Transportadores de grãos iniciam greve na Argentina que pode afetar embarques



Imagem: Adobe Stock


Um sindicato de transportadores da Argentina iniciou na segunda-feira uma greve por tempo indeterminado que está afetando o abastecimento do polo de exportações de grãos e derivados de Rosário, embora seus embarques continuem normalmente no momento, disseram as associações ligadas à atividade agroexportadora.

Na província de Santa Fé, onde estão localizados os terminais de Rosário, os transportadores impediram a passagem de caminhões com grãos pelas estradas, praticamente paralisando a entrada de veículos em um dos maiores centros exportadores do mundo. As empresas estão usando seus estoques para manter as exportações.

{module Form RD}

A colheita do milho e da soja, duramente atingidos pela estiagem, acaba de começar. Sendo assim, o tráfego costuma ser intenso nessa época do ano na Argentina, um dos maiores exportadores mundiais dos dois produtos.

O Sindicato Único dos Transportadores de Carga (Siunfletra), que reúne os caminhoneiros — principal meio de transporte de grãos da Argentina–, quer participar das reuniões das câmaras do setor com o governo para discutir as taxas de referência, consideradas baixas pela categoria.

A terceira maior economia da América Latina passa por uma situação econômica difícil, com inflação anual acima de 100% e poucas reservas cambiais.

“A chegada (de caminhões com grãos) está sendo prejudicada, mas há estoques (reservas) para trabalhar”, disse Guillermo Wade, gerente da Câmara de Atividades Portuárias e Marítimas (CAPyM).

Fonte da câmara dos exportadores e processadores de grãos CIARA-CEC disse que o carregamento de navios foi mantido na segunda-feira, embora tenha alertado que as reservas de grãos e derivados estão baixas.

A atual campanha agrícola argentina foi afetada pela pior seca das últimas décadas, causando perdas significativas de produção, que no caso de culturas como soja e trigo implicam perdas de produção de cerca de 50% em relação ao ano passado.

“O transporte de carga terrestre está em situação de emergência. As tarifas são irrisórias. Você não consegue cobrir os custos do caminhão, não tem rentabilidade”, disse Daniel Seanopolo, representante do Siunfletra, que acrescentou que a manifestação vai continuar até que eles sejam recebidos pelo governo.

Na Argentina, mais de 80% do transporte de grãos é feito com caminhões.

Fonte: Maximilian Heath | Notícias Agrícolas

Facebook
Twitter
LinkedIn

Aboissa apoia

Fique por dentro das novidades
e melhores oportunidades do
agronegócio – inscreva-se já!

Ásia

Arábia Saudita

Bangladesh

China

Singapura

Coréia do Sul

Emirados Árabes Unidos

Filipinas

Índia

Indonésia

Iraque

Jordânia

Líbano

Malásia

Omã

Qatar

Turquia

Vietnã

Hong Kong

América

Argentina

Bolívia

Brasil

Canadá

Chile

Colômbia

Equador

Estados Unidos

Guatemala

Ilhas Virgens Britânicas

México

Nicarágua

Panamá

Paraguai

Perú

Uruguai

Suriname

Venezuela

República Dominicana

Costa Rica

Cuba

África

África do Sul

Argélia

Camarões

Costa do Marfim

Egito

Libéria

Marrocos

Serra Leoa

Sudão

Quênia

Tunísia

Ilhas Maurício

Europa

Albânia

Alemanha

Bélgica

Bulgária

Espanha

Finlândia

França

Inglaterra

Italia

Lituânia

Polônia

Portugal

Rússia

Turquia

Sérvia

Suécia

Suíça

Ucrânia

Chipre

Estônia

Irlanda

Romênia

Oceania

Austrália

Nova Zelândia

Solicite uma cotação!

Preencha o formulário e obtenha atendimento para suas necessidades comerciais.
Nossos especialistas estão prontos para oferecer soluções personalizadas.

*No momento não estamos trabalhando com intermediários.

Ao informar meus dados, eu concordo com a Política de Privacidade.