Depois das quedas, preço do suíno teve ligeira recuperação

Nas granjas paulistas o mercado de suínos teve ligeira recuperação na última semana. A arroba do suíno terminado está cotada, em média, em R$77,00, alta de 1,3% no período.

Alguns produtores mostraram certa retração nas ofertas, o que acabou gerando as adequações nos preços.

No entanto, os volumes vendidos no atacado não avançaram em nenhum momento este mês, mesmo estando na primeira quinzena, onde comumente observamos maior movimentação no mercado.

A carcaça especial permaneceu cotada em R$6,00/kg.

A boa notícia fica para as recentes reduções no preço do milho, principal insumo utilizado na alimentação, que melhorou o poder de compra do suinocultor no período. Atualmente, em Campinas-SP é possível comprar 6,08 quilos de milho com um quilo de suíno, melhora de 6,3% em relação à semana passada.

No curto prazo não são esperadas alterações positivas nos preços no mercado de suínos, visto a pouca demanda interna pelo produto.

 

 

Fonte: Scot Consultoria

Soja/Cepea: Oferta reduzida sustenta cotações no BR

Com a finalização do vazio sanitário da soja em diversos estados produtores, as atenções se voltam ao cultivo da oleaginosa. De acordo com colaboradores do Cepea, se o clima continuar favorável, com umidade do solo suficiente, os trabalhos devem começar a ganhar força.

A oferta de soja no mercado doméstico, por sua vez, ainda é considerada restrita. A baixa disponibilidade e a valorização do dólar frente ao Real sustentaram as cotações do grão nos últimos dias. Entre 9 e 16 de setembro, a média ponderada da soja no Paraná, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, caiu ligeiro 0,18%, praticamente estável, a R$ 77,12/saca 60 kg na sexta, 16.

 

Fonte: Cepea

Garantia-Safra é liberado para mais de 117,5 mil agricultores de Minas e do Ceará

O Garantia-Safra começa a ser pago na próxima segunda-feira (19) para 117.594 agricultores familiares de 77 municípios dos estados de Minas Gerais e do Ceará. O pagamento é referente à safra 2015/2016 e será concedido ao agricultor familiar que aderiu ao programa e teve perdas comprovadas de pelo menos 50% da lavoura, por causa da estiagem. A autorização para os pagamentos foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (16).

Coordenado pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), o Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) voltada aos agricultores familiares da região Nordeste, do norte do estado de Minas Gerais, Vale do Mucuri, Vale do Jequitinhonha e norte do estado do Espírito Santo ? área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

O agricultor familiar Adão Fábio de Oliveira, 33, paga o Garantia-Safra desde 2012. Ele cultiva milho e feijão para alimentação de sua família em uma área de 1,5 hectares. A sua propriedade fica dentro do Assentamento Novo Campo, na Fazenda Monte Alegre, no município de Banabuiú, no Ceará. Há cinco anos, a região sofre com a estiagem e está dentro da área que tem direito ao seguro. “A situação está muito difícil com seca, desde 2012 não tenho colhido nada”, conta.

Segundo Oliveira, quase todos os 19 agricultores do assentamento aderiram ao Garantia-Safra.  “Esse dinheiro dá uma ajuda na situação financeira para manter a família”, afirma.

Antes do plantio

A coordenadora geral do Garantia-Safra na SAF/Sead, Dione Freitas, explica que a adesão ao seguro deve ser feita antes de iniciar o plantio. “O agricultor familiar deve fazer a inscrição ao Garantia-Safra no escritório local de assistência técnica ou no sindicato de trabalhadores rurais. Após o período de inscrição, o conselho municipal analisa se os agricultores inscritos têm perfil para participar do programa e faz a homologação da lista de inscritos, cabendo à prefeitura, através do Sistema Garantia-Safra, gerar, imprimir e distribuir os boletos, no valor de R$ 17,00, para os agricultores fazerem a adesão”. 

Dione estima que, devido à seca, 70% dos agricultores familiares que pagaram o Garantia-Safra tenham direito a receber o benefício no valor total de R$ 850. “O valor é pago em cinco parcelas de R$ 170. Cada parcela fica disponível por até 120 dias para ser sacada, depois são devolvidas o fundo do Garantia-Safra”, ressalta.

