diz o engenheiro agrônomo.  

“É preciso avaliar a capacidade de mão de obra da família, as condições de produção, o mercado para os produtos já trabalhados e para os que se deseja trabalhar, condições de escoamento da produção e a capacidade de endividamento da família, caso tenha de acessar um financiamento via Pronaf”, acrescenta.

Ele diz que é preciso que o preparo do solo seja feito logo nas primeiras chuvas, para evitar o excesso de umidade, que torna o solo mais “pesado”, aumentando o consumo de combustível do trator, além de comprometer a qualidade do trabalho. “Para os solos mais argilosos, deve-se trabalhar na camada mais superficial, apenas para revolver a terra e facilitar o plantio, principalmente no caso do arroz de várzea”, destaca.  “No caso de solos muito ácidos, deve-se incorporar o calcário por ocasião da aração e gradagem, de modo a minimizar custos e favorecer de neutralização da acidez”, explica Paulo Lobato.

 

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Colheita de café dos cooperados da Cooxupé atinge 94,25% da área total

A Cooxupé, maior cooperativa de café arábica do Brasil, informou em relatório nesta terça-feira que a colheita de seus cooperados alcançou 94,25 por cento da área total na semana encerrada em 2 de setembro, ante 89 por cento colhidos no mesmo período no ano passado.

Na semana anterior, os produtores cooperados haviam colhido 91,38 por cento da área total da safra.

Com a colheita praticamente encerrada, os produtores voltam suas atenções para o desenvolvimento das plantas rumo à colheita do ano que vem.

Dirigentes da Cooxupé disseram recentemente que as geadas de julho e o tempo seco que atingiu os cafezais de Minas Gerais reduzirão de forma acentuada a safra do ano que vem do Estado, cujas lavouras produzirão menos também pelo fato de 2017 ser o período de baixa do ciclo bianual do arábica.

Na semana passada, já havia registros de floradas precoces no Sul de Minas Gerais, as quais poderão formar os primeiros frutos a amadurecerem para a colheita de 2017.

 

Fonte: Reuters

Propostas para baixar ICMS do leite não avançam em Mato Grosso do Sul

Dois meses após a cadeia produtiva do leite ser anunciada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) como a próxima a receber novo modelo de incentivo fiscal no Estado, a exemplo do que ocorreu com a avicultura e a agricultura irrigada, as propostas para o setor ainda permanecem no âmbito dos estudos e discussões entre representantes dos produtores rurais, Câmara Técnica do Leite e técnicos da Secretaria de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf).

De acordo com o secretário Fernando Lamas (Sepaf), o principal impasse é como definir mecanismos de incentivo à produção de leite no Estado, já que a atividade arrecada pouco e ainda é considerada um setor com grande complexidade de mercado local e nacional.

“O grande problema é que hoje, o que o Governo do Estado arrecada com leite, considerando o volume da nossa produção, é muito baixo. Então nós estamos pensando em mecanismos que possam efetivamente estimular. Então o que o Governo tem feito? Por exemplo, tem uma indústria de leite longa vida sendo implantada em Jateí; então o Governo está incentivando essa indústria. Os incentivos, até o momento, estão mais voltados para a área industrial. A questão de produção, nós ainda não encontramos uma definição”, reconheceu.

Ainda conforme o titular da Sepaf, o projeto para o setor vem sendo construído, mas se o impacto for pequeno, não motiva o produtor a participar. “Nós precisamos criar um mecanismo que incentiva e sabemos, ou temos informações oficiosas, que às vezes sai muito leite do Estado de forma que não recolhe o tributo. Então também estamos atentos a isso”, alertou. Por enquanto, ainda não há prazo definido para conclusão dos estudos.

Fonte: Correio do Estado

Mesmo com preço do milho caro, comercialização do grão chega a 68%

Com o preço do milho safrinha custando R$ 31,94 a saca de 60 kg, a comercialização do grão chegou a 68% em 29 de agosto, índice maior do que o mesmo período do ano passado, quando os produtores haviam negociado 58% da produção de 2º safra.

De acordo com a gestora do Departamento Econômico do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Adriana Mascarenhas, a demanda interna e externa continuam aquecidas, fazendo com que o preço do milho se mantenha alto em relação ao ano passado. "Outro fator é a redução de produtividade na safra americana, fazendo com que a safra de milho brasileiro ganhe destaque", alega.

Conforme dados da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja), no dia 23 de agosto a colheita chegou a 71,3% da área plantada, sendo finalizada em Coxim, Pedro Gomes e Sonora. Com isso, há uma maior oferta de matéria prima e uma leve retração de preço, segundo a gestora. "Mesmo com o fim da colheita, acreditamos que o preço deve se mantenha neste patamar", afirma.

Preços – No dia 2 de setembro, o preço da saca de milho de 60 quilos estava em média R$ 31,94. Neste mesmo período em 2015, o grão estava sendo comercializado a R$ 20,80.

