Para medir o leite com precisão

Uma importante ferramenta para uso do setor leiteiro foi desenvolvida pela Milkline Comércio Importação e Exportação Ltda.: um equipamento para medir, coletar e identificar amostras voltadas à produção de leite. A finalidade é proporcionar precisão na medição dos litros coletados e confiabilidade, erradicando adulterações na composição do leite mediante coleta de amostras confiáveis e com identificação. A sócia-proprietária Maria Lissette Lairihoy Silva relata que, em muitos países, os produtores são pagos pela qualidade do leite, reconto bacteriano (micróbios no leite) e reconto de células somáticas (SCC), indicador da saúde da ubre da vaca. "Acreditamos que, num futuro próximo, o leite do produtor brasileiro seja pago baseando-se nos mesmos critérios", destaca.

Maria Lissette afirma que o desenvolvimento do produto também é decorrência da necessidade que foi constatada do lançamento de um sistema de controle que proporcione maior eficiência para mensurar e identificar os produtos em sua fase primária de produção. Com a participação no Tecnova RS, a empresa levou adiante o projeto, que consiste em um sistema inovador de coleta de amostragem (2 frascos de 50ml por produtor) e com a amostra identificada por códigos de barras e lacrada. O compartimento das amostras é selado, permitindo a abertura só por pessoas autorizadas.

 
 

O equipamento também possui GPS para obtenção de posicionamento geográfico global e identificação do produtor. O sistema será gerenciado por um software que salvará os dados no hardware do caminhão e realizará a transferência em tempo real (via celular) às cooperativas. Todo o processo será feito sem nenhuma interferência humana, garantindo a confiabilidade.

Fonte: Agrolink

RS: Seminário apresenta oportunidades e tendências da hortifrutigranjeiros

Na manhã desta terça-feira, 4, o Galpão Morada Velha do Parque Municipal do Chimarrão, foi palco do II Seminário Regional de Hortifruticultura e teve como tema ´Oportunidades e Tendências para a Horticultura nos vales dos rios Taquari e Pardo`.

Entre as atrações, a palestra da professora Tatiana da Silva Duarte, que abordou o tema ´Inovações sustentáveis em olericultura: do ambiente protegido à enxertia`. Ela salientou a produção em ambiente protegido é uma técnica que os produtores estão adotando cada vez mais e que está em expansão acentuada no Rio Grande do Sul.

 
 

Flávio Cazarolli, consultor do Sebrae/RS, trabalhou o tema ´Gestão na propriedade rural` aliada à sucessão rural. Ele salientou que a sucessão rural é um tema que preocupa as famílias há vários anos e que ela tem duas linhas de trabalho. Uma delas tem a ver com a questão do direito, com herança, com patrimônio, com a divisão de bens. A outra é vista pela gestão do negócio, que está preocupada como dará continuidade às atividades da propriedade.

A produtora rural falou de sua experiência em produção orgânica de alimentos e o mercado. Para produzir, ela buscou o apoio de entidades e frisou que tem que gostar da atividade e sempre ter o foco voltado para agregar renda. 'É uma atividade onde a gente trabalha muito e precisa ter boa remuneração', destacou.

 

Fonte: Folha do Mate

Soja volta a cair após altas expressivas Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (04.10) baixa de 9,50 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,635 por bushel. O contrato de Janeiro/17 desceu 8,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 desvalorizou 8,50 centavos de Dólar.

 
 

O mercado norte-americano da soja teve um dia de perdas nas principais cotações dos futuros, devolvendo os altos ganhos obtidos nas sessões anteriores. Trata-se de um movimento técnico de ajuste de preços, porque os fundamentos seguem estáveis, com demanda aquecida por um lado e safra recorde por outro.

 

Fonte: Agrolink

 

Colheita da soja supera expectativas do mercado nos EUA

A colheita de soja da safra 2016/17 deu um salto de nada menos que 16 pontos percentuais em uma semana, atingindo 26% da área projetada. O índice divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) veio acima do esperado pelos participantes do mercado, que projetavam em 23%. 

