Notícias Milho cai com movimento técnico de ajuste Análise Agrolink

 
Milho cai com movimento técnico de ajuste – Análise Agrolink
O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (31.10) baixa de 0,25 centavo de Dólar nos contratos de Dezembro/16, fechando em US$ 3,5475 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam a sessão com desvalorizações entre 0,25 e 0,75 ponto.
 

O mercado norte-americano do milho teve leves perdas nas principais cotações dos futuros, resultado de um movimento técnico de ajuste de posições por parte de fundos de investimento, visando o fechamento do mês. Também foi fator de pressão para o cereal a queda em commodities, principalmente o petróleo.

 

Fonte: Agrolink

Embrapa Trigo comemora 42 anos

 
Embrapa Trigo comemora 42 anos
No dia 28 de outubro, a Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS) completou 42 anos de história. O CNPT foi a primeira unidade da Embrapa, criada um ano após a sede da empresa em Brasília, DF. A comemoração contou com um Dia de Campo exclusivo para os mais de 200 empregados, realizado em 28/10, na vitrine de tecnologias.

Com a finalidade de incentivar o cultivo de trigo no Brasil, o Governo Federal, via a lei número 470, de 9 de agosto de 1937, criou a "Estação Experimental de Trigo". Esse estabelecimento, instalado em 1939, seria formalmente inaugurado em 22 de novembro de 1940, com a presença do Presidente Getúlio Vargas, ficando conhecida como "Estação Experimental de Passo Fundo", com sede na localidade de Engenheiro Luiz Englert (hoje pertencente ao município de Sertão). O local, uma área de 1700 ha, foi escolhido por se assemelhar aos preferidos pelos colonos, que produziam trigo em terras de mata.

Devido às limitações de localização e, especialmente, com o deslocamento das lavouras de trigo das áreas de mata para as áreas de campo, em 1969, esta estação experimental foi transferida para os arredores da cidade de Passo Fundo. Surgia aí, inaugurada em 23 de abril de 1972, a "Nova Estação Experimental de Passo Fundo", cujas instalações, às margens da rodovia BR 285, viriam a abrigar, a partir de 28 de outubro de 1974 a primeira unidade descentralizada da Embrapa: o Centro Nacional de Pesquisa de Trigo. A inauguração contou com a presença do então Presidente da República, Ernesto Geisel. A Embrapa Sede foi formalmente instalada no ano anterior, em 26 de abril de 1973.

Muitas histórias curiosas marcaram os primeiros anos de pesquisa com trigo na região. Um dos primeiros pesquisadores da Embrapa, Luiz Ricardo Pereira, conta que, ainda na Estação Experimental, jovens técnicos agrícolas e agrônomos, com idades entre 18 e 25 anos e exercendo seu primeiro emprego, se defrontavam com um veículo automotor pela primeira vez na vida: uma rural vermelha, carro de elite na época. O resultado foi uma marcha a ré equivocada que "atropelou" as parcelas com experimentos. No laudo, a perda do experimento foi "resultado de intempéries climáticas".

Outro fato histórico que influenciou o investimento na pesquisa com trigo no Brasil está nas páginas da biografia do jornalista Samuel Wainer (Minha Razão de Viver). Era ele integrante dos jornais associados de Assis Chateaubriand. Ele, a mando do chefe, foi ao Rio Grande do Sul fazer algumas entrevistas para provar que não havia a possibilidade de se plantar trigo no Brasil. Coisas que vinham na cabeça de seu patrão. Mas, depois das entrevistas, o repórter estava num impasse: o que traria para Chateaubriand era justamente o contrário. Era perfeitamente possível plantar trigo nas fazendas do sul.

 

Ainda assim, na época o senador Chateaubriand (registrado no livro "Chatô: O rei do Brasil") veio participar com o Presidente Jucelino Kubitschek da 6a Festa Nacional do Trigo, em Erechim, RS e, chamado para proferir o discurso oficial, mostrou-se um grande inimigo da triticultura brasileira : "Ó gaúchos... o trigo nunca passou de um acidente na vida econômica do Brasil e do Rio Grande. Possuís solos demasiado rico para desvalorizá-los com uma cultura pobre como a triticultura... a generalizada acidez de vossas terras impede qualquer cultura racional e econômica..." divaga Chatô, finalizando: "Gaúchos! O que vos quero dar é algo semelhante ao que o café foi para São Paulo. Abandonai o trigo, plantai capim, daí de comer a ovelhas, enchei vossas burras de dinheiro – terei dinheiro mais que suficiente para importar carros, champanhe e mulheres francesas para o vosso deleite!". O resultado foi que muitos produtores abandonaram o trigo e passaram a plantar aveia preta, com o resgate da triticultura quase uma década depois, alicerçado pelos resultados da pesquisa.