O pagamento do Garantia-Safra é realizado por meio de um cartão com Número de Identificação Social (NIS) emitido pela Caixa Econômica Federal (CEF). Beneficiários do Bolsa-Família usam o mesmo cartão do programa. O pagamento pode ser retirado nas agências da  CEF ou nas lotéricas.
 
Culturas cobertas pelo garantia-safra: Feijão, arroz, mandioca, algodão, milho, arroz e ou culturas definidas pelo Fundo Garantia-Safra.

Confira os municípios contemplados

Minas Gerais:

Buritizeiro, Fruta de Leite, Ibiracatu e São João do Pacuí.

Ceará:

Acopiara, Aiuaba, Altaneira, Antonina do Norte, Apuiarés, Aracati, Aracoiaba, Araripe, Assaré, Baixio, Banabuiú, Barbalha, Beberibe, Boa Viagem, Brejo Santo, Capistrano, Caririaçu, Cariús, Carnaubal, Cascavel, Caucaia, Choró, Chorozinho, Crateús, Crato, Croatá, Deputado Irapuan Pinheiro, Ererê, Farias Brito, Fortim, Horizonte, Ibaretama, Ibicuitinga, Icapuí, Icó, Iguatu, Iracema, Itaiçaba, Itapiúna, Jaguaribara, Jaguaribe, Jaguaruana, Jardim, Juazeiro do Norte, Jucás, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Mauriti, Milhã, Missão Velha, Mombaça, Nova Olinda, Pacatuba, Palhano, Pedra Branca, Penaforte, Pentecoste, Pereiro, Piquet Carneiro, Porteiras, Quixelô, Quixeramobim, Quixeré, Russas, Saboeiro, Salitre, Santana do Cariri, Senador Pompeu, Solonópole, Tabuleiro do Norte, Tarrafas,  Tauá e Varjota.

 

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Brasil vai vender carne para a Malásia

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou um acordo comercial para exportar carne bovina, suína e de frango para a Malásia.

Ele que disse uma equipe de técnicos do país virá ao Brasil dentro de 60 dias para inspecionar frigoríficos. Desde o começo de setembro, o ministro está em missão oficial a sete países da Ásia para ampliar as exportações do agronegócio. Blairo Maggi se encontrou com o ministro da Agricultura e da Agroindústria da Malásia, Ahmad Shabery bin Cheek

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Syngenta lança Fortenza Duo para tratamento de sementes de milho na Argentina

A multinacional de agroquímicos Syngenta anunciou o lançamento na Argentina do inseticida Fortenza Duo para tratamento de sementes de milho. Trata-se de uma combinação entre os inseticidas complementares Cruiser® 60 e Fortenza® com o objetivo de assegurar maior espectro de controle das pragas.

De acordo com a fabricante, o produto tem um inovador modo de ação, contribuindo para preservar a efetividade da tecnologia Agrisure Viptera por mais tempo. Na apresentação, o líder de Marketing para Seedcare na Syngenta Argentina, Leandro Barcos, esteve ao lado do Dr. Julio Fatoretto, gerente de Manejo de Resistência de Insetos da Syngenta na América Latina.

Os executivos apresentaram resultados de um estudo completo demonstrando que o Fortenza Duo é efetivo no controle de todos os insetos que afetam o milho – de solo, chupadores e lepidópteros. De acordo com eles, o produto oferece uma “completa proteção ao milho durante os primeiros estádios do cultivo, assegurando um estande de plantas homogêneo”. 

“A indústria sementeira tem que contribuir para garatir a sustentabilidade dos modelos produtivos atuais. A integração das tecnologias Fortenza Duo e Agrisure Viptera contribui para um modelo produtivo mais sustentável a longo prazo”, afirmou Dr. Fatoretto. O lançamento será respaldado por um programa de monitoramento coordenado pelo Seedcare Institute da Syngenta, com a participação dos melhores entomólogos do país vizinho.

“O lançamento do Fortenza Duo na Argentina reafirma a liderança da Syngenta no mercado de tratamento de sementes, além de ressaltar o compromisso da Syngenta em oferecer soluções integradas sustentáveis aos seus clientes” afirmou Carlos Becco, responsável Comercial de Seedcare da Syngenta.