Com a instabilidade climática observada em setembro, a colheita norte-americana ficou bem abaixo dos números observados em 2015, quando nessa mesma época já haviam sido colhido 36% da área de soja. O avanço desse ano, porém, está praticamente dentro da média dos últimos cinco anos (de 27%). 

 
 

De acordo com o USDA, as lavouras de soja “boas ou excelentes” condições permaneceram em 74%. Há também 19% de campos em condições “regulares” e 7% “ruim ou muito ruim” - números inalterados em relação à semana passada. 

 

Fonte: Agrolink

FMC lança Capture 400 EC para controle do percevejo bronzeado e vespa-da-galha

A FMC Agricultural Solutions lançou nesta quarta-feira (05.10) o inseticida Capture 400 EC para o controle do percevejo bronzeado e vespa-da-galha em eucalipto. De acordo com a fabricante, o produto possui “rápido controle que minimiza as perdas em madeira, ação prolongada que diminui a reentrada na floresta e tem flexibilidade de aplicação, podendo ser usado no viveiro e no campo”. 

O Capture 400 EC é classificado como um inseticida acaricida de terceira geração composto por nova molécula, que atende a legislação e possui segurança no uso e conformidade com as auditorias. Trata-se do primeiro produto registrado no Brasil para o controle do percevejo bronzeado do eucalipto.

“O registro do produto para o eucalipto possibilita a alta eficiência para o controle eficaz do Percevejo bronzeado e da Vespa-da-galha. São aplicadas baixas doses por hectare, com alto rendimento operacional, propiciando agilidade na aplicação e economia para o produtor”, destaca o gestor de Contas & Desenvolvimento Florestal da FMC, Fábio Marques.

Ele explica que essas pragas são de difícil identificação, devido à altura da planta, e por isso a aplicação aérea contribui para seu controle efetivo. “Queremos trazer conveniência para facilitar o dia a dia do produtor e garantir sua produtividade no campo”, justifica. 

 
 

Pragas

O Percevejo bronzeado é uma praga que tem causado danos em plantios de eucalipto em todas as regiões brasileiras devido ao seu hábito alimentar sugador. Os sintomas causados por ele incluem clorose, prateamento, bronzeamento, desfolhamento e morte de plantas. Os adultos possuem coloração marrom, com áreas mais escuras no hemi-élitro e sua longevidade é de até 35 dias, mas depende da espécie e dos clones de eucalipto. 

Já a Vespa-da-galha ataca as brotações das mudas de eucalipto em viveiros e árvores em campo. Em casos de altas infestações, pode ocorrer a deformação das folhas, redução no tamanho das árvores, secamento dos ponteiros e atraso no crescimento de mudas e árvores, podendo comprometer a produtividade. O inseto mede de 1,1 a 1,4 mm de comprimento, com coloração marrom escuro com brilho metálico verde-azulado especialmente na cabeça e no tórax. 

Fonte: Agrolink

Argentina reativa ferrovias para exportar via Oceano Pacífico

Uma solução de médio prazo foi encontrada para os problemas de transporte no Noroeste argentino. Uma velha ferrovia que conecta a província de Salta, na Argentina, com os portos de Antofagasta e Mejillones, no Chile, começou a ser reativada.

A estimativa do governo argentino é reduzir em um terço os custos de transporte para a Ásia pelo Oceano Pacífico. Nesse primeiro momento, a ferrovia transporta até 500 toneladas por semana, principalmente insumos para produção de minerais, e é operada pelas empresas Belgrano Cargas (Argentina) e Ferronor (Chile). 

Na província de Salta recentemente foi encontrada a maior reserva de lítio do mundo, que deve ser explorada pela empresa Pan American Silver em investimento de US$ 1 bilhão, com objetivo de exportação principalmente para a China. Paulatinamente a ferrovia exportará mais produtos agrícolas, como soja e milho, deixando a província de Salta mais competitiva nesse tipo de produção.

