Lançamento da Tecnologia Nano-X no Brasil e Paraguai

Uma nova geração de fertilizantes foliares está sendo apresentada pela MicroXisto na safra 2016/2017. A tecnologia Nano-X é uma das primeiras a incorporar os benefícios da Nanotecnologia aos fertilizantes foliares. 

A empresa, que foi eleita a 8ª melhor do setor de fertilizantes pela Revista Globo Rural, destacando-se no Ranking das 500 maiores empresas do Agronegócio no Brasil, percorreu vários estados Brasileiros e regiões do Paraguai para apresentar a agricultores selecionados, os primeiros produtos dessa nova Tecnologia, o Microxisto Complex e o S-Max.

Segundo Diego Pires, Supervisor de Tecnologia e Desenvolvimento da empresa “Antes do lançamento oficial da Tecnologia NanoX conduzimos trabalhos por mais de três anos, em diversas instituições de pesquisa do Brasil e também em áreas comerciais de todas as regiões de atuação, para definir o melhor posicionamento dos produtos. Tivemos que partir do zero, gerando o máximo de informações, por se tratar de algo novo no segmento de fertilizantes foliares. Fomos presenteados com excelentes resultados e grande interesse na tecnologia, por parte dos pesquisadores e produtores”.

“Nosso objetivo com estes eventos de Lançamento foi apresentar diretamente para os agricultores os benefícios e os surpreendentes resultados do S-Max e Complex” nas principais culturas testadas, explica Cezar Farias, Supervisor de Marketing da empresa. “A MicroXisto foi pioneira no desenvolvimento de fertilizantes com Extrato de Xisto e agora inova mais uma vez ao trazer o potencial da nanotecnologia para as lavouras de alta produtividade. É preciso que o agricultor entenda as vantagens que vai conseguir obter com a tecnologia Nano-X”, completa.

A empresa já vem desenvolvendo novos produtos complementares a linha Nano-X, segundo Juliano Busato diretor Comercial “Vamos seguir trazendo novas soluções, desenvolvidas através de inovação e tecnologia, que permitam sempre agregar qualidade, produtividade e bons resultados ao produtor, que pode esperar em breve novidades na linha Nano-X”.

Os dois primeiros produtos da linha Nano-X são o Complex e o S-Max. 

Complex

O Complex fornece um complexo de nutrientes essenciais à maioria das plantas: Manganês (Mn), Zinco (Zn), Molibdênio (Mo) e Enxofre (S). Em uma formulação inovadora, agrega o benefício dos nutrientes, maior facilidade de aplicação e rápida resposta às culturas, principalmente à Soja Transgênica.

A presença de ácidos húmicos de baixo peso molecular na formulação exclusiva, gera ganhos adicionais, proporcionando por exemplo um melhor aproveitamento de nutrientes como Nitrogênio (N) e Potássio (K), se estes estiverem disponíveis no solo. 

A principal função do Complex é garantir uma nutrição complementar adequada à lavoura.

S-Max

O S-Max é uma fonte complementar de Enxofre (S) para as plantas, melhorando a produtividade e qualidade dos grãos. Sua formulação em Nanopartículas permite que sua dissolução em água seja muito mais rápida e eficiente, diminuindo os riscos de entupimento e reatividade de tanque.  Além de auxiliar na nutrição das culturas, ainda temos benefícios secundários do Enxofre, destacando o efeito inseto repelente e efeito fungistático. Resultados de pesquisa com S-Max demonstraram maior mobilidade de fungicidas e melhor controle de doenças fúngicas. 

Confira algumas fotos dos eventos. 


 

Agrolink com informações de assessoria
 
 
 
 Fonte: Agrolink

Soja fecha semana em alta nos EUA Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (09.09) alta de 3,50 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,8025 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 3,75 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 3,50 centavos de Dólar.

O mercado norte-americano da soja fechou a semana com ganhos nas principais cotações dos futuros, resultado da baixa do Dólar e demanda aquecida. Os traders ainda trabalharam com a expectativa de queda nos estoques dos EUA, que seria divulgada no boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), programado para hoje (12.09). 

 

Fonte: Agrolink

Perspectiva de safra menor nos EUA impulsiona milho Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (08.09) alta de 5,25 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,385 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 5,25 e 6,00 pontos.