 

Fonte: Agrolink

Inflação no preço do Imidacloprido é de 8,5% em 12 meses

A média de preços do Imidacloprido para importação situa-se em US$ 35,7/Kg, o que representa uma inflação de 8,5% nos valores pagos pelo produto técnico na comparação entre junho de 2016 com o mesmo período do ano passado. O levantamento foi apresentado pelo Portal Global Agrochemicals. 

O aumento de preços ocorreu ao mesmo tempo em que houve um aumento do volume importado: de janeiro a junho deste ano, as indústrias de defensivos agrícolas no Brasil compraram mais de 2.100 toneladas do produto. Isso significa que em apenas em seis meses as importações já atingiram 80% do total embarcado para o País em 2015. 

De acordo com o estudo, a expansão ocorre pelo fato da demanda por Imidacloprido estar cada vez maior no mercado internacional, em vista da grande eficiência deste inseticida neonicotinóide de ação sistêmica nas culturas do algodão, arroz, batata, cana, citros, feijão, fumo, milho, soja, tomate e trigo – entre outras. “Aprovado em mais de 120 países e para diversas culturas, o Imidacloprido possui amplo espectro de ação e controla tanto insetos sugadores, como moscas brancas, cochonilhas, pulgões, tripes e também cupins”, afirma o Global Agrochemicals.

O Brasil vem importando cada vez mais deste ingrediente ativo a cada ano, sendo que apenas no ano passado cresceu 100% em relação a 2014 e atingiu mais de 2.600 toneladas importadas. O maior movimento de compras foi observado a partir do segundo semestre de 2015, período que concentrou 87% da importação. 

O principal país fornecedor do produto técnico foi a Índia, com aproximadamente 45% das entradas, seguida pela China (27%) e Alemanha (27%).

 Fonte: Agrolink

Soja fecha a semana em forte alta Análise Agrolink

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (16.09) alta de 15,50 centavos de Dólar no contrato de Novembro/16, fechando em US$ 9,66 por bushel. O contrato de Janeiro/17 também subiu 15,50 centavos de Dólar, enquanto o vencimento de Março/17 valorizou 15,00 centavo de Dólar.

O mercado norte-americano da soja registrou mais um dia de ganhos nas principais cotações dos futuros no fechamento da semana passada. Há forte movimento especulativo por conta da chegada de chuvas em meio à finalização da safra 2016/17, com a intenção de que a oleaginosa volte ao patamar de US$ 10 por bushel.

 

Fonte: Agrolink

49ª Expofeira Paraíba Agronegócios começa neste domingo (18)

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, abre, neste domingo (18), a 49ª edição da Expofeira Paraíba Agronegócios 2016, em João Pessoa. A mostra vai até 25 de setembro e deve reunir 15 mil pessoas. A aposta deste ano é o estímulo ao empreendedorismo rural e a inovação no campo. Meta que se reflete na programação e nos parceiros vinculados ao evento, Banco do Nordeste, Senar Paraíba e Sebrae, que na ocasião prestarão atendimento ao público com treinamentos e palestras. Empresas de consultoria e produtos agropecuários, além de revendas e concessionárias também estarão presentes.

O evento vai acontecer no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, no bairro do Cristo Redentor. Durante os oito dias, o parque deverá acolher 1.700 animais de várias raças e estados brasileiros, entre caprinos, ovinos, bovinos e cães.

“O Governo do Estado tem compromisso com a feira agropecuária porque esse é um setor responsável por cerca de 30% do PIB da Paraíba ao longo de toda cadeia. Nesse número, a gente soma não só a produção no campo, mas também a comercialização de insumos, de veículos, tratores e todos os serviços diretamente ligados ao ambiente rural”, explica o secretário Rômulo Montenegro.

Ainda segundo o secretário, a expectativa para 2016 é superar os R$ 10 milhões em negócios do ano anterior. Para alcançar a meta, o evento conta ainda com três leilões entre os dias 22 e 24 de setembro. O primeiro será de caprinos e ovinos, promovidos pela Associação Paraibana dos Criadores de Caprinos e Ovinos (Apacco). No dia 23, será a vez do Leilão de Gado Sindi – Pompeu Borba. Por fim, a Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa) encerra a programação com leilão de gados Gir, Guzerá e Sindi. Um crescimento em relação a 2015, ano de retomada do evento, quando houve apenas um leilão.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa-PB), Mário Borba, essa é uma oportunidade de mostrar à sociedade a importância do setor. “O Brasil já foi dependente da importação de carne, café entre outros itens e hoje é um dos principais exportadores do mundo, um celeiro. Nós também fazemos parte disso. A Paraíba tem um excelente potencial genético de raças caprinas, bovinas, ovinas e esses leilões darão uma mostra disso”, adiantou.

