Tempo favorece colheita da safra 2016/2017 no Rio Grande do Sul

As condições climáticas favorecem a colheita das três principais culturas de verão no Rio Grande do Sul. Nesta semana, segundo o Informativo Conjuntural da Emater, além do milho, que já tem 35% da área colhida, as máquinas começaram e recolher os grãos maduros do arroz, em 2% da área plantada, e da soja, em 1%. Ao mesmo tempo, os preços do milho e da soja estão em baixa na comparação com as semanas anteriores. Já o do arroz mantém-se acima da média para esta época do ano.

De acordo com a Emater, foram colhidas as primeiras lavouras de soja nas Missões, com produtividade de 50 sacas por hectare. O trabalho vai se intensificar a partir de agora, já que outros 10% da área estão maduros. A produção estimada pela Emater é de 15,8 milhões de toneladas. O preço da saca de 60 quilos chegou, nesta semana, a R$ 65,47. Na semana passada, era de R$ 66,51, enquanto que a média histórica de fevereiro é de R$ 72,18.

“Acredito que o preço pode cair um pouco mais por pressão da oferta, já que teremos uma safra muito boa em praticamente todos os estados”, avalia o presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/RS), Luis Fernando Fucks. Ele considera que a recuperação dos valores deve ocorrer a partir de maio. “Infelizmente, nem todos os sojicultores vão conseguir segurar a safra até lá”.

O milho, que agora tem a colheita acelerada para evitar problemas de logística com a entrada da safra da soja, também tem preços em queda, sendo vendido abaixo dos R$ 28 a saca em algumas regiões do Estado. Tal valor só cobre os custos de produção, segundo o presidente da Associação dos Produtores de Milho (Apromilho/RS), Cláudio Luiz de Jesus. O levantamento da Emater mostrou que o preço médio desta semana é R$ 27,67, abaixo da série histórica de fevereiro, de R$ 33,55. A produção de milho no Estado está projetada em 5,6 milhões de toneladas.

O comportamento da cotação do arroz é diferente. O preço médio da semana é de R$ 48,53, acima dos R$ 42,54 da série histórica. O diretor comercial do Irga, Tiago Barata, explica que a manutenção dos preços tem a ver com estoques baixos do produto, um pequeno atraso da entrada da safra em função das temperaturas baixas no início do ciclo e previsão de uma produção dentro da normalidade, de 8,3 milhões de toneladas, segundo a Emater. “Será um ano de oferta ajustada com a demanda. Na colheita os preços tendem a cair, mas acreditamos que a desvalorização vai ser menos intensa”, avalia.

 

Facebook
Twitter
LinkedIn

Aboissa apoia

Fique por dentro das novidades
e melhores oportunidades do
agronegócio – inscreva-se já!

Ásia

Arábia Saudita

Bangladesh

China

Singapura

Coréia do Sul

Emirados Árabes Unidos

Filipinas

Índia

Indonésia

Iraque

Jordânia

Líbano

Malásia

Omã

Qatar

Turquia

Vietnã

Hong Kong

América

Argentina

Bolívia

Brasil

Canadá

Chile

Colômbia

Equador

Estados Unidos

Guatemala

Ilhas Virgens Britânicas

México

Nicarágua

Panamá

Paraguai

Perú

Uruguai

Suriname

Venezuela

República Dominicana

Costa Rica

África

África do Sul

Argélia

Camarões

Costa do Marfim

Egito

Libéria

Marrocos

Serra Leoa

Sudão

Quênia

Tunísia

Ilhas Maurício

Europa

Albânia

Alemanha

Bélgica

Bulgária

Espanha

Finlândia

França

Inglaterra

Italia

Lituânia

Polônia

Portugal

Rússia

Turquia

Sérvia

Suécia

Suíça

Ucrânia

Chipre

Estônia

Irlanda

Romênia

Oceania

Austrália

Nova Zelândia

Solicite uma cotação!

Preencha o formulário e obtenha atendimento para suas necessidades comerciais.
Nossos especialistas estão prontos para oferecer soluções personalizadas.

*No momento não estamos trabalhando com intermediários.

Ao informar meus dados, eu concordo com a Política de Privacidade.