O mercado norte-americano do milho registrou sua quinta sessão consecutiva de ganhos nas principais cotações dos futuros, ganhando agora suporte de previsões dando conta de que a safra dos Estados Unidos poderia ser reajusta para baixo. A colheita já iniciou, ameaçada pela previsão de fortes chuvas em diversas regiões produtoras. 

 

Fonte: Agrolink

Preço da soja estabiliza após sequência de altas Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (08.09) alta de 1,25 centavo de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,7625 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 1,50 centavo de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 1,75 centavo de Dólar.

O mercado norte-americano da soja teve uma sessão de estabilidade no campo positivo nas principais cotações dos futuros, após cinco sessões de altas consecutivas. A expectativa é de que o novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a ser divulgado na segunda-feira (12.09) traga uma diminuição nos estoques dos EUA, em função da demanda mundial aquecida.

 

Fonte: Agrolink

Estudo aponta alta no custo de produção de soja no Cerrado e no Sul

O Custo Operacional Efetivo (COE) da soja transgênica nas regiões do Cerrado e do Sul do Brasil, para a safra 2016/17, aumentou no primeiro semestre ante o mesmo período de 2015, segundo cálculos realizados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fungicidas e inseticidas foram muito representativos no custo. No entanto, em algumas regiões, os gastos com herbicidas superaram os com inseticidas, afirmou o Cepea em nota.

Em Sorriso (MT), houve aumento de 11,69 por cento no COE médio do primeiro semestre deste ano frente ao anterior, saindo de 2.301,40 reais/hectare em 2015 para 2.570,54 reais/ha em 2016. Especificamente, os componentes que mais influenciaram os custos operacionais nessa praça, tanto no primeiro semestre de 2016 quanto no de 2015, foram fertilizantes e inseticidas.

Até o final de junho/16, segundo dados do Cepea, 71,7 por cento dos insumos da safra 2016/17 haviam sido comprados, ritmo superior ao observado na temporada anterior, quando 69,2 por cento dos insumos haviam sido adquiridos nessa região mato-grossense.

Analisando-se a região Sul, Carazinho (RS) obteve aumento de 12,5 por cento no custo, indo de 2.048,66 reais/ha nos primeiros seis meses de 2015 para 2.305,36 reais/ha no mesmo período de 2016. Os principais participantes do custo da região foram fertilizantes e fungicidas, sendo este último devido à pressão de ferrugem.

O ritmo de aquisição de insumos na região atingiu níveis iguais nos dois períodos analisados, registrando 33 por cento.

No Paraná, a região de Cascavel apresentou o maior custo médio dentre as praças do Sul do país no primeiro semestre de ambos os anos, ficando em 2.187,85 reais/ha em 2015 e em 2.550,61 reais/ha em 2016.

As compras de insumos estão mais adiantadas neste ano, com 77,5 por cento de insumos comprados até o final de junho, contra 65 por cento no mesmo período de 2015, segundo o estudo.

 

Fonte: Reuters

Mercado do boi gordo se mantém “brigado”

Apesar da melhora nas margens de comercialização das indústrias, os frigoríficos resistem em ofertar preços melhores para a arroba.

Por outro lado, parte dos pecuaristas está retendo a boiada, à espera de preços maiores. Essa briga entre indústria e pecuarista vem mantendo o mercado andando de lado há algum tempo na maioria das regiões pesquisadas pela Scot Consultoria.

Contudo, a oferta de animais terminados está restrita e tem deixado pouco espaço para desvalorizações.

No mercado atacadista de carne com osso, os estoques enxutos e a melhora no escoamento da carne permitiram um reajuste positivo dos preços. Não estão descartadas valorizações.

Para curto e médio prazos a perspectiva é de que a oferta restrita de boiadas e os estoques enxutos de carne no mercado colaborem com preços firmes.

 

Fonte: Scot Consultoria

Na região Norte é época de colher feijão e jambu

A região Norte está encerrando a colheita de cacau e de arroz, e se prepara para iniciar a colheita do feijão. Nesta época do ano também tem destaque a colheita de hortaliças em geral, além de plantios de frutíferas, grãos e mandioca, principalmente. A região, que é geralmente úmida, deve ter as chuvas acentuadas com a chegada da primavera. 

No caso do feijão, o destaque é  para a colheita da espécie caupi. De origem africana, ele também é conhecido como feijão de macassar e, mais popularmente, como feijão-de-corda. “Temos no Pará a região de Bragantina, que é uma área tradicionalmente de cultivo do feijão-caupi”, conta o coordenador técnico da Emater-PA, Paulo Lobato. “É um feijão de consumo regional mas que tem sido bastante exportado”, conta. A feijão-caupi é muito presente na culinária do Norte e Nordeste do país. Ele é o preferido no preparo do baião de dois, prato típico das regiões.  

