Secretaria da Agricultura do RS emite alerta fitossanitário para praga da cigarrinha do milho

Imagem: Pixabay

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) do Rio Grande do Sul emitiu alerta fitossanitário para a ocorrência de Dalbulus maidis, mais conhecida como cigarrinha do milho, nas lavouras de milho do estado.

O alerta é baseado em estudo desenvolvido pela Secretaria da Agricultura e pela Emater, sob a coordenação do Mapa, que juntas fizeram o monitoramento das lavouras de milho afetadas. E também nos relatos de ocorrência recente de Dalbulus maidis nas lavouras já nos estágios iniciais desta safra, no histórico de infestações da safra anterior e na previsão de poucas chuvas para o próximo período.

“Nós solicitamos a atuação dos colegas em orientar entidades, cooperativas, empresas de insumos, responsáveis técnicos e produtores rurais nas ações de rotina, adicionando este alerta às atividades”, destaca Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da SEAPDR. Ele ressalta a importância de fazer este controle, especialmente neste momento do início do plantio, o qual repercutirá na condição de infestação para o restante da safra.

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As principais recomendações são:
  • Eliminar plantas de milho espontâneas da entressafra;
  • Utilizar cultivares tolerantes à cigarrinha e enfezamento;
  • Efetuar o tratamento fitossanitário de sementes;
  • Efetuar o plantio do milho evitando a proximidade de lavouras novas a lavouras mais velhas ou áreas com ocorrência de infestação anterior;
  • Evitar semeadura sucessiva de milho na mesma área;
  • Otimizar o planejamento da cultura, preferindo períodos ótimos em detrimento de semeaduras tardias;
  • Objetivar diminuir as perdas de grãos durante a colheita;
  • Efetuar o controle da cigarrinha do milho conforme orientação técnica.

O monitoramento foi realizado entre abril e maio deste ano em 151 municípios gaúchos, quando foram observadas as maiores infestações. Neste período, foram colhidas 179 amostras em lavouras de milho. As amostras foram encaminhadas para o Laboratório Federal de Goiás (LFGO) para identificação dos patógenos associados ao complexo do enfezamento do milho e levantamento de dados para caracterização epidemiológica.

As análises identificaram a presença dos patógenos associados ao enfezamento em 44% das amostras. “Isso evidencia o risco de aumento da ocorrência de enfezamento do milho nesta safra, já que é a cigarrinha que transmite esses patógenos e eles estão ocorrendo em diversas regiões do estado”, afirma Felicetti.

Fonte: Datagro

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