 

Fonte: Agrolink

Governo brasileiro prepara intervenção no mercado de trigo

A Consultoria Trigo & Farinhas afirma que o governo brasileiro prepara intervenção no mercado de trigo. A informação surgiu inicialmente na última reunião da Câmara Setorial Nacional do Trigo, em Brasília, mas ganhou corpo na última sexta-feira (30.09), quando foi enviada uma Carta Circular da Conab recomendando que os armazenadores, moinhos, cooperativas e cerealistas atualizassem os registros dos seus armazéns. 

Os termos em que se dará esta intervenção ainda não foram perfeitamente definidos. De acordo com a T&F, existem duas possibilidades concretas: A primeira seria a aquisição pelo próprio governo de uma parte da produção para a formação de estoques reguladores, hoje inexistentes. A segunda pode ser um auxílio para o escoamento do excedente da safra gaúcha em direção aos moinhos do Nordeste. 

“Antes de qualquer decisão, os técnicos da Conab deverão apresentar ao Conselho Monetário Nacional uma Nota Técnica explicando a situação e a necessidade de uso do dinheiro público nesta circunstância. E os técnicos estavam (estão?) esperando a definição da safra de trigo no Rio Grande do Sul para emitir esta Nota. O início da colheita do trigo no RS está previsto para meados de outubro até meados de dezembro”, conclui o analista sênior da T&F, Luiz Carlos Pacheco. 

Fonte: Agrolink

Menos alimentos apresentam resíduo de defensivos fora do limite

Subiu para 73% no primeiro semestre de 2016 o percentual de conformidade dos alimentos no Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A melhora foi de sete pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era de 66%. 

Isso significa que menos alimentos apresentaram “inconformidades”, como índices acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), ou mesmo uma combinação dos dois (LMR+NA), além de ingredientes Proibidos. A verificação é feita com tecnologia de rastreamento desenvolvida pela empresa PariPassu.

Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da empresa, apenas 3% dos resultados estão acima do LMR. “Neste cenário, o ingrediente ativo é correto para a cultura, mas houve alguma falha no respeito à carência ou à concentração do ingrediente ativo”, explica.

Por outro lado, 21% das amostras apresentaram ingredientes ativos não autorizados para determinada cultura. “É importante destacar que boa parte dessas culturas, em que averiguamos esse uso de ingredientes ativos não autorizados, já estão sendo beneficiadas com a ampliação do suporte fitossanitário pelo governo”, destaca Buso.

Nos casos em que o programa identifica ingredientes não autorizados (NA) e ingredientes acima do limite (LMR), é aplicada a Política de Correção do Rama. O procedimento a partir daí conta com plano de ação apoiado pelo poder público, através de órgãos como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Neste ano o Rama apresentou crescimento de 23,1% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados nos seis primeiros meses do ano na comparação com 2015. O programa monitora e rastreia no Brasil uma média mensal de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras desde o ano de seu lançamento, em 2011.
 
“O Programa RAMA atinge uma média de 1 milhão de toneladas rastreadas por ano, o que para nós da ABRAS é motivo de muito orgulho, em especial pelos serviços que prestamos aos consumidores, apoiando a redução do consumo de agrotóxicos no País. Nosso objetivo é disseminar ainda mais esse programa para que mais empresas varejistas participem e melhorem continuamente a qualidade dos produtos oferecidos”, afirma Marcio Milan, superintendente da Abras.

Fonte: Agrolink

EUA devem liberar exportações de limão argentino

Uma das grandes notícias do ano que vem para a Argentina deve ser a liberação das exportações de limão para os Estados Unidos. A informação é de Gonzalo Tanoira, presidente da empresa San Miguel – uma das maiores produtoras de limões do país vizinho. 

“Estamos nas etapas burocráticas finais do processo para liberar nosso limão nos EUA. É muito factível para a próxima colheita. O investimento da Coca-Cola (clique AQUI para saber mais) também é importante como fator de aumento da demanda. O que vem acontecendo no país é muito importante para [a província de] Tucumán e o desenvolvimento regional em geral,” afirmou Tanoira.

A produção atual de limões da Argentina é de 1,65 milhão de toneladas anuais, com um valor total de US$ 600 milhões. Nada menos que 95% desse total é destinado à exportação, e 90% é produzido na província de Tucumán.