Inúmeras histórias fizeram parte da consolidação da pesquisa com trigo no Brasil e refletem o crescimento da estrutura que é a Embrapa Trigo hoje. São 229 empregados, trabalho numa área total de 436 hectares, dos quais 284 hectares são usados como campos experimentais e 22 mil metros quadrados de área construída. A uma estrutura que abrange 15 casas de vegetação, 4 blocos de telados totalizando aproximadamente 9.000 m² de área coberta, 11 laboratórios e 1 Banco Ativo de Germoplasma (BAG). Possui dois campos experimentais, sendo um junto à sede do centro de pesquisa em Passo Fundo (RS) e outro na cidade de Coxilha (RS).

Cerimônia de Aniversário
As comemorações do aniversário da unidade aconteceram no dia 28/10, com a programação chamada "A nossa colheita", que contou com relatos dos gestores, homenagens aos empregados mais antigos e dia de campo.

Foram homenageados dez empregados acima de 40 anos de trabalho na Embrapa: Antônio Faganello, Antônio Ricardo Panizzi, Euclydes Minella, Helena Andrade, Henrique Pereira dos Santos, João Carlos Haas, José Eloir Denardin, Júnior Edison Colla, Raul Alves dos Santos e Sirio Wiethölter.

 

 Fonte: Embrapa

Soja estabiliza ante pressão do cenário econômico Análise Agrolink

 

Soja estabiliza ante pressão do cenário econômico – Análise Agrolink
O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (31.10) baixa de 0,25 centavo de Dólar no contrato de Janeiro/16, chegando a US$ 10,1175 por bushel. Os contratos de Março/17 e Maio/17 não apresentaram variação.
 

O mercado norte-americano da soja teve uma sessão de estabilidade nas principais cotações dos futuros na abertura da semana, pressionado pelo cenário macroeconômico. O dia foi de alta do dólar e forte queda do petróleo, o que acabou segurando os preços da oleaginosa, apesar do suporte da demanda.

 

Fonte: Agrolink

Cotrijal reúne-se com produtores de Água Santa

O agricultor Márcio José Piton produz soja em 120 hectares localizados no interior de Água Santa. Ele já conta com os serviços de assistência técnica da Cotrijal e está otimista em relação ao negócios visando a safra de verão.
 
Piton se misturou a multidão de 600 pessoas que acompanharam a reunião promovida pela Cotrijal em Água Santa, na noite de sexta-feira, dia 28. “Foi importante ouvir do presidente e do vice uma série de informações que nos dão respaldo para iniciar uma parceira forte e duradoura”, disse o agricultor.
 
O presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, mostrou-se feliz com a receptividade da comunidade de Água Santa e revelou que a cooperativa irá retribuir com trabalho e bons projetos visando o desenvolvimento da agricultura na região. “Tivemos uma verdadeira reunião de trabalho, com a presença de agricultores interessados na nossa proposta e com o objetivo de conhecer um pouco mais da nossa cooperativa. Isso é gratificante".
 
Fazer a diferença na vida do produtor, dentro e fora da lavoura, com um trabalho qualificado, que possa garantir melhor resultado mas também qualidade de vida ao produtor. Este é, na visão do vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, um dos grandes diferenciais do trabalho da Cotrijal. "Temos equipes qualificadas e como já acontece nas demais regiões, queremos ajudar o produtor daqui a também viver uma nova realidade", afirmou.
 
Para o prefeito de Água Santa, Jacir Miorando, a seriedade com que a cooperativa realiza seus trabalhos e projetos motivará os agricultores da região na realização de negócios futuros. “A Cotrijal em nosso município é uma vitória para todos. Acredito que ela só trará benefícios para os produtores e para a comunidade como um todo”.
 