O evento terá entrada gratuita e pretende atingir a população em geral, além dos produtores e trabalhadores rurais, para fortalecer e divulgar a importância do setor agropecuário na Paraíba. Para esse nicho, alguns atrativos são a praça de alimentação e artesanato, que também servirá de palco para uma diversificada programação cultural. Para a abertura do evento, no dia 18, já estão confirmadas seis atrações, entre grupos musicais, folclóricos e teatrais.

Programação - Durante a Paraíba Agronegócios 2016, haverá a IV Exposição Nacional de Cabras Leiteiras, que ocorrerá ao longo dos oito dias do evento, além do IV Campeonato Nordestino do Cavalo Mangalarga Marchador, entre os dias 22 e 24 de setembro. A Paraíba Agronegócios 2016 também vai sediar III Copa Paraíba – Competição de Cães Agility, cujas apresentações já começam no dia 18 de setembro.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural da Paraíba vai oferecer palestras sobre apicultura, inseminação artificial de bovinos e manejo de solo. Além de orientação sobre o programa Negócio Certo Rural. Entre as atividades propostas pelo Sebrae estão palestras sobre Crédito Rural, cooperativismo e o uso e softwares na gestão de propriedades leiteiras.

Serviço:

O que: Expofeira Paraíba Agronegócios 2016

Quando: 18 a 25 de setembro

Onde: Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo – Cristo (João Pessoa/PB)

Quem: Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca da Paraíba (Sedap-PB), em parceria com Faepa/Senar-PB, Sebrae, Banco do Nordeste do Brasil.

Fonte: Paraíba Tota

Preço do milho cai nos EUA Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (15.09) baixa de 1,75 centavo de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,30 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 1,75 e 2,50 pontos.

O mercado norte-americano do milho devolveu, na sessão de ontem, os ganhos que havia obtido no dia anterior nas principais cotações dos futuros. Se na soja os números de exportações deram suporte, o mesmo não ocorreu com o milho, que teve vendas externas fracas na semana encerrada no dia 8 de setembro.

 

Fonte: Agrolink

Syngenta propõe rotação de 6 moléculas para vencer resistência de daninhas

O Portal Agrolink entrevistou com exclusividade o gerente de Produtos de Herbicidas da Syngenta, Francisco Gutierrez. Na pauta está o programa “Lavoura Limpa”, que propõe a rotação de seis princípios ativos para vencer a resistência de plantas daninhas. Confira:

Agrolink: Qual é o objetivo do programa Lavoura Limpa?

Francisco Gutierrez: O programa Lavoura Limpa, que fomenta o manejo correto de ervas que invadem e comprometem as lavouras, foi lançado como um aliado dos agricultores no retorno à plena produtividade, o que reforça um dos principais compromissos assumidos pelo Plano de Agricultura Sustentável da Syngenta, The Good Growth Plan, de aumentar em até 20% a produtividade média das principais culturas do mundo. 

Há cerca de 15 anos, iniciou-se o cultivo da soja resistente ao glifosato no Brasil. Isso fez com que o manejo de plantas daninhas fosse baseado em apenas um ativo: o glifosato. O uso excessivo de glifosato fez com que houvesse uma seleção de plantas daninhas resistentes e tolerantes a este ativo.

Com uma profunda compreensão do cenário que se apresentava, a Syngenta buscou resgatar, com um olhar moderno, as soluções do passado para combater esse problema que prejudica muito os agricultores, adaptou produtos e criou combinações que geraram o conjunto mais forte de ferramentas para esse fim, criando o programa Lavoura Limpa. A proposta de rotação e combinação de ativos trazida pelo programa não tem precedentes no mercado.

Agrolink: Como essa iniciativa contribui para a sustentabilidade na agricultura?

