Produtores e usina inovam na pesagem e análise da cana no Brasil

 

Produtores e usina inovam na pesagem e análise da cana no Brasil
 

Estreliana, em Pernambuco, é a primeira usina no País que faz apenas a fiscalização desses procedimentos, o contrário do que acontece nas demais unidades industriais no Estado e dentro do território nacional. Depois de ser o primeiro estado a reabrir usinas fechadas no Brasil, por meio da iniciativa de fornecedores de cana, há três anos, no auge da crise do setor sucroenergético, o ineditismo volta a Pernambuco, tendo a primeira usina no país onde os procedimentos de pesagem e análise da qualidade da cana é feita por uma entidade da área dos canavieiros. O processo, que avalia o teor de açúcar, é indispensável para a definição do valor da matéria-prima fornecida pelos agricultores. A usina Estreliana, em Ribeirão, transferiu essas etapas para técnicos da Associação dos Fornecedores de Cana do Estado (AFCP) desde o início da safra atual. 
 
“A iniciativa é resultado de um convênio experimental entre a AFCP e a usina Estreliana”, conta Alexandre Andrade Lima, presidente da órgão de classe dos canavieiros, que mantêm uma equipe técnica preparada nos setores de pesagem e no laboratório da usina 24 horas por dia. Os resultados têm gerado grande satisfação para os fornecedores de cana e a própria unidade industrial, já que tem estimulando os agricultores a fornecerem sua cana para o local, porque a inovação confere legitimidade para os envolvidos nas etapas da pesagem  e da análise das taxas de açúcar recuperáveis (ATR).
 
A maior parcela da cana processada pela unidade industrial provêm da cana dos produtores independentes na região. Estreliana esmagou 500 mil toneladas na última safra. Andrade Lima, que também preside a União Nordestina dos Produtores de Cana e a Associação dos Plantadores de Cana do Brasil, parabeniza a unidade por sua atitude onde trás maior credibilidade e fortalece toda a cadeia produtiva. Lima aproveita para sugerir que o convênio entre a usina Estreliana e a AFCP seja mantido para a próxima safra, bem como que outras usinas pernambucanas e do Brasil sigam o mesmo exemplo de boas práticas, o que indispensável para todo o setor sucroenergético nacional.  

 

 Fonte: Agrolink com informações de assessoria

Facebook
Twitter
LinkedIn

Aboissa apoia

Fique por dentro das novidades
e melhores oportunidades do
agronegócio – inscreva-se já!

Ásia

Arábia Saudita

Bangladesh

China

Singapura

Coréia do Sul

Emirados Árabes Unidos

Filipinas

Índia

Indonésia

Iraque

Jordânia

Líbano

Malásia

Omã

Qatar

Turquia

Vietnã

Hong Kong

América

Argentina

Bolívia

Brasil

Canadá

Chile

Colômbia

Equador

Estados Unidos

Guatemala

Ilhas Virgens Britânicas

México

Nicarágua

Panamá

Paraguai

Perú

Uruguai

Suriname

Venezuela

República Dominicana

Costa Rica

Cuba

África

África do Sul

Argélia

Camarões

Costa do Marfim

Egito

Libéria

Marrocos

Serra Leoa

Sudão

Quênia

Tunísia

Ilhas Maurício

Europa

Albânia

Alemanha

Bélgica

Bulgária

Espanha

Finlândia

França

Inglaterra

Italia

Lituânia

Polônia

Portugal

Rússia

Turquia

Sérvia

Suécia

Suíça

Ucrânia

Chipre

Estônia

Irlanda

Romênia

Oceania

Austrália

Nova Zelândia

Solicite uma cotação!

Preencha o formulário e obtenha atendimento para suas necessidades comerciais.
Nossos especialistas estão prontos para oferecer soluções personalizadas.

*No momento não estamos trabalhando com intermediários.

Ao informar meus dados, eu concordo com a Política de Privacidade.