A demanda interna e externa cresceu e o volume de exportação aumentou, fazendo com que o preço do milho custasse em abril R$ 43,48. "A procura pela grão era tanta que chegou a faltar produto no mercado interno. A colheita iniciou e os preços foram caindo, mas deve ficar em torno de R$ 30 a saca", comenta Adriana.

Fonte: Campo Grande News

 

Com setor de ‘pets’ saturado, mercado de carnes paga R$7 mil para veterinários iniciantes

O mercado de saúde animal no Paraná envolve aproximadamente 10 mil veterinários e 24 cursos de graduação, que formam cerca de 900 novos profissionais todos os anos.

Apesar de o estado figurar como um dos principais polos de produção agropecuária do país, com destaque para a proteína animal, apenas 30% dos veterinários paranaenses atuam neste segmento. Para a maioria que sai das faculdades (na faixa de 75%), a preferência ainda é pelo atendimento aos “pets”.

Esta foi uma das conclusões a que chegou uma pesquisa encomendada pelo Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná (Sindivet-PR) e que foi apresentada nesta segunda-feira (5), em Curitiba, em um encontro com diversas lideranças do setor.

De acordo com o estudo, o perfil dos profissionais é bastante equilibrado entre homens e mulheres, com uma tendência maior ao público feminino entre os mais jovens. É esta mesma harmonia, aliás, que o mercado busca em relação às especialidades.

“Há espaço no ramo dos pets, mas discutimos aqui a importância da especialização e da capacitação para atuar nesta área”, afirma a socióloga Liora Gandelman, que coordenou a pesquisa. “Enquanto isso, há outras atividades, como no agronegócio, com excelentes oportunidades e renda superior que não estão sendo aproveitadas”, salienta. No caso da agropecuária, o rendimento médio mensal para quem está começando é superior a R$ 7 mil.

Isto diante de um cenário preocupante de desemprego, que atinge 9% dos médicos veterinários em todo estado, sendo que, do total, pelo menos 3% já desistiram da profissão. Uma das razões é a saturação em determinados segmentos, como o dos pets, mas, na avaliação do presidente do Sindivet-PR, Cezar Pasqualin, falta também integração entre mercado e universidades. “Atualmente eles não se conversam, o que é um erro”, diz Pasqualin. “Isso tem que começar antes mesmo da faculdade, no colégio, com as feiras de profissão. É preciso falar sobre renda, mercado, utilidade profissional”, completa. 

 

Fonte: Gazeta do Povo (AgroGP)

Mesmo com preço do milho caro, comercialização do grão chega a 68%

Com o preço do milho safrinha custando R$ 31,94 a saca de 60 kg, a comercialização do grão chegou a 68% em 29 de agosto, índice maior do que o mesmo período do ano passado, quando os produtores haviam negociado 58% da produção de 2º safra.

De acordo com a gestora do Departamento Econômico do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Adriana Mascarenhas, a demanda interna e externa continuam aquecidas, fazendo com que o preço do milho se mantenha alto em relação ao ano passado. "Outro fator é a redução de produtividade na safra americana, fazendo com que a safra de milho brasileiro ganhe destaque", alega.

Conforme dados da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja), no dia 23 de agosto a colheita chegou a 71,3% da área plantada, sendo finalizada em Coxim, Pedro Gomes e Sonora. Com isso, há uma maior oferta de matéria prima e uma leve retração de preço, segundo a gestora. "Mesmo com o fim da colheita, acreditamos que o preço deve se mantenha neste patamar", afirma.

Preços – No dia 2 de setembro, o preço da saca de milho de 60 quilos estava em média R$ 31,94. Neste mesmo período em 2015, o grão estava sendo comercializado a R$ 20,80.

A demanda interna e externa cresceu e o volume de exportação aumentou, fazendo com que o preço do milho custasse em abril R$ 43,48. "A procura pela grão era tanta que chegou a faltar produto no mercado interno. A colheita iniciou e os preços foram caindo, mas deve ficar em torno de R$ 30 a saca", comenta Adriana.

 

Fonte: Campo Grande News

Milho sobe com projeções de safra menor que a esperada Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (02.09) alta de 4,75 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,285 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 3,75 e 5,50 pontos.

Seguindo o viés de alta das commodities em Setembro, o mercado norte-americano do milho fechou a semana com uma sessão de ganhos nas principais cotações dos futuros. O suporte veio com projeções independentes e privadas divulgando expectativas de uma safra menor que a apontada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

 

Fonte: Agrolink

Dólar baixo sustenta preço da soja Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (02.09) alta de 8,75 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,525 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 8,50 centavos de Dólar – a mesma valorização do vencimento de Março/17.

O mercado norte-americano da soja abriu o mês de Setembro com ganhos nas principais cotações dos futuros, mantendo uma tendência já registrada na sessão anterior. A baixa do Dólar deixou a oleaginosa dos Estados Unidos mais atrativa para os compradores internacionais, enquanto outros fornecedores, entre eles o Brasil, atravessam momentos de incertezas.

 

Fonte: Agrolink