Francisco Gutierrez: Uma vez que o Programa Lavora Limpa foca no manejo correto e na aplicação de boas práticas agrícolas em prol do resgate da produtividade nas lavouras, ele está diretamente conectado à sustentabilidade na agricultura.

Agrolink: Quais são os 6 princípios ativos propostos para rotação, e como funciona esse processo?

Francisco Gutierrez: A recomendação padrão para um manejo adequado de uma infestação é a entrada com Zapp QI 15 dias antes do plantio em aplicação simultânea com o Clethodim; no dia do plantio, uma aplicação de Gramocil, que possui dois princípios ativos distintos, e Dual Gold; em seguida, na chamada fase de pós-emergência, uma aplicação de Zapp Qi simultânea à de Clethodim na etapa de maturação da safra, por fim, uma aplicação de Reglone. Os produtos com ingredientes ativos distintos agem de uma maneira diferente na planta evitando que haja o surgimento de plantas resistentes. O resultado desse sistema é um ganho de até nove sacos sobre o padrão de produtividade do agricultor.

Agrolink: Que resultados são projetados no médio e longo prazo?

Francisco Gutierrez: Com um time dedidcado de Engenheiros Agrônomos no campo, faremos a recomendação correta de acordo com a situação, fazendo com que o produtor tenha sucesso em áreas infestadas de plantas daninhas resistentes ao glifosato. Os times estão sendo muito bem acolhidos pelos produtores, já que essa é uma parceria que trará bons frutos a todos. Com uma proposta técnica forte, vários princípios ativos da Syngenta funcionando em combinação, e sinergia entre os diversos atores no campo, teremos, de fato, lavouras cada vez mais limpas daqui em diante.

 

Fonte: Agrolink

“Bayer e Monsanto têm uma sinergia muito grande”, diz Hirata

O anúncio da compra da Monsanto pela Bayer agitou o agronegócio no mundo inteiro, provocando indagações sobre possíveis reflexos no mercado. Na avaliação do especialista Flávio Hirata, da Consultoria Allier Brasil, “há uma sinergia muito grande entre as empresas. É como se fosse a fome com a vontade de comer: só tem a agregar uma empresa à outra”. 

“A Bayer tem basicamente produtos agroquímicos, esse é o negócio que ela procura desenvolver. Já a Monsanto tem apenas um produto agroquímico, que é o glifosato, e o forte dela é a biotecnologia: sementes, onde ela é a número um. A Bayer não tem o glifosato – ninguém tem um produto similar –, com a mesma eficácia, o mesmo preço e a mesma competitividade do glifosato”, explica ele.

Engenheiro agrônomo atuando há muitos anos no mercado de agroquímicos, Hirata explica que vai ocorrer uma natural concentração no fornecimento de insumos: “Essas consolidações acabam resultando na verticalização total dos elos da cadeia. Desde o suprimento do produto técnico até sementes. Eles têm a fonte da matéria-prima, ou seja, o produto técnico, tem registros, tem distribuição, tem crédito e agora tem semente”.

“Embora elas não tenham ‘overlaping’, ou uma sobreposição de linha de produtos, essa empresa resultante vai concentrar mais força no mercado. Os agricultores ficarão mais dependentes dessas empresas. Porque antes ele comprava semente de um, glifosato de outro, e produtos químicos ele podia escolher entre várias opções. Agora, na medida em que vai verticalizando, as opções diminuem”, observa.

De acordo com o especialista, um fator positiva é a oferta de crédito: “Essas empresas têm e dão crédito, alavancam os produtores. Então é bom de uma certa forma. No entanto, por outro lado o agricultor vai pegar crédito de quem tem para oferecer – e quem tem são essas empresas grandes”.

Questionado sobre algum possível impacto nos preços ao consumidor, Hirata explica que, no Brasil, o preço está muito atrelado ao Dólar. “As empresas baixaram seus preços em Dólar, porque nos últimos três anos não está fácil o mercado agro. Embora o setor esteja despontando na economia brasileira, não está fácil, porque em várias regiões houve problema de quebra de safra. Então há muito grandes produtores em processo de recuperação judicial. Não posso dizer como estarão os preços em cinco, dez anos. Mas se o Dólar continuar estável, a tendência é manter ou aumentar os preços, porque a concorrência é muito pequena ainda. À medida que a concorrência aumenta, com mais registros de produtos, a tendência dos preços é cair. Se houver uma empresa, é um preço, se tiver 20 empresas, a tendência dos preços é cair”, conclui.