As reuniões da Cotrijal em sua nova área de ação serão finalizadas na próxima semana, com encontros com os produtores de Capão Bonito do Sul e Muitos Capões.

 Fonte: Agrolink

Simvet/RS alerta para cuidados durante a vacinação contra a aftosa

A segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul e na maioria dos Estados brasileiros começa nesta terça-feira, 1º de novembro, e segue até o dia 30. No Estado, a segunda etapa da vacinação é obrigatória apenas para animais com até 24 meses. Para esta etapa, o Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI) disponibilizará gratuitamente cerca de 900 mil doses de vacinas contra a febre aftosa. No entanto, muitos são os cuidados que devem ser tomados na aplicação da vacina.

O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), alerta para alguns cuidados que o pecuarista precisa ter na hora de imunizar o rebanho, mas que fazem diferença na execução do processo de vacinação. “A dose correta do produto é 5 ml e deve ser aplicada na lateral do pescoço do animal, usando seringas e agulhas esterilizadas que ser trocandas a cada lote de 10 animais. Além disso, deve ter cuidado com o transporte e armazenamento da vacina, procurando mantê-la sempre na temperatura de 2 a 8 graus para não perder a eficácia”, lembra João Júnior, veterinário e delegado sindical do Simvet/RS. 

 

Outra discussão recorrente nesta época de campanha contra a febre aftosa é a suspensão da vacina. Embora a mudança seja cogitada, ainda existe muita resistência por parte dos especialistas em sanidade. “Entendemos que a retirada da vacina exige muita cautela. Principalmente, porque ainda precisamos ampliar a fiscalização nas fronteiras e barreiras. Para suspender a vacinação precisaríamos intensificar a fiscalização sanitária”, afirma Júnior. 

Apesar  do Rio Grande do Sul ser reconhecido hoje como zona livre de aftosa com vacinação, a posição geográfica também exige cautela quando o assunto é a suspensão da vacina. “Como o Estado possui muita área de fronteira (Uruguai, Argentina, Santa Catarina), fica difícil conter a entrada de animais clandestinos. Além disso, é importante lembrar que o vírus pode vir nos veículos, sapatos, dificultando ainda mais o controle”, lembra o veterinário do Simvet/RS.
 

Fonte: Agrolink

Usuários do transporte de cargas discutem como aperfeiçoar o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) apoia o I Encontro Nacional dos Usuários do Transporte de Cargas, que acontece no dia 8 de novembro, em Brasília, no auditório da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA.

O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi criado pela Lei nº 13.334/2016. O objetivo do I Encontro é discutir medidas que visem ao aprimoramento do PPI e atendam às demandas do setor produtivo. 

Após as rodadas de debates e a aprovação das propostas apresentadas, será entregue às autoridades governamentais presentes a Carta de Contribuições dos Usuários. O documento defenderá ações para dar mais competitividade às atividades dos usuários. O I Encontro reunirá entidades representativas do setor agropecuário e dos usuários do transporte de carga. Elas foram motivadas pelas ações do governo federal para a retomada do crescimento econômico, entre elas, a dinamização dos investimentos privados em infraestrutura de transportes.

O evento discutirá os seguintes temas: avaliações e perspectivas da logística brasileira; gargalos físicos e regulatórios; nova matriz logística; modelos e prioridades das parcerias para os investimentos.

 

O gerente de economia da Abiove, Daniel Furlan Amaral, será o moderador do painel 2, sobre logística e competitividade brasileira. Nesse painel, farão apresentações Roberto Queiroga, pela Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra), Frederico Bussinger, da Katalisys, e Paulo Villa, da Associação de Usuários de Portos (Usuport). 

O primeiro painel versará sobre o tema: o que querem os usuários da logística brasileira? Falarão, nessa parte do evento, Luiz Henrique Baldez, da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut), Luiz Antonio Fayet, da CNA, e Bernardo Figueiredo, ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

As inscrições para participar do evento poderão ser feitas pelo e-mail anut@anut.org.br, ou pelo telefone (21) 2532-0503.