Falando no Fórum de Investimento e Negócios da Argentina, o diretor-executivo da agroindústria Molinos Rio de La Plata, Amancio Oneto, defendeu que o país vizinho precisa aproveitar a abertura deste mercado para desenvolver mais marcas fortes. “Nosso único produto que está em todo o mundo é o vinho, que possui grandes rótulos. Isso é realmente agregar valor e poder dar empregos de qualidade. A geração de valor e de empregos com exportação de produtos sem marca é baixa demais”, sustentou.

Fonte: Agrolink

Coca-Cola aposta na produção de cítricos da Argentina

A gigante mundial Coca-Cola está de olho no potencial produtivo de cítricos do Norte da Argentina, especialmente em função da capacidade da província de Tucumán e das reformas do novo governo, que facilitaram as exportações. Em função disso, o CEO global da empresa, Muhtar Kent, anunciou investimentos de US$ 1 bilhão em uma fábrica de sucos na região. 

“Há cerca de 30 anos, ninguém sabia que Tucumán produzia limões. Hoje, essa província já é responsável por 80% da produção mundial industrializada de limões e ainda tem muito para crescer,” afirmou o executivo. Ele esteve presente no Fórum de Investimento e Negócios da Argentina – chamado de “Mini Davos” – uma grande aposta do presidente Maurício Macri para atrair investimentos privados ao país vizinho.

O CEO da Coca também revelou que esteve em uma grande reunião com funcionários e fez importantes elogios às recentes mudanças na Argentina. “Eu disse aos meus funcionários que nunca houve um melhor momento para ser argentino. Conheço Macri desde que era prefeito de Buenos Aires. Precisamos de mais gente como ele no mundo,” animou-se Kent, que emprega de forma direta mais de 15 mil pessoas no país.

O executivo revelou ainda que a empresa busca ações para diminuir o impacto do uso da água em suas fábricas: “Em 2020 buscamos a neutralidade, que é, em outras palavras, para cada litro de água que utilizamos, estaremos devolvendo um litro de água limpa”. A Coca-Cola consome 400 mil litros de água anualmente.

Fonte: Agrolink

Leite: Captação crescente e fraca demanda derrubam preço após 7 meses de alta

Cepea, 30 – Após subir por sete meses seguidos e atingir recordes reais, o preço do leite ao produtor caiu em setembro. Além do aumento na captação, observado na maioria dos estados pelo terceiro mês, a fraca demanda interna foram os principais motivos das quedas nos valores. Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o preço médio recebido pelo produtor na “média Brasil” (sem frete e impostos) foi de R$ 1,5257/litro, redução de 3,2% (ou de 5,1 centavos) em relação a agosto. Mesmo com a queda, a cotação ainda acumula alta de 50,8% no ano, em termos reais (valores deflacionados pelo IPCA de agosto/16). O preço bruto médio do leite (que inclui frete e impostos) também caiu 3,2% de um mês para outro, passando para R$ 1,6377/litro em setembro. As médias calculadas pelo Cepea são ponderadas pelo volume captado em agosto nos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA.

A captação de leite aumentou em quase todos dos estados analisados, refletindo a recuperação das pastagens, favorecida pela chegada das chuvas em algumas regiões, e o início da safra no Sul do País. De julho para agosto, o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) aumentou significativos 6,2%, com destaque para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com significativas altas de 11,76% e 11,37%, respectivamente. A exceção ficou por conta da Bahia, onde o volume captado permaneceu praticamente estável (ligeira queda de 0,08%), sustentando as cotações.

Para outubro, representantes de laticínios/cooperativas consultados pelo Cepea apontam nova queda nos preços do leite. A maioria dos agentes entrevistados (96,2%), que representa 99,8% do leite amostrado, indica que haverá baixa nos valores. Outros 3,8%, que representam 0,2% do volume amostrado de leite, acreditam em estabilidade. Ninguém espera alta de preços para o próximo mês.