Fonte: Agrolink

 

O campeão de produtividade CESB usa Portfólio BASF

Mais uma vez, o vencedor do Desafio de Máxima Produtividade da Soja safra 2015/2016, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), foi um produtor que usou Orkestra™SC em sua lavoura. O grande campeão da edição da safra 2013/2014, o produtor rural Alexandre Seitz, utilizou Orkestra™SC e obteve uma produtividade de 117,30 sacas por hectare.

Nesta edição, João Carlos da Cruz, da fazenda Lageado – Buri/SP, colheu 120 sacas por hectare. Para chegar a este resultado, ele recebeu o auxílio da BASF, que o apoiou e orientou do início ao fim, além de utilizar o produto desenvolvido por ela.

O CESB recebeu mais de 4.400 inscrições, de 17 estados diferentes, para o Desafio de Máxima Produtividade. Além do produtor João Carlos, o campeão nacional, mais dois vencedores utilizaram o fungicida OrkestraTMSC, o Standak®Top e demais produtos da linha BASF.

O Orkestra™SC é um fungicida indicado no controle de ferrugem-asiática, mancha-alvo, antracnose, mancha-parda e oídio, responsáveis por uma perda de até 10 sacas por hectare na lavoura de soja. Por isso ele, associado a boas práticas agrícolas, contribui para os altos índices de produtividade nas lavouras de soja do Brasil.

 

Fonte: Agrolink

Milho não resiste aos números do USDA Análise Agrolink

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (13.09) baixa de 9,50 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,30 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 9,25 e 10 pontos.

O mercado norte-americano do milho teve um dia de fortes perdas nas principais cotações dos futuros, quando, por fim, sentiu os efeitos do novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Começa também a pressionar os preços o início da colheita em diversas regiões produtoras.

 

 

Fonte: Agrolink

Secretários de Agricultura pedem ao ministro interino mudanças no sistema de inspeção

Dirigentes do Forum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa) e secretários de Agricultura de vários estados se reuniram, nesta terça-feira (13), em Brasília, com o ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Eles entregaram um documento pedindo mudanças no sistema brasileiro de inspeção agropecuária. As sugestões vêm de encontro ao programa Plano Agro+, lançado pelo Ministério da Agricultura no final de agosto, para desburocratizar normas e procedimentos do setor.

Os dirigentes do Fonesa destacaram que a legislação que trata do sistema brasileiro de inspeção é da década de 50 e se encontra, portanto, anacrônica e ineficaz. Entre os pontos de mudança apresentados ao ministro Eumar Novacki, estão a diferenciação entre fiscalização e inspeção dos estabelecimentos agropecuários.

Os secretários de Agricultura argumentam que houve um crescimento muito grande do setor agropecuário e que o estado brasileiro não consegue comportar. O secretário de Agricultura de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, afirmou que, do jeito que a legislação se encontra, o estado está atrapalhando o crescimento do agronegócio por não conseguir atender à demanda do setor. Essa posição foi ratificada por outros secretários presentes à reunião.

Pela sugestão apresenta ao ministro interino, médicos veterinários seriam credenciados a fazer a inspeção, sem que ocorram perdas do controle sanitário. O secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, salientou que o Brasil é um dos poucos países com uma legislação que exige a presença de um veterinário oficial contratado pelo estado para fazer a inspeção em todos os abatedouros. “Basta um funcionário entrar de férias para o sistema não funcionar”, disse.

Segundo ele, o maior interessado em ter seus produtos rigorosamente dentro dos padrões técnicos exigidos é a própria empresa, porque um descuido pode significar o fechamento do mercado. O credenciamento de veterinários para ajudar na fiscalização não tiraria o poder dos auditores fiscais federais agropecuários, já que, pela proposta apresentada, um profissional do Ministério coordenaria o trabalho.