 

Fonte: Agrolink

A importância do tratamento de sementes de soja

Para que a lavoura seja produtiva e rentável, o agricultor deve ficar atento ao clima, ao manejo correto do campo e também à escolha dos insumos, como, por exemplo, sementes certificadas, de qualidade e tratadas. Uma semente sem um tratamento adequado tem seu potencial de perda de produtividade aumentado entre 10 e 40%. Essa perda está diretamente ligada à incidência de importantes pragas e doenças, à época de plantio e às condições climáticas. 

Para evitar perdas durante a safra e assegurar uma lavoura bem estabelecida, a BASF oferece aos produtores o Standak® Top. Com funções inseticida e fungicida, blinda as sementes e as protege contra danos provocados pelas principais pragas e doenças do solo.  Standak® Top é a única solução no mercado com 3 princípios ativos, que propiciam proteção contra as principais doenças, a lagarta elasmo, os corós e o tamanduá-da-soja, bem como maior proteção ao estresse hídrico e a nematoides, e melhor germinação e vigor de sementes e plântulas.

 

O tratamento das sementes com Standak® Top contribuiu para que o agricultor João Carlos da Cruz conquistasse a maior produtividade no prêmio CESB. Com o controle de pragas e doenças do solo promovido pela solução, ele alcançou o índice de 120 sacas por hectare. A utilização de Standak® Top, associada às boas práticas agrícolas, contribui para melhores índices de produtividade nas lavouras de todo o Brasil.

 

 

Fonte: Agrolink

Vendas externas de ovos férteis tendem a recuar cerca de 10% no ano

Vendas externas de ovos férteis tendem a recuar cerca de 10% no ano

 
Vendas externas de ovos férteis tendem a recuar cerca de 10% no ano
Em setembro passado, pelo quarto mês consecutivo, as exportações brasileiras de ovos férteis apresentaram evolução positiva em relação ao mesmo mês do ano passado, já que o total exportado – 10,286 milhões de unidades – foi 7,11% superior ao de setembro de 2015.

Mas, outra vez, o desempenho positivo não decorre de recuperação das vendas e, sim, de um baixo volume de negócios no mesmo mês do ano anterior. Tanto que o volume acumulado nos nove primeiros meses do ano permanece quase 2,5% menor que o de idêntico período do ano anterior.

Como aponta o gráfico abaixo da tabela, o volume acumulado nos 12 meses encerrados em setembro de 2016 – quase 10% menor que o de idêntico período anterior – só não fica aquém, nos últimos seis anos, do que foi registrado entre outubro de 2012 e setembro de 2013. 

 

Como falta apenas um trimestre para o encerramento do ano, é resultado que tende a se manter em 2016.

 

Fonte: Avisite

Preço da saca de açúcar cristal do Brasil atinge nova máxima histórica

Preço da saca de açúcar cristal do Brasil atinge nova máxima histórica
A saca de 50 kg de açúcar cristal alcançou o valor recorde de 100,68 reais no fechamento da sessão em São Paulo na quarta-feira, à medida que a colheita da cana-de-açúcar termina mais cedo do que o previsto e o mundo se encaminha para o segundo ano de déficit do adoçante. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo (USP), a saca de açúcar cristal subiu 0,3 por cento do valor de terça-feira, de 100,37 reais, o recorde anterior e a primeira vez que o preço da saca superou a marca de 100 reais desde que a instituição começou a registra preços, em maio de 2003.

A movimento nos preços ressalta a situação de escassez global do adoçante após problemas climáticos reduzirem a produção em importantes produtores globais no último ano. "Além da firme posição das usinas em relação aos preços, perspectivas para uma oferta menor de açúcar no mercado global continuam a dar suporte aos preços no Brasil", disse o Cepea/Esalq em nota publicada mais cedo nesta semana.

A Datagro projeta um déficit global na oferta de açúcar de 8,26 milhões de toneladas em 2016/17. Os preços no mercado doméstico de açúcar estão provocando cancelamentos em alguns contratos de exportação. Algumas usinas estão pagando os custos para cancelar contratos com tradings, preferindo vender o açúcar localmente.

 

Segundo um operador sênior em uma importante empresa internacional de negociação de açúcar que opera em São Paulo, contratos de exportação somando cerca de 300 mil toneladas haviam sido cancelados até agora na atual safra do centro-sul do Brasil, uma vez que companhias estão conseguindo acordos melhores no mercado doméstico. Mas o operador, que pediu para não ser identificado porque não tem autorização para falar publicamente sobre o assunto, não considerou a quantia relevante tendo em vista a expectativa de volume exportável do centro-sul do Brasil neste ano, próximo de 25 milhões de toneladas.

