Europa veio com tudo pelo milho brasileiro


Imagem: Pixabay

O Brasil tem sido o maior exportador mundial de milho desde julho, em meio ao aumento expressivo das compras da Europa, que passou a ser a maior importadora do mundo, aponta a Consultoria AgResource Brasil. Por outro lado, o milho norte-americano perdeu mercado com os preços à vista no Golfo dos Estados Unidos subindo para US$ 9 dólares por bushel.

A AgResource ressalta, por outro lado, que os estoques brasileiros de milho “permanecem abundantes e os estoques finais no Brasil provavelmente aumentarão, apesar da necessidade da Europa de grãos de origem não transgênicos”. 

“Assumindo o calendário de safras de março a fevereiro do Brasil, com uma safra de 116 milhões de toneladas e as exportações até o momento, os estoques de milho em 1º de outubro no Brasil são calculados em 49 milhões de toneladas, ante 27 no ano passado e um total de 15 milhões de toneladas acima do recorde que foi registrado em 2016”, dizem os analistas de mercado.

Ao contrário dos anos anteriores, aponta a Consultoria, neste inverno não há medo de escassez regional no Brasil, já que desde julho houve chuvas nas principais áreas do sul e centro do Brasil: “A semeadura da primavera está acelerando. As exportações brasileiras de milho em setembro devem atingir pouco menos de 8 milhões de toneladas, um novo recorde, sendo que o anterior foi de 7,6 milhões de toneladas no mês de agosto”.

{module Form RD}

“Com base no superávit disponível brasileiro e aplicando a tendência sazonal normal aos embarques mensais, as exportações brasileiras devem ficar acima de 5 milhões de toneladas em novembro. O Brasil nos últimos anos inundou o mercado com oferta logo após a colheita da safrinha em abril. Mas este ano, a oferta de milho não deve esgotar até o final do ano-safra local em fevereiro e a soja terá prioridade nos terminais de exportação a partir de fevereiro”, apontam.

A AgResource acredita que é improvável que o Brasil “renuncie totalmente seu domínio do comércio mundial de grãos para alimentação animal por mais de 90 dias. Durante a segunda-feira a noite, o milho brasileiro foi oferecido de 0,55 a 0,75 centavos de dólar a menos que o de origem americana. Parece que nem mesmo a demanda europeia recorde não irá abalar a disposição do Brasil de se manter competitivo no mercado mundial”, conclui a AgResource.

Por: Leonardo Gottems | Agrolink

Facebook
Twitter
LinkedIn

Aboissa apoia

Fique por dentro das novidades
e melhores oportunidades do
agronegócio – inscreva-se já!

Ásia

Arábia Saudita

Bangladesh

China

Singapura

Coréia do Sul

Emirados Árabes Unidos

Filipinas

Índia

Indonésia

Iraque

Jordânia

Líbano

Malásia

Omã

Qatar

Turquia

Vietnã

Hong Kong

América

Argentina

Bolívia

Brasil

Canadá

Chile

Colômbia

Equador

Estados Unidos

Guatemala

Ilhas Virgens Britânicas

México

Nicarágua

Panamá

Paraguai

Perú

Uruguai

Suriname

Venezuela

República Dominicana

Costa Rica

Cuba

África

África do Sul

Argélia

Camarões

Costa do Marfim

Egito

Libéria

Marrocos

Serra Leoa

Sudão

Quênia

Tunísia

Ilhas Maurício

Europa

Albânia

Alemanha

Bélgica

Bulgária

Espanha

Finlândia

França

Inglaterra

Italia

Lituânia

Polônia

Portugal

Rússia

Turquia

Sérvia

Suécia

Suíça

Ucrânia

Chipre

Estônia

Irlanda

Romênia

Oceania

Austrália

Nova Zelândia

Solicite uma cotação!

Preencha o formulário e obtenha atendimento para suas necessidades comerciais.
Nossos especialistas estão prontos para oferecer soluções personalizadas.

*No momento não estamos trabalhando com intermediários.

Ao informar meus dados, eu concordo com a Política de Privacidade.