Novacki pediu que o Fonesa designe um interlocutor junto ao Ministério para discutir as mudanças necessárias e as soluções. “Vamos estudar juntos qual a legislação que precisamos atualizar, se é decreto, instrução normativa, portaria, para agirmos rapidamente. Esse assunto está entre as prioridades do ministro Blairo Maggi”, assegurou. Ainda segundo Novacki, a determinação do ministro Blairo Maggi é buscar alternativas que tornem o serviço mais eficiente sem perder a segurança sanitária brasileira, que está entre as melhores do mundo. Novacki lembrou que os Estados Unidos, que são muitos exigentes, acabam de fechar acordo para a compra de carne bovina in natura do Brasil.

 

 

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Secretários de Agricultura pedem ao ministro interino mudanças no sistema de inspeção

Dirigentes do Forum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa) e secretários de Agricultura de vários estados se reuniram, nesta terça-feira (13), em Brasília, com o ministro interino Eumar Novacki (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Eles entregaram um documento pedindo mudanças no sistema brasileiro de inspeção agropecuária. As sugestões vêm de encontro ao programa Plano Agro+, lançado pelo Ministério da Agricultura no final de agosto, para desburocratizar normas e procedimentos do setor.

Os dirigentes do Fonesa destacaram que a legislação que trata do sistema brasileiro de inspeção é da década de 50 e se encontra, portanto, anacrônica e ineficaz. Entre os pontos de mudança apresentados ao ministro Eumar Novacki, estão a diferenciação entre fiscalização e inspeção dos estabelecimentos agropecuários.

Os secretários de Agricultura argumentam que houve um crescimento muito grande do setor agropecuário e que o estado brasileiro não consegue comportar. O secretário de Agricultura de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, afirmou que, do jeito que a legislação se encontra, o estado está atrapalhando o crescimento do agronegócio por não conseguir atender à demanda do setor. Essa posição foi ratificada por outros secretários presentes à reunião.

Pela sugestão apresenta ao ministro interino, médicos veterinários seriam credenciados a fazer a inspeção, sem que ocorram perdas do controle sanitário. O secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, salientou que o Brasil é um dos poucos países com uma legislação que exige a presença de um veterinário oficial contratado pelo estado para fazer a inspeção em todos os abatedouros. “Basta um funcionário entrar de férias para o sistema não funcionar”, disse.

Segundo ele, o maior interessado em ter seus produtos rigorosamente dentro dos padrões técnicos exigidos é a própria empresa, porque um descuido pode significar o fechamento do mercado. O credenciamento de veterinários para ajudar na fiscalização não tiraria o poder dos auditores fiscais federais agropecuários, já que, pela proposta apresentada, um profissional do Ministério coordenaria o trabalho.

Novacki pediu que o Fonesa designe um interlocutor junto ao Ministério para discutir as mudanças necessárias e as soluções. “Vamos estudar juntos qual a legislação que precisamos atualizar, se é decreto, instrução normativa, portaria, para agirmos rapidamente. Esse assunto está entre as prioridades do ministro Blairo Maggi”, assegurou. Ainda segundo Novacki, a determinação do ministro Blairo Maggi é buscar alternativas que tornem o serviço mais eficiente sem perder a segurança sanitária brasileira, que está entre as melhores do mundo. Novacki lembrou que os Estados Unidos, que são muitos exigentes, acabam de fechar acordo para a compra de carne bovina in natura do Brasil.

 Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Agroecologia alavanca vida do agricultor familiar

O Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) visa inserir produtores, agricultores familiares, assentados da reforma agrária, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais em sistemas de transição agroecológicos. Seu primeiro ciclo teve vigência de 2013-2015 e se destacou como uma experiência bem-sucedida de construção participativa em política pública, que promoveu avanços na criação, articulação e adequação de programas e ações em diversos estados. O Planapo 2016-2019 pretende intensificar ações.

Um dos principais meios para atingir tal objetivo é a prestação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Neste sentido, já foram apoiados pelo Planapo 147 projetos de Ater e beneficiadas 153.703 famílias. Apenas na modalidade Ater Agroecologia foi atendido um público de 39.803 beneficiários, cumprindo 25% da meta. 

 

A assertiva da experiência é que a agroecologia proporciona a ampliação das condições de acesso a alimentos saudáveis e engaja um novo modelo para a agricultura, a partir de técnicas de produção ecologicamente viáveis e relações que contribuam para o fortalecimento de bases estruturais socialmente justas e inclusivas para o campo.