Na colheita das hortaliças se destacam a couve, cheiro verde (salsa, cebolinha e coentro), alface e o jambu. “A hortaliça mais colhida agora é o jambu. É que com a festa do Círio de Nazaré, em outubro, a demanda por ele é muito grande”, explica Paulo Lobato.

O jambu é muito usado na culinária da Amazônia e é famosa por causar uma leve dormência na boca. O sistema de cultivo é o tradicional, com água, sol e adubo. A hortaliça é vistosa, tem muitas folhas e atinge até 30 centímetros de altura. É usada no preparo de receitas típicas, como o pato com tucupi e o tacacá.

Assistência técnica

Para os agricultores familiares que se preparam para aproveitar o período chuvoso e plantar, Paulo Lobato dá algumas orientações. Entre as quais, destaca a importância acompanhamento de um agente de Assistência Técnica e Extensão Rural, que poderá fazer um diagnóstico da unidade de produção. “É necessário identificar, dentre outras coisas, as potencialidades e limitações da propriedade e, a partir daí, trabalhar junto com a família no planejamento das atividades, identificar inclusive a necessidade de crédito rural”, diz o engenheiro agrônomo.  

“É preciso avaliar a capacidade de mão de obra da família, as condições de produção, o mercado para os produtos já trabalhados e para os que se deseja trabalhar, condições de escoamento da produção e a capacidade de endividamento da família, caso tenha de acessar um financiamento via Pronaf”, acrescenta.

Ele diz que é preciso que o preparo do solo seja feito logo nas primeiras chuvas, para evitar o excesso de umidade, que torna o solo mais “pesado”, aumentando o consumo de combustível do trator, além de comprometer a qualidade do trabalho. “Para os solos mais argilosos, deve-se trabalhar na camada mais superficial, apenas para revolver a terra e facilitar o plantio, principalmente no caso do arroz de várzea”, destaca.  “No caso de solos muito ácidos, deve-se incorporar o calcário por ocasião da aração e gradagem, de modo a minimizar custos e favorecer de neutralização da acidez”, explica Paulo Lobato.

 

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Colheita de café dos cooperados da Cooxupé atinge 94,25% da área total

A Cooxupé, maior cooperativa de café arábica do Brasil, informou em relatório nesta terça-feira que a colheita de seus cooperados alcançou 94,25 por cento da área total na semana encerrada em 2 de setembro, ante 89 por cento colhidos no mesmo período no ano passado.

Na semana anterior, os produtores cooperados haviam colhido 91,38 por cento da área total da safra.

Com a colheita praticamente encerrada, os produtores voltam suas atenções para o desenvolvimento das plantas rumo à colheita do ano que vem.

Dirigentes da Cooxupé disseram recentemente que as geadas de julho e o tempo seco que atingiu os cafezais de Minas Gerais reduzirão de forma acentuada a safra do ano que vem do Estado, cujas lavouras produzirão menos também pelo fato de 2017 ser o período de baixa do ciclo bianual do arábica.

Na semana passada, já havia registros de floradas precoces no Sul de Minas Gerais, as quais poderão formar os primeiros frutos a amadurecerem para a colheita de 2017.

 

Fonte: Reuters

Propostas para baixar ICMS do leite não avançam em Mato Grosso do Sul

Dois meses após a cadeia produtiva do leite ser anunciada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) como a próxima a receber novo modelo de incentivo fiscal no Estado, a exemplo do que ocorreu com a avicultura e a agricultura irrigada, as propostas para o setor ainda permanecem no âmbito dos estudos e discussões entre representantes dos produtores rurais, Câmara Técnica do Leite e técnicos da Secretaria de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf).

De acordo com o secretário Fernando Lamas (Sepaf), o principal impasse é como definir mecanismos de incentivo à produção de leite no Estado, já que a atividade arrecada pouco e ainda é considerada um setor com grande complexidade de mercado local e nacional.

“O grande problema é que hoje, o que o Governo do Estado arrecada com leite, considerando o volume da nossa produção, é muito baixo. Então nós estamos pensando em mecanismos que possam efetivamente estimular. Então o que o Governo tem feito? Por exemplo, tem uma indústria de leite longa vida sendo implantada em Jateí; então o Governo está incentivando essa indústria. Os incentivos, até o momento, estão mais voltados para a área industrial. A questão de produção, nós ainda não encontramos uma definição”, reconheceu.

