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Preços altos do trigo vieram para ficar: entenda as consequências

Os preços das matérias-primas dos moinhos, não apenas do trigo, mas de todos os demais insumos, subiram muito neste ano e estes aumentos parecem ter vindo para ficar. É o que aponta a equipe de analistas da TF Agroeconômica, que projeta um inflação também nos preços das farinhas, “sob pena de quebra”.

“Pelo menos no que se refere ao trigo, as perspectivas são de preços firmes para todo o ano comercial, de modo que os compradores podem desistir do discurso de que ‘os preços irão cair na safra’”, explicam os especialistas. Isso porque está acontecendo justamente o contrário, já ultrapassaram os preços da safra velha tanto no Rio Grande do Sul quanto no Paraná, e tem grande chance de continuar subindo tão logo se esgote o trigo nacional, passando os moinhos a se abastecerem de trigo importado, cujos preços estão acima de R$ 1.700,00/tonelada CIF.

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“Então, voltamos a dizer que, mesmo que seu preço médio de compra de trigo seja menor, a prudência administrativa manda que seus cálculos para estabelecer o preço das farinhas sejam feitos pelos custos de reposição e não pelo preço de aquisição anterior. E estes são consideravelmente maiores e tendem a subir daqui para frente, mesmo que, a curto prazo, possa haver um período em os preços se estabilizem”, recomendam os analistas.

“Acreditamos que os estoques da safra nacional, salvo raras exceções, não deverá ultrapassar o mês de fevereiro, no máximo começo de março, depois do que, os preços serão regidos pela média dos preços importados, que já estão acima de R$ 1.700,00/tonelada CIF”, conclui a TF.


Fonte: Agrolink

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