"Esses cancelamentos acontecem todo ano. Algumas vezes mais, outras menos, e por motivos diferentes", disse ele.

 

 Fonte: Reuters

Frango exportado tem o menor valor dos últimos sete anos

Frango exportado tem o menor valor dos últimos sete anos
Dados que acabam de ser divulgados pelo Food Outlook da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostram que o preço médio alcançado pela carne de frango in natura exportada pelo Brasil nos primeiros nove meses de 2016 registra o menor valor dos últimos sete anos. 

Seriam nove não fosse a média atual (US$1.575,80/t, resultado preliminar) estar 1,5% acima do valor registrado em plena crise mundial de 2009 (US$1.551,75/t).

O curioso é constatar que a situação brasileira não é muito diferente da norte-americana. É verdade, neste caso, que o preço médio atual dos EUA (US$943,75/t) registra o menor valor em nove anos, superando por menos de 1% o preço médio de 2007 (US$934,75/t). 

Mas os EUA enfrentaram um surto de Influenza Aviária (final de 2014 e parte de 2015) que até hoje afeta seus negócios externos com produtos avícolas, com redução não apenas dos preços, mas sobretudo do volume exportado.

 

E se o Brasil ganhou em volume, perdeu em outro quesito. Pois caiu, também, a distância entre os preços médios dos dois países. 

A diferença de preços se justifica, pois enquanto os EUA exportam, essencialmente, coxa e sobrecoxa, as exportações brasileiras têm uma ampla variedade de cortes, vários deles considerados nobres.

Mas enquanto no início deste século a carne de frango brasileira tinha um sobrepreço próximo de 82% (em 2011, US$1.147,00/t nos EUA; US$2.083,50/t no Brasil), atualmente, no pós-Influenza norte-americano, a margem é inferior a 67% (US$943,75/t nos EUA; US$1.575,80/t no Brasil). 

 

 Fonte: Avisite

Mesmo com 7,6% de atraso, plantio da soja em MS chega a 45% da área

Mesmo com 7,6% de atraso, plantio da soja em MS chega a 45% da área
A semeadura da safra 2016/2017 de soja está 7,6% atrasada na comparação com o mesmo período do ciclo 2015/2016. Isso se deve à escassez de chuvas principalmente na região norte do estado, segundo levantamento do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga MS), da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS).

Avanço por região

Os dados foram divulgados na Circular Técnica n° 182, da Casa Rural, nesta quinta-feira (27). Com o solo apresentando pouca umidade devido à falta de precipitações pluviométricas, muitos produtores optaram por adiar o início do plantio. De acordo com a Aprosoja/MS, foram plantados até o momento aproximadamente 1,1 milhão de hectares em Mato Grosso do Sul, o que significa que 45,4% das lavouras do estado já foram semeadas.

Também segundo as informações apuradas em campo pelos técnicos do Siga MS, verifica-se que a região sul do estado está com porcentagem média de área plantada mais avançada, em torno de 56,5%. Nesta região, o município de Coronel Sapucaia já encerrou a semeadura. Outras cinco cidades do sul do estado já se aproximaram de 80% de área plantada.

 

Na região norte, no entanto, apenas 24,7% das lavouras foram semeadas. Os municípios de Alcinópolis, Camapuã e Paraíso das Águas ainda não iniciaram o plantio. Já a região centro apresenta 31,2% da área plantada, sendo o município de Bandeirantes o mais avançado, com 40% do plantio concluído.

Estimativas

Até o momento, estima-se aumento de 2,4% da área plantada em Mato Grosso do Sul, passando de 2,46 milhões de hectares na safra 2015/16, para 2,52 milhões de hectares na safra 2016/17. Além disso, também é projetado acréscimo de 2,4% na produção do grão, passando de 7,601 milhões de toneladas na safra anterior, para 7,787 milhões de toneladas nesta safra. Já a produtividade deverá se manter estável, em 51,5 sc/ha.