No mercado de derivados, a demanda enfraquecida, diante dos elevados patamares de preços nos últimos meses, e os estoques elevados em algumas regiões, pressionou os valores dos produtos lácteos. Os preços médios do leite UHT e do queijo muçarela negociados no atacado de São Paulo em setembro foram de R$ 2,49/litro e R$ 19,20/kg, respectivamente, quedas de 23,1% e 8,41% em relação às médias de agosto. Com o cenário de quedas intensas nos últimos dois meses, a variação acumulada do leite UHT desde o início do ano passou para 6,3%. A pesquisa de derivados do Cepea é realizada diariamente com laticínios e atacadistas e tem o apoio financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Gráfico 1: ICAP-L/Cepea – Índice de Captação de Leite – AGOSTO/16. (Base 100=Julho/2004)

Leite
            - Cepea - Setembro

Fonte: Cepea-Esalq/USP e PTL-IBGE.

Tabela 1. Preços pagos pelos laticínios (brutos) e recebidos pelos produtores (líquido) em SETEMBRO/16 referentes ao leite entregue em AGOSTO/16.

Leite
            - Cepea - Setembro

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Tabela 2. Preços em estados que não estão incluídos na “média Brasil” – RJ, MS, ES e CE

Leite - Cepea - Setembro

 

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Gráfico 2: Série de preços médios pagos ao produtor - deflacionada pelo IPCA

Leite
            - Cepea - Setembro

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

Fonte: Cepea

Syngenta pede rápida aprovação da nova lei de sementes na Argentina

O presidente da Syngenta para América Latina Sul, Antônio Aracre, afirma que a Argentina precisa de uma nova lei que proteja a propriedade intelectual de sementes. Falando com exclusividade ao Portal Agrolink, o executivo apontou que cerca de 80% dos produtores daquele país fazem uso próprio de sementes sem pagar pela tecnologia. 

O projeto de lei que está sendo discutido por membros do governo, deputados, agricultores e produtores de sementes busca uma legislação que prejudique o menos possível as partes. Se aprovada antes da próxima colheita, Aracre prevê que os investimentos no setor de biotecnologia decolem na Argentina.

“Temos uma lei que já tem mais de 40 anos. Em todo esse tempo houve uma transformação brutal da tecnologia. Precisamos gerar uma boa lei, que possa valer por pelos 20 anos mais e gerar um significativo número de novos empregos,” projeta Aracre. Ele prevê a criação de 100 mil postos de trabalho apenas na cadeia de soja com uma lei que remunere melhor as empresas por pesquisa e desenvolvimento.

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja volta a cair com melhora no clima Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (28.09) baixa de 7,00 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,455 por bushel. O contrato de Janeiro/17 também desceu 6,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 desvalorizou 7,00 centavos de Dólar.

Em mais um dia de alta volatilidade, o mercado norte-americano da soja fechou a sessão com devolvendo os ganhos obtidos ontem nas principais cotações dos futuros. O clima voltou a favorecer os trabalhos de colheita da safra 2016/17, e a oleaginosa pode cair a patamares ainda menores.

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja volta a cair com melhora no clima Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (28.09) baixa de 2,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,2925 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 2,50 e 2,75 pontos.

Não durou muito a recuperação, e o mercado norte-americano do milho voltou a registrar quedas nas principais cotações dos futuros. A previsão é de tempo seco e ameno nas maiores regiões produtoras, o que possibilita a retomada da colheita da safra 2016/17 – que já ultrapassa os 15% da área projetada.

Fonte: Agrolink

 

 

Mercado do sebo em alta

A oferta limitada de sebo e a alta procura pelo produto tem mantido o mercado em alta, e colaborado com as valorizações ocorridas nas últimas semanas. No Brasil Central o sebo teve alta de 2,1% frente à semana anterior e está cotado em R$2,40/kg.

No Rio Grande do Sul o sebo também está cotado em R$2,40/kg. Na comparação com o ano anterior houve valorização de 41,2%. Para o curto e médio prazos a perspectiva é de que os preços se mantenham firmes. Não estão descartadas altas.