Uma das instituições que executam as metas do Planapo é a organização não governamental Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, de Recife (PE), que é prestadora em quatro Chamadas de Ater nos seguintes Projetos: Caminhos para a Sustentabilidade no Sertão do Pajeú; no Agreste de Pernambuco; na Zona da Mata de Pernambuco; e Assistência Técnica para Mulheres Rurais no Sertão do Pajeú. As Chamadas proporcionam às 3.313 famílias agricultoras, assistência técnica pedagógica para a mudança de seus sistemas, com ações na produção agroecológica e agroflorestal, promoção da segurança alimentar e nutricional e acesso às políticas públicas. Com o público feminino, a Ater Mulheres trabalha o empoderamento político e a autonomia econômica delas.

Para a coordenadora técnico pedagógica do Centro, Maria Cristina Aureliano, a importância do Planapo é existencial para os agricultores e agricultoras agroecológicos e suas organizações. “É preciso ter política pública e assistência técnica para fortalecer a agroecologia e a agricultura familiar, com recortes específicos e contínuos para jovens e mulheres”, declara. 

A agricultora familiar do município de Bom Jardim (PE), Chirlei Barbosa, de 32 anos, produz, desde a infância, uma grande variedade de verduras, hortaliças e frutas de maneira sustentável e compreende a riqueza que circunda esse sistema para o planeta. “A agroecologia é importante para o futuro, pois além de proteger os animais e o solo, alimenta melhor a população”, define a produtora.

Com o marido desempregado e pouca renda, Chirlei, procurou a assistência técnica para uma alternativa. A capacitação dada pelo Centro Sabiá e o suporte da Ater Mulheres, alavancaram o ramo da produtora, que hoje comercializa a produção por meio dos programas PAA e PNAE e mantém uma banca na feira de Santo Amaro (Recife/PE). O faturamento desta família subiu de R$ 400 para R$1.200 em poucos meses. Além deste ganho, o que eles produzem alimenta toda a família.

Segundo a instituição, a alimentação para quem optou pela produção agroecológica cresceu em qualidade e diversidade, beneficiando a segurança alimentar e saciedade das famílias. Outro destaque para esses produtores é a renda, que se tornou quatro vezes maior do que para quem continuou com a monocultura. Em pesquisa realizada em julho de 2015, a renda anual média líquida das famílias que optaram pela produção agroecológica, chegou à R$ 36.894,84 em contraste às famílias adeptas da agricultura convencional nessa mesma região, que apresentaram a renda média anual de R$ 8.100 provenientes de propriedades de mesmo tamanho cultivadas com a cana de açúcar. 

Apesar dos números expressivos, permanece, para o novo ciclo de implementação da política, o objetivo de ampliar a quantidade de recursos disponibilizados para a Ater agroecológica e o número de pessoas atendidas. Em soma, o desafio de assegurar que os avanço obtidos por meio do uso de metodologias participativas sejam internalizados no modo de operação de oferta de Ater. Neste sentido, a criação e entrada em funcionamento da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), na vigência do primeiro plano, representou um elemento estrutural importante para sua continuidade, pois a sociedade passou a contar com um instrumento potente de execução de serviços de Ater adaptado aos públicos específicos – extrativistas, mulheres, jovens e povos e comunidades tradicionais.

O Planapo 2016-2019 almeja prestar Ater qualificada e continuada para 1.868 milhões de pessoas. Com o objetivo engajar valores como a equidade de gênero, biodiversidade e segurança alimentar, será assegurado que pelo menos 50% do público atendido seja de mulheres e que 30% do orçamento seja destinado a atividades específicas de mulheres. 

De acordo com Guilherme Tavira, fiscal de alguns contratos na modalidade Ater Agroecologia pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), atualmente estão em curso 66 contratos de Ater Agroecologia, dos quais 12 já atingiram a meta de 50% de execução. Considerando que a vigência dos contratos é de 2013 a 2018, pode-se perceber o engajamento das prestadoras e dos públicos destinados. 

Suiá Rocha, da Secretaria Executiva da Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica (Ciapo), conclui que a certeza proporcionada pela experiência é de que o fortalecimento do Planapo significa um importante passo em direção ao acesso e ao aperfeiçoamento das ações do governo federal em torno da agroecologia e do desenvolvimento rural sustentável e solidário. 

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Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário