Ucrânia pode ser incapaz de atender demanda futura de trigo caso ataques russos continuem, alerta agência da ONU

Ucrânia pode ser incapaz de atender demanda futura de trigo caso ataques russos continuem, alerta agência da ONU
Imagem: Adobe Stock

O Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (PMA/ONU), afinal, alertou nesta terça-feira (21) que a produção de trigo na Ucrânia pode ser incapaz de atender à demanda doméstica e de exportação nos anos seguintes se as rotas de exportação do Mar Negro permanecerem bloqueadas e os ataques russos à infraestrutura portuária continuarem.

O diretor do PMA na Ucrânia, Matthew Hollingworth, disse que um próximo relatório do Escritório de Direitos Humanos da ONU (OHCHR) mostrará que, desde meados de julho, houve 31 ataques documentados contra as instalações de produção e exportação de grãos da Ucrânia.

Alerta da ONU sobre ataques à infraestrutura e risco de crise alimentar

Ele informou ao Conselho de Segurança da ONU que “28 desses ataques ocorreram apenas na região de Odessa, que é sede dos terminais vitais do Mar Negro e do Rio Danúbio, essenciais para o comércio global”.

Contudo, caso persistam os ataques à infraestrutura alimentar e o bloqueio das rotas de exportação marítima, as perspectivas de produção agrícola serão drasticamente afetadas nos próximos anos. Isso pode resultar, no pior cenário, na incapacidade da produção de trigo em atender à demanda doméstica e de exportação, conforme declarado.

Em fevereiro de 2022, a Rússia invadiu a Ucrânia. A ONU responsabilizou essa invasão por agravar a crise alimentar global. Ambos os países são significativos exportadores de grãos. Anteriormente, os ucranianos representavam 9% das exportações globais de trigo, 15% de milho e 44% de óleo de girassol, segundo Hollingworth.

Na semana passada, o ministro da Agricultura russo anunciou que Moscou começou a enviar 200 mil toneladas de grãos gratuitos. Vladimir Putin prometeu esses envios a seis países africanos em julho.

Os funcionários da ONU buscam reativar o acordo de grãos do Mar Negro. A Rússia se retirou em julho, citando obstáculos em suas exportações de alimentos e fertilizantes. No entanto, é crucial retomar as negociações para evitar agravar ainda mais a situação alimentar na região.

Fonte: Datagro

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