Faturamento da agropecuária cresce 1,7% acima da inflação

O Valor Bruto da Produção Agropecuária do Paraná (VBP), em 2016, atingiu R$ 88,83 bilhões, o que corresponde a um crescimento real de 1,7% em relação ao ano anterior, quando o alcançado foi de R$ 87,38 bilhões.

Esta é a versão definitiva do faturamento bruto da produção agropecuária paranaense contabilizada pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, e que vai compor a cesta de índices que são utilizados para calcular os repasses do governo do Estado ao Fundo de Participação dos Municípios, referente ao ICMS no ano que vem.

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Citros/Cepea: Alta das temperaturas favorece procura e cotações aumentam

O clima mais quente no estado de São Paulo favoreceu a procura por laranja de mesa nos últimos dias. Segundo colaboradores do Cepea, a perspectiva é de que o cenário continue favorável, uma vez que as temperaturas devem seguir elevadas. No entanto, o clima mais seco tem prejudicado a qualidade das frutas em algumas regiões, principalmente onde as chuvas de agosto foram menos intensas, como em Bebedouro.

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Alta de preços no mercado de suínos em São Paulo

O mercado de suínos registrou alta de preços na última esta semana. A menor oferta perante um aumento nas vendas, em função do período do mês, colaborou para este cenário. Nas granjas paulistas, o animal terminado passou de R$74,00/@ para os atuais R$76,00/@, uma valorização de 2,7% em uma semana.

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Soja cai com realização de lucros no fechamento da semana

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (15.09) baixa de 7,25 centavos de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,6875 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 5,75 e 7,25 pontos.

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Entidades informam em nota medidas para escoamento da produção do arroz

Comunicado conjunto de representantes dos produtores e indústrias afirma que serão divulgadas portarias para PEP e Pepro

As entidades que compõem a cadeia produtiva do arroz do Rio Grande do Sul emitiram nesta sexta-feira, 15 de setembro, nota onde informam as ações conjuntas realizadas durante esta semana em Brasília (DF). Os encontros ocorridos na Capital Federal tiveram por objetivo encontrar soluções para as dificuldades pelas quais passa o setor devido a atual conjuntura. Com isso resolveram buscar apoio do governo federal para solucionar problemas que impactam produtores e indústrias.

 
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Clima favorece implantação de lavouras de milho no RS

Com o solo em umidade ideal para a semeadura, segue o plantio do milho no Rio Grande do Sul. Da área total prevista a ser implantada no Estado (731,5 mil ha), estima-se que 34% já foram implantados, contra uma média de 20% para o período. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a totalidade das lavouras de milho se encontra nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. Em determinadas áreas, algumas primeiras plântulas já apresentam sintomas de ataque de pragas, mesmo com aplicação de inseticida nas sementes.

 
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Bloqueio atmosférico traz seca e atrapalha plantio do milho

O início do plantio de milho está sendo dificultado em diversas regiões do Brasil devido a uma estiagem prolongada nas principais regiões produtoras. O meteorologista Luiz Renato Lazinski, do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), aponta que o fenômeno não é comum para esta época do ano.

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ARROZ: os preços mundiais continuam baixando

Em agosto, os preços mundiais continuaram baixando nos principais mercados de exportação, exceto no hemisfério Oeste, onde os preços se mostraram ainda firmes, especialmente nos Estados Unidos. Na Ásia, a queda na Tailândia foi significativamente forte onde as disponibilidades exportáveis tendem a aumentar com a chegada da segunda colheita. No

Paquistão e no Vietnã, também os preços caíram devido à forte competição.

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Exportações de carne bovina têm melhor resultado 4 anos

O Brasil exportou 145.822 toneladas de carne bovina em agosto, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (11.09) pela Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne). Trata-se do melhor resultado do ano, representando aumento de 13,4% na comparação com o mês anterior.

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Preço da soja estabiliza nos EUA

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (07.09) baixa de 2,25 centavos de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,6875 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 1,25 e 2,50 pontos.

 
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Frango/Cepea: Maiores liquidez interna e exportações impulsionam preços da carne

Os preços da carne de frango subiram nesses primeiros dias de setembro, após cinco meses consecutivos de queda. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário está atrelado ao maior ritmo de comercialização no mercado interno e aos bons resultados das exportações em agosto, que atingiram recorde para o mês em toda a série histórica da Secex, de 382,7 mil toneladas, alta de 8% frente a julho e de 16,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

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Ovos/Cepea: Oferta elevada mantém pressão sobre valores

Apesar do período de início de mês, quando o consumo tende a aumentar, a oferta de ovos segue elevada, pressionando os valores em algumas praças acompanhadas pelo Cepea. Segundo colaboradores, a entrada de ovos do tipo caipira no mercado tem aumentado, elevando a competição com os ovos comerciais.

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Preços do milho mais firmes no segundo semestre

O preço do milho ficou firme no mercado interno em função da exportação e das chuvas em meados de agosto, que atrapalharam a colheita da segunda safra em algumas regiões. A exportação foi de 3,30 milhões de toneladas em agosto, até a terceira semana, o equivalente a 235,86 mil toneladas por dia (MDIC). A média diária foi de 235,86 mil toneladas, 113,2% maior que a média embarcada por dia em julho. Na comparação com agosto de 2016, o volume exportado diariamente aumentou 111,5%.

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Crescem negócios na Expointer 2017

A 40ª edição da Expointer fechou esse ano com R$ 2,035 milhões em negócios, o que significou um  aumento de 6% sobre os números da feira do ano passado. Com público de 382,6 mil entre visitantes e participantes, o maior evento de agropecuária da América Latina teve seus resultados divulgados pelo governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori.

O setor de máquinas e implementos agrícolas comercializou R$ 1,923 bilhão na edição deste ano, o que marcou um aumento de 0,75% em relação a 2016. Esse é o segmento que tradicionalmente registra os maiores números de faturamento no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

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Uso de defensivo biológico deve alcançar 15 milhões de hectares tratados no Brasil

O mercado de controle biológico está vivenciando sua quarta revolução e o Brasil é um dos líderes dessa etapa, ao atender grandes culturas em complementação ao uso de defensivos químicos tradicionais. Na visão do pesquisador em Manejo Integrado de Pragas, Alexandre de Sene Pinto, palestrante no evento, a aplicação de defensivos biológicos deve alcançar 15 milhões de hectares tratados no país neste ano, considerando o número total de aplicações de produtos por área coberta. O setor tem crescido, em média, entre 16% e 20% ao ano, disse o consultor durante o Fórum Brasileiro de Defensivos, promovido pela ABC Bio – Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico e pela Informa Agro, em São Paulo, nesta quarta-feira (30).

 
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Brasil precisa investir em infraestrutura para aproveitar potencial hidroviário, afirma diretor da SNA

As hidrovias são uma alternativa promissora para o setor de logística no Brasil. Porém, é preciso investir em infraestrutura. É o que afirma Marcio Sette Fortes, diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA).

Baseado em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e de outras fontes, o diretor da SNA disse que a participação de hidrovias na matriz de transporte de cargas (agronegócio, minério, etc.) está em torno de 4%. Já em relação ao modal rodoviário, esse percentual é de 58%.

 
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