Rússia amplia exercícios com armas nucleares táticas

Rússia amplia exercícios com armas nucleares táticas
Imagem: Pixabay

Rússia afirmou nesta quarta-feira que soldados e marinheiros do distrito militar de Leningrado, no norte do país, que faz fronteira com os membros da Otan Noruega, Finlândia, Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia, participaram de exercícios para mobilizar armas nucleares táticas.

A medida amplia a geografia dos exercícios nucleares russos, abrangendo distritos militares ao longo de toda a fronteira europeia, do Ártico ao Mar Negro.

O presidente Vladimir Putin ordenou os exercícios, anunciados no mês passado, para ocorrerem no distrito militar do sul, na fronteira com a Ucrânia, após a Rússia interpretar sinais de autoridades ocidentais como permissão para que a Ucrânia atacasse profundamente a Rússia com armas ocidentais.

“O Ministério da Defesa da Rússia informou que a unidade de mísseis do Distrito Militar de Leningrado está realizando exercícios de treinamento de combate.”, disse.

Tarefas incluíram obter munição especial para Iskander-M, equipar veículos de lançamento e mover-se secretamente para área designada para lançamentos, disse.

Rússia intensifica treinamento de armas nucleares táticas com a Bielorrússia

“As tripulações navais treinarão com mísseis de cruzeiro e ogivas simuladas nas áreas de patrulha designadas”, informou o ministério.

Um vídeo divulgado pelo Ministério da Defesa russo mostrou um sistema de mísseis móveis sendo escoltado para um campo, bem como um foguete sendo carregado em um navio de guerra.

A Rússia disse na terça-feira que iniciou um segundo estágio de exercícios para praticar a prontidão de armas nucleares táticas ao lado das tropas bielorrussas.

Putin afirmou que a Rússia não usará armas nucleares para garantir a vitória na Ucrânia, descartando um conflito nuclear europeu.

Mas ele também declarou que não descartava mudanças na doutrina nuclear da Rússia, que estabelece as condições sob as quais essas armas poderiam ser usadas. Ele já havia dito anteriormente que não via motivos para mudar a doutrina.

Fonte: Lidia Kelly e Guy Faulconbridge | Notícias Agrícolas

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