Ainda conforme o titular da Sepaf, o projeto para o setor vem sendo construído, mas se o impacto for pequeno, não motiva o produtor a participar. “Nós precisamos criar um mecanismo que incentiva e sabemos, ou temos informações oficiosas, que às vezes sai muito leite do Estado de forma que não recolhe o tributo. Então também estamos atentos a isso”, alertou. Por enquanto, ainda não há prazo definido para conclusão dos estudos.

Fonte: Correio do Estado

Mesmo com preço do milho caro, comercialização do grão chega a 68%

Com o preço do milho safrinha custando R$ 31,94 a saca de 60 kg, a comercialização do grão chegou a 68% em 29 de agosto, índice maior do que o mesmo período do ano passado, quando os produtores haviam negociado 58% da produção de 2º safra.

De acordo com a gestora do Departamento Econômico do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Adriana Mascarenhas, a demanda interna e externa continuam aquecidas, fazendo com que o preço do milho se mantenha alto em relação ao ano passado. "Outro fator é a redução de produtividade na safra americana, fazendo com que a safra de milho brasileiro ganhe destaque", alega.

Conforme dados da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja), no dia 23 de agosto a colheita chegou a 71,3% da área plantada, sendo finalizada em Coxim, Pedro Gomes e Sonora. Com isso, há uma maior oferta de matéria prima e uma leve retração de preço, segundo a gestora. "Mesmo com o fim da colheita, acreditamos que o preço deve se mantenha neste patamar", afirma.

Preços – No dia 2 de setembro, o preço da saca de milho de 60 quilos estava em média R$ 31,94. Neste mesmo período em 2015, o grão estava sendo comercializado a R$ 20,80.

A demanda interna e externa cresceu e o volume de exportação aumentou, fazendo com que o preço do milho custasse em abril R$ 43,48. "A procura pela grão era tanta que chegou a faltar produto no mercado interno. A colheita iniciou e os preços foram caindo, mas deve ficar em torno de R$ 30 a saca", comenta Adriana.

Fonte: Campo Grande News

 

Com setor de ‘pets’ saturado, mercado de carnes paga R$7 mil para veterinários iniciantes

O mercado de saúde animal no Paraná envolve aproximadamente 10 mil veterinários e 24 cursos de graduação, que formam cerca de 900 novos profissionais todos os anos.

Apesar de o estado figurar como um dos principais polos de produção agropecuária do país, com destaque para a proteína animal, apenas 30% dos veterinários paranaenses atuam neste segmento. Para a maioria que sai das faculdades (na faixa de 75%), a preferência ainda é pelo atendimento aos “pets”.

Esta foi uma das conclusões a que chegou uma pesquisa encomendada pelo Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná (Sindivet-PR) e que foi apresentada nesta segunda-feira (5), em Curitiba, em um encontro com diversas lideranças do setor.

De acordo com o estudo, o perfil dos profissionais é bastante equilibrado entre homens e mulheres, com uma tendência maior ao público feminino entre os mais jovens. É esta mesma harmonia, aliás, que o mercado busca em relação às especialidades.

“Há espaço no ramo dos pets, mas discutimos aqui a importância da especialização e da capacitação para atuar nesta área”, afirma a socióloga Liora Gandelman, que coordenou a pesquisa. “Enquanto isso, há outras atividades, como no agronegócio, com excelentes oportunidades e renda superior que não estão sendo aproveitadas”, salienta. No caso da agropecuária, o rendimento médio mensal para quem está começando é superior a R$ 7 mil.

Isto diante de um cenário preocupante de desemprego, que atinge 9% dos médicos veterinários em todo estado, sendo que, do total, pelo menos 3% já desistiram da profissão. Uma das razões é a saturação em determinados segmentos, como o dos pets, mas, na avaliação do presidente do Sindivet-PR, Cezar Pasqualin, falta também integração entre mercado e universidades. “Atualmente eles não se conversam, o que é um erro”, diz Pasqualin. “Isso tem que começar antes mesmo da faculdade, no colégio, com as feiras de profissão. É preciso falar sobre renda, mercado, utilidade profissional”, completa. 