As informações completas da Circular Técnica podem ser obtidas por meio de cadastro gratuito no link: http://www.sigaweb.org/ms/sistema/.

 

Fonte: Aprosoja MS

Mercado global de Pet Care prevê um crescimento de cinco por cento

Taxa de crescimento anual é válida para 2016 – 2020

 

O mercado global de cuidados para animais de estimação prevê um crescimento a uma taxa composta de crescimento anual moderada de quase 5% entre 2016 e 2020, de acordo com Global Pet Care Market 2016-2020, em relatório da TechNavio.

A América do Norte será a região com maior geração de receita no mercado de cuidados para animais de estimação e está previsto ocupar mais de 40% da quota de mercado total, de acordo com o relatório. Muito do crescimento do mercado pode ser atribuído à ascensão de posses de animais de estimação e aumento dos gastos com alimentos premium e acessórios. Além disso, os consumidores nesta região tratam os seus animais de estimação como membros da família e estão dispostos a gastar para eles liberalmente. Fatores como alimentos premium para animais de estimação irão impulsionar o crescimento do mercado nesta região ao longo dos próximos quatro anos. 

 

Cenário competitivo e principais fornecedores

O mercado global de pet food é extremamente competitivo, de acordo com o relatório, onde vários fornecedores competem em diferenciação dos produtos, portfólio, qualidade e preço. Muitos fornecedores estão estendendo seus negócios para mercados emergentes como a América Central e do Sul e Ásia – Pacífico. A intensa concorrência prevalecente no mercado de alimentos para animais de estimação levará a consolidação entre os fornecedores do mercado nos próximos anos. A crescente demanda por alimentos para animais, orgânicos, naturais, com baixo índice glicêmico e livre de grãos vêm ganhando popularidade entre os donos de animais, o que levou os fabricantes a formular novos produtos para atender as exigências dos consumidores.

 

Fonte: technavio.com

Argentina pode superar Brasil na exportação de milho pelo ano seguido

A Argentina poderá superar o Brasil na exportação de milho pelo segundo ano consecutivo na temporada 2016/17, indicaram nesta quarta-feira avaliações do adido agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Em 2015/16, os argentinos já superaram seus vizinhos após uma seca reduzir drasticamente a produção do Brasil, que nos últimos anos tem sido o segundo exportador global, atrás dos EUA. Mas em 2016/17, os embarques do cereal da Argentina superariam os do Brasil em meio a um grande crescimento da produção brasileira e também no país vizinho.

Nesta quarta-feira, o adido do USDA estimou a exportação de milho da Argentina em 2016/17 em 26 milhões de toneladas, 1 milhão de toneladas acima da projeção oficial do USDA.(bit.ly/2eH4Rm6) "Esse aumento por causa de um crescimento nos estoques iniciais (de 2016/17), com o adido colocando a produção 2015/16 em 30 milhões de toneladas, 2 milhões acima do número oficial do USDA, devido a uma maior área plantada. A produção adicional deve permitir um maior volume de exportação em 15/16, a 20,5 milhões de toneladas...", segundo o relatório.

 

Os dados do adido não são considerados oficiais pelo USDA, que ainda vê as exportações brasileiras em 25,5 milhões de toneladas, acima das argentinas, projetadas em 25 milhões de toneladas. A produção de milho da Argentina em 2016/17 foi estimada pelo adido em 36,5 milhões de toneladas, igual à estimativa do USDA. Na temporada 2015/16, os argentinos produziram 28 milhões de toneladas, segundo o departamento dos EUA.

A safra 16/17 de milho da Argentina está em fase de plantio, com cerca de um terço tendo sido concluído até o momento, segundo o relatório do adido. De acordo com o USDA, a safra brasileira vai crescer de 67 milhões de toneladas em 2015/16 para 83,5 milhões em 2016/17.

 

Fonte: Agrolink

fase da vacinação contra aftosa começa dia de novembro na maioria dos estados

Previsão é que sejam imunizados 150 milhões de bovinos e búfalos nessa etapa

De 1º a 30 novembro, a maioria dos estados brasileiros vai realizar a segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa. A expectativa é que sejam vacinados 150 milhões de animais até o final dessa fase. Nos estados do AC, AL, AM, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PR, PE, PI, RN e SP, todo o rebanho bovino e bubalino (búfalos) deverá ser imunizado. Já na BA, GO, MS (exceto no Pantanal), MG, RJ, RS, SE e TO, além do Distrito Federal, a aplicação do dose de novembro é obrigatória apenas para os animais com até 24 meses de idade.

No segundo semestre deste ano, a etapa já foi concluída na região da Calha do Rio Amazonas e Zona de Proteção do estado do Pará (municípios de Faro e Terra Santa), na divisa com o Amazonas. De acordo com os resultados contabilizados, 550 mil animais foram imunizados, com índices de vacinação superiores a 90%.  O rebanho do país é de cerca de 215 milhões de cabeças: 213,8 milhões de bovinos e 1,1 milhão de bubalinos.

 

O criador deve estar atento aos aspectos práticos da imunização. O pecuarista precisa, por exemplo, pegar a nota fiscal da vacina com o fornecedor do produto e apresentá-la ao serviço veterinário oficial do município junto com a relação dos animais imunizados para declarar a vacinação. Além disso, ele deve ter cuidado com o transporte e armazenamento da vacina, procurando mantê-la sempre na temperatura de 2º a 8ºC para não perder a eficácia.

Outros cuidados são com a aplicação da dose correta do produto (5 ml) na lateral do pescoço do animal, usando seringas e agulhas limpas e não danificadas ou tortas. O produtor deve ficar atento aos prazos da vacinação e sua declaração no serviço veterinário oficial, porque o descumprimento impedirá a emissão de Guia de Trânsito Animal e pode gerar multas.

O calendário de vacinação 2016 está disponível no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Acesse aqui.

Fonte: Agrolink

Ensaio de pesquisa comprova eficiência de estratégia nutricional para estresse climático na cultura do milho

Plantas mais vigorosas, com maior crescimento  e maior produtividade em condições de falta de chuva e altas temperaturas foram os principais resultados

Na região de Araguari, no Triângulo Mineiro, ensaio de pesquisa realizado em área de milho Safrinha mostra a eficiência de estratégia nutricional fisiológica à base de algas e seus compostos orgânicos em situações de estresse ambiental. Uma área experimental, de 2000 m², passou por condições adversas, como calor em excesso e falta de água durante 40 dias na fase vegetativa das plantas. Apesar desse cenário, com aplicação de tratamento nutricional, as plantas conseguiram completar seus processos fisiológicos e apresentaram bons resultados no desenvolvimento.

O resultado demonstrou que o tratamento aplicado manteve a lavoura em atividade e com desempenho superior ao da testemunha (área que não recebe o tratamento para efeito de comparação experimental).  Plantas da área experimental mostraram um crescimento de 181,20 cm, já as plantas que não receberam a estratégia nutricional, apresentaram altura média de 168,40 cm. Os diâmetros dos pés de milho também foram diferentes: milho com tratamento (23,30 mm) e testemunha (22, 4 mm) e a produtividade também foi superior, onde a produção da área tratada foi de 6181,54 kg/ha e da testemunha produziu 4996,15 kg/ha.

 

A área esteve durante 40 dias sob elevada temperatura - acima de 30ºC, sem chuva ou irrigação.  “Houve efeito marcante no alívio dos estresses, fazendo com que as plantas de milho, mesmo sob condições impróprias de desenvolvimento, se mantivessem ativas. Ou seja, a planta conseguiu  realizar fotossíntese, mesmo que em taxas reduzidas, em relação àquelas que não receberam o tratamento”, explica o doutor em fisiologia vegetal, Marcio Domingues, gerente Técnico da empresa Tradecorp do Brasil.

A grande vantagem do tratamento foi manter as plantas hidratadas e elevar suas taxas fotossintéticas em relação à área de lavoura testemunha. Domingues explica ainda que “extrato de algas Ascophylum nodosum e seus componentes orgânicos, bem como os aminoácidos e também o cálcio e boro têm ação efetiva na proteção da planta contra estresses ambientais”.

Foto: Do lado esquerdo, espigas de milho da área testemunha (que não receberam tratamento nutricional), mostram problemas de desenvolvimento, enquanto no lado direito (espigas da área onde tratamento foi aplicado), mostram melhor desenvolvimento

 

Agrolink com informações de assessoria
 
 
 
 
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Zoneamento agrícola de risco climático de milho e soja é apresentado em Redenção

A mesorregião do Sudeste Paraense é uma das maiores produtoras de grãos do estado e recebe nesta quarta-feira (26), em Redenção, o Calendário Agrícola de Milho e Soja para safra 2016-2017. A publicação integra a divulgação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agricultura, cujas recomendações técnicas, se seguidas pelo produtor, garantem acesso a seguro rural em caso de danos provocados pelo clima. O evento será realizado pela Embrapa Amazônia Oriental, na sede do Sindicato dos Produtores de Redenção.

O Calendário Agrícola de Milho e Soja abrange as sete microrregiões, com indicações aos 39 municípios da região. É a primeira vez que a região recebe o Zarc, instrumento que só foi liberado para o estado, ao final de 2015, após a conclusão do Zoneamento Ecológico-Econômicos (ZEE) do Pará, elaborado pela Embrapa. Na publicação, as áreas definidas para o plantio são prioritárias para grãos, nos municípios com aptidão agrícola para milho e soja, conforme indicado no ZEE. Por meio do zoneamento, o plantio e a expansão dos grãos podem ser planejados sem causar impactos ambientais sobre recursos naturais por uso indiscriminado da terra ou pressão sobre áreas de florestas, pois só recomenda a atividade agrícola para áreas já abertas.

Segundo dados do IBGE para o ano de 2015, a área plantada de milho e soja no Pará correspondeu a 228 mil e 337 mil hectares, respectivamente. Os municípios de Santana do Araguaia, Santa Maria das Barreiras e Cumaru do Norte, que integram a mesorregião Sudeste, estão entre os dez maiores produtores da região em área plantada de soja.

Vanderlei Ataídes, produtor e presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) do Pará, comenta que o plantio região tem crescido muito nos últimos anos e registrou, somente na safra de 2015, cerca de 100 mil hectares de área plantada de soja. "Acredito que devido às condições de solo e a oferta de áreas já abertas utilizadas com pastagens, a região tem enorme potencial para se tornar, em um futuro próximo, a maior produtora de grãos do estado", analisa Ataídes.

Considerando todo esse potencial produtivo e de consequente desenvolvimento para a região e o estado, Adriano Venturieri, pesquisador líder do projeto e chefe-geral da Embrapa Amazônia Oriental, destaca a importância de políticas públicas que garantam a segurança da safra e dos produtores. "Por meio do Zarc, os produtores passam a ter direito a uma política que garante um seguro da produção, em caso de imprevistos climáticos, como o caso de uma seca mais severa", explica. Ele lembra ainda que o produtor, ao pedir financiamento pode contratar o seguro que será concedido em caso de problemas relacionados ao clima, caso siga todas as recomendações técnicas do Zarc.

Adriano Venturieri informa ainda que além do Zarc, também serão apresentados em Redenção os Mapas de Solos e de Aptidão das Áreas Alteradas do estado do Pará, outro importante instrumento de planejamento do setor produtivo agropecuário. "Os mapas indicam quais áreas são mais propícias seja à agricultura ou à pecuária, auxiliando na gestão produtiva do território, em especial, para uma área de expansão como o Sudeste Paraense", enfatiza o pesquisador.

Sobre o Zarc: Oficializado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) o Zarc é um instrumento de política agrícola capaz de maximizar os rendimentos e minimizar o risco de perda dos cultivos, elaborado a partir de estudos sobre as exigências mínimas de cada cultura a ser zoneada. O documento, que recomenda variedades para plantio dentro de períodos exatos de tempo e em diferentes tipos de solo, é utilizado como referência para aplicação racional do crédito agrícola, permitindo o acesso do produtor a programas de garantia da atividade agropecuária (Proagro e Proagro Mais) e de subvenção ao prêmio do seguro rural (PSR).

 

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático e Calendário Agrícola de Milho Soja já foi apresentado para as regiões de Paragominas e Oeste do Pará.

Serviço:

Apresentação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para as culturas de milho e soja visando a safra 2016-2017 e dos Mapas de Solos e Aptidão Agrícola do Pará

Local: Sindicato Rural de Redenção

Hora: 9 horas

Realização: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Embrapa Amazônia Oriental.

 Fonte: Agrolink