 

Fonte: Gazeta do Povo (AgroGP)

Mesmo com preço do milho caro, comercialização do grão chega a 68%

Com o preço do milho safrinha custando R$ 31,94 a saca de 60 kg, a comercialização do grão chegou a 68% em 29 de agosto, índice maior do que o mesmo período do ano passado, quando os produtores haviam negociado 58% da produção de 2º safra.

De acordo com a gestora do Departamento Econômico do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Adriana Mascarenhas, a demanda interna e externa continuam aquecidas, fazendo com que o preço do milho se mantenha alto em relação ao ano passado. "Outro fator é a redução de produtividade na safra americana, fazendo com que a safra de milho brasileiro ganhe destaque", alega.

Conforme dados da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja), no dia 23 de agosto a colheita chegou a 71,3% da área plantada, sendo finalizada em Coxim, Pedro Gomes e Sonora. Com isso, há uma maior oferta de matéria prima e uma leve retração de preço, segundo a gestora. "Mesmo com o fim da colheita, acreditamos que o preço deve se mantenha neste patamar", afirma.

Preços – No dia 2 de setembro, o preço da saca de milho de 60 quilos estava em média R$ 31,94. Neste mesmo período em 2015, o grão estava sendo comercializado a R$ 20,80.

A demanda interna e externa cresceu e o volume de exportação aumentou, fazendo com que o preço do milho custasse em abril R$ 43,48. "A procura pela grão era tanta que chegou a faltar produto no mercado interno. A colheita iniciou e os preços foram caindo, mas deve ficar em torno de R$ 30 a saca", comenta Adriana.

 

Fonte: Campo Grande News

Milho sobe com projeções de safra menor que a esperada Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (02.09) alta de 4,75 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,285 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com valorizações entre 3,75 e 5,50 pontos.

Seguindo o viés de alta das commodities em Setembro, o mercado norte-americano do milho fechou a semana com uma sessão de ganhos nas principais cotações dos futuros. O suporte veio com projeções independentes e privadas divulgando expectativas de uma safra menor que a apontada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

 

Fonte: Agrolink

Dólar baixo sustenta preço da soja Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (02.09) alta de 8,75 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,525 por bushel. O contrato de Janeiro/17 subiu 8,50 centavos de Dólar – a mesma valorização do vencimento de Março/17.

O mercado norte-americano da soja abriu o mês de Setembro com ganhos nas principais cotações dos futuros, mantendo uma tendência já registrada na sessão anterior. A baixa do Dólar deixou a oleaginosa dos Estados Unidos mais atrativa para os compradores internacionais, enquanto outros fornecedores, entre eles o Brasil, atravessam momentos de incertezas.

 

Fonte: Agrolink

Mercado mundial do trigo mudou significativamente

Na avaliação do analista sênior da Consultoria Trigo & Farinhas, Luiz Carlos Pacheco, houve significativas mudanças no mercado mundial do trigo. O especialista aponta que surgiram novos fundamentos para a temporada 2016/17: 

1. A Rússia e não os EUA são os maiores exportadores mundiais de trigo: na safra 2000/01 os EUA detinham 32% de share no mercado mundial de trigo e a Rússia apenas 4%, mas ela fez um programa para aumentar sua participação até 2020/21 que, já em 2015/16, atingiu o seu objetivo: hoje a Rússia detém 16% do mercado mundial de trigo, contra 13% dos EUA. Se forem adicionados os países do Mar Negro (Ucrânia e Romênia), esta região detém um total de 31%, o mesmo que os EUA detinham nos anos 90, tornando-a a mais importante a ser considerada no mercado mundial.

2. A Rússia é que faz os preços do trigo no mundo, não mais Chicago: Com seu poder de penetração nos principais mercados mundiais a Rússia determina os preços vencedores das grandes licitações, impondo o seu preço (ao redor de US$ 162/t FOB nesta sexta-feira) como base das negociações no mercado mundial. A primeira consequência disto é o aumento dos estoques de trigo americano (de 16MT para 20,5MT e depois para 27MT nas três últimas safras), por falta de competitividade e escoamento de exportação e consequente queda das cotações em Chicago e Kansas City a níveis mais baixos do que há 10 anos.

3. A força do Mar Negro, porém, fica reduzida aos meses entre julho e dezembro, quando congela o Mar de Azov, por onde são escoadas as suas exportações. Entre dezembro e março e até junho, quando termina a colheita russa de inverno, abre-se espaço para outros exportadores mundiais que tenham igual qualidade e competitividade.

4. A Argentina se encaixa no período pós Mar Negro e deverá encontrar escoamento para boa parte do seu excedente para fora do Mercosul nesta temporada. Isto significa que os seus preços não deverão cair tanto quanto se espera. O problema é que, quando “saiu” do mercado internacional há 12 anos a Argentina tinha apenas 3-4 concorrentes e agora são 18 os países exportadores.

5. O principal condutor dos preços da temporada 2016/17 será a qualidade, já que houve deterioração deste ítem nas safras do trigo hard dos EUA e nas de trigo soft da França, Alemanha e parte da safra da Rússia. Se, por um lado, haverá mais trigo físico no Mundo, por outro haverá menos trigo de alta proteína disponível. Como consequência, aumenta o prêmio por qualidade (a diferença entre os prêmios de trigo hard e soft no Golfo já é de 50 cents/bushel) para quem pode fornecê-la. Embora ela não tenha a mesma força dos estoques, será um fator determinante na alta dos preços nesta temporada.

6. Entre 2013/14 e 2015/16 a produção mundial cresceu 3,6% e o consumo 4,7%, isto é, o consumo está crescendo mais do que a produção por razões demográficas e também estimulado pelos baixos preços. Qualquer anúncio de redução na oferta ou de área plantada devido aos preços baixos poderá ser fator de alta imediata.

7. A França deixará de exportar 9 milhões de toneladas nesta temporada, devido à forte queda de produção e de qualidade da sua safra, mas a maneira como será feita a sua substituição junto aos mercados que lhe são tradicionais não está ainda bem definida, nem será pacífica e este poderá ser um fator de alta nos preços a curto e médio prazos, porque a concorrência em 2016/17 será feroz! 
 

 

Agrolink

Sistema de Intercooperação garante mais renda para cooperativas do PR

“O cooperativismo no Paraná é caracterizado pela união dos produtores, para ganharmos escala. A soma de esforços faz a diferença”, afirma o presidente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Renato Greidanus, sobre o modelo de negócios inédito iniciado pela cooperativa em 2012. O Sistema de Intercooperação, formado pelas cooperativas da região dos Campos Gerais Frísia, Castrolanda e Capal, é focado na agroindustrialização e atua de forma conjunta para dar mais segurança ao setor, aumentando os investimentos e diluindo os riscos.

 Ao longo do último ano, o novo sistema inaugurou projetos estratégicos e, apesar da crise na economia brasileira, já trouxe resultados importantes para o setor. Com investimento de mais de R$ 250 milhões e empregando mais de mil pessoas, a Unidade Industrial de Carnes (UIC), que produz a marca Alegra Foods, processa 2,5 mil suínos por dia e duas mil toneladas de industrializados por mês. Para atender a indústria, mais de 2.500 famílias ligadas ao agronegócio estão envolvidas, das quais 120 estão inseridas na cadeia suinícola da região. “Com novas parcerias e trabalhando de forma conjunta, é possível neutralizar a concorrência e mesmo em pouco tempo já sentimos diferença nos resultados”, afirma Greidanus.

Outro projeto resultante do trabalho de intercooperação é o Moinho de Trigo, que industrializa a farinha Herança Holandesa. Com apenas dois anos de existência, alcançou inéditas 10.214 toneladas de produção e 10.441 toneladas de carregamento, capacidade total da fábrica.

Na produção de leite, 1.º atividade desenvolvida pelo sistema de intercooperação, os resultados alcançados demonstram as vantagens do investimento coletivo. De acordo com Greidanus, a captação diária de leite do cooperador da Frísia era de 200 mil litros/dia em 2013 e chegou a 500 mil litros/dia após a implementação do novo modelo de negócio. “Nosso cooperado tem a possibilidade de participar dos resultados dentro e fora da porteira. Investimos na diversificação das atividades e focamos na industrialização para fugir das surpresas do mercado e garantir mais lucro aos produtores”, explica Greidanus.

Para o presidente, mesmo com a economia brasileira passando por um momento delicado, com queda no investimento, a cooperativa continua crescendo. Em 2015, a Frísia apresentou faturamento bruto de R$ 1,9 bilhão. Para este ano, a expectativa é de, ao menos, R$ 2,2 bilhões. “Temos um planejamento estratégico que a cada ano é retroalimentado e esperamos que a Frísia continue sendo referência no agronegócio”.

 

Fonte: